Logística: descubra três curiosidades sobre este ramo!

Como tudo no mundo, a logística também possui uma história de jornada para ser do jeito que a conhecemos hoje. Por isso, apresentaremos três curiosidades sobre a logística que, muito provavelmente, você ainda não conhecia.

  • A Logística surgiu durante o período de Grandes Guerras

Em todo filme sobre guerras aparece uma cena em que o comandante da operação mostra as melhores estratégias para ataque, maneiras de estocar alimentos e equipamentos. Toda essa conversa é pura logística! Foi durante períodos de guerra que a logística surgiu.

Por mais recente que seja este assunto, a logística é tão antiga quanto às guerras. Durante esses conflitos, os grandes exércitos precisavam garantir a manutenção de seus recursos. Além, claro, de garantir o deslocamento das tropas, armas e suprimentos.

Nesta época, existia o responsável por traçar cada caminho, para que o exército transitasse por áreas seguras, com temperaturas ideias, água disponível e várias outras condições que ajudassem na sobrevivência dos soldados.

Por isso que, normalmente, quem trabalha com logística acaba mandando muito bem naquele jogo de tabuleiro War.

  • A Logística no Brasil

Mesmo sendo uma senhora, a logística conseguiu amadurecer comercialmente no Brasil apenas na década de 1990. Quer saber o motivo? A gente te conta! Foi nessa época que se instalou o processo de redução das alíquotas de importação.

Com a abertura do mercado internacional, as empresas brasileiras se viram obrigadas a competirem mais ferozmente. Levar o produto para perto do seu consumidor final, era um baita diferencial.

  • Recorde Olímpico

Nas Olimpíadas de 2016, no Brasil, o crescimento da logística foi indiscutível. Durante os jogos, 30 milhões de itens foram movimentados. Mas os operadores logísticos não finalizaram suas atividades no final das Olimpíadas. Eles só terminaram um ano depois. Curioso, não?

Isso aconteceu porque a logística é sempre a última a sair e após a desmobilização e a logística reversa.

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Vantagens ao contratar um operador logístico

Vantagens ao contratar um operador logístico

Todo profissional deve saber que a logística é uma parte muito importante para qualquer negócio. Com um serviço de logística desorganizado, os custos em transporte e armazenamento crescem muito, a empresa não consegue cumprir com a demanda e os seus prazos e, assim, seus clientes ficam insatisfeitos. É como uma bola de neve.

Para ter um bom serviço logístico, o mais adequado é contratar um operador logístico com experiência no mercado.

Listamos abaixo as vantagens de ter um operador logístico no seu negócio.

  • O que é um Operador Logístico?

Operador Logístico não se trata de uma profissão. Trata-se de uma empresa que presta serviços e é capaz de cuidar de todos os processos de um supply chain de maneira personalizada. Assim, todas as necessidades únicas do seu negócio serão atendidas.

Abaixo, listaremos motivos para você contratar um operador logístico para a sua empresa. 

1– Despesas com transporte e armazenamento caem 

Com um operador logístico especializado, sua empresa conseguirá otimizar seu processo de armazenamento e transporte. Com isso, o tempo de trabalho será reduzido e seus custos minimizados.

2 – Minimiza os custos com mão de obra

Ao optar por terceirizar sua logística, as organizações não precisam mais se preocupar com questões trabalhistas, já que o operador logístico possui uma equipe própria.

3 – Evita que problemas atinjam a cadeia logística

O operador logístico consegue enxergar problemas que poderão acontecer ao longo da cadeia logística. Assim, criam-se estratégias para que eles não prejudiquem o trabalho da empresa. Dessa forma, os riscos de atrasos no cronograma de entrega são minimizados e a organização evita que seus clientes sejam impactados.

4 – Entrega expertise para os gestores e sua equipe

O operador logístico terceirizado, devido ao elevado nível técnico de sua equipe, entrega para o negócio práticas, estratégias e abordagens inovadoras de gestão da cadeia logística.

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E aí? Te convencemos da importância de ter um operador logístico ao seu lado? Então, aproveite e entre em contato com a nossa equipe comercial para tirar suas dúvidas!

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Inscrições abertas pela PUC-Rio para Mestrado profissional em Logística

São dois anos de curso e as inscrições serão até o dia 25 de fevereiro.

A PUC-Rio abriu o período de inscrições para o Mestrado profissional em Logística. O início do período letivo será em março e voltado para engenheiros, economistas, administradores e profissionais de nível superior que sejam voltados para a logística.

O objetivo do curso é formar profissionais capacitados para atuar no ambiente produtivo, elaborar novas técnicas e resolver questões referentes a sistemas logísticos.

O mestrado profissional stricto-sensu torna o aluno capaz de desenvolver análises e estudos complexos para a solução de problemas do cotidiano profissional usando métodos científicos e técnicas avançadas. A seleção será feita pela Coordenação Central de Extensão da PUC-Rio baseada no histórico escolar da graduação, cartas de referências, currículo e, caso necessário, entrevista com o candidato. A inscrição custa R$50,00 e vai até o dia 25 de fevereiro.

As aulas acontecem quintas e sextas-feiras, das 19h às 22h e sábado das 9h às 13h na Unidade Gávea da PUC-Rio. Os candidatos podem obter mais informações e se inscrever em 0800-970-9556 ou no site da Coordenação Central de Extensão da PUC-Rio  cce.puc-rio.br

Fonte: Mundo Logístico

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O que é lead time em logística e qual a sua importância?

O que é lead time em logística e qual a sua importância?

O Lead Time é uma expressão em inglês que, de forma resumida, significa tempo de espera. Ou seja, o tempo de chegada e a entrega do produto até seu cliente. Na logística, ela tem um significado bem mais amplo e complexo.

No meio logístico, o lead time é o tempo usado da produção até a transformação em produto final de uma mercadoria. Seu objetivo é ter uma maior precisão na hora de calcular os processos de entregas das mercadorias. Assim, o domínio sobre os procedimentos é maior e os indicadores serão mais exatos quando relacionados ao estoque e compras.

Qual a importância desse indicador?

O objetivo das empresas é sempre diminuir o seu lead time. O cálculo e análise dele podem ser usados para um maior embasamento na organização do seu negócio.

O Lead Time é um desafio interno para evitar que seu cliente fique insatisfeito com a sua empresa. Quanto menor o lead time, melhor. Para reduzi-lo, uma das saídas é manter sempre altos níveis de estoque dos seus produtos. Entretanto, essa não é a única saída e nem a mais indicada, pois gera altos custos para a empresa. Podendo, ainda, a empresa sair perdendo com produtos parados em seu estoque.

Como calcular o lead time

Os passos para fazer esse cálculo são:

Liste os produtos exigidos para determinado trabalho

Os elementos necessários para instalações e reparos também devem ser considerados, além das matérias-primas usadas na fabricação.

Descubra o tempo necessário para a aquisição de cada item

Esse fator depende dos fornecedores e outros aspectos, como distância. Por exemplo: se o fornecedor de determinado insumo está localizado em outro estado, a chegada do material pode demorar 5 dias ou mais. Lembre-se de analisar se o parceiro trabalha exclusivamente em dias de semana, porque, nesse caso, deve-se excluir o final de semana do cálculo.

Escolha o elemento com o maior prazo de entrega

Os itens verificados anteriormente devem servir como base e você deve usar aquele com prazo mais longo. Anote o tempo que demorará para receber o material. Acrescente um dia à contagem, caso sua empresa conte com inventário de matérias-primas ou produtos.

Defina o número de dias/horas para a finalização do produto/serviço

O tempo de fabricação do produto ou do término do serviço deve ser levado em conta. Acrescente finais de semana e possíveis atrasos, reparos em equipamentos ou ausência de funcionários nesse processo.

Adicione o tempo de espera para receber os produtos

Esse acréscimo deve ser feito à contagem do tempo de fabricação ou para conseguir um funcionário que instale o produto. A soma desses pontos será o lead time.

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Logística x Black Friday – saiba como se planejar!

Saiba como superar os maiores desafios da logística

De início, a distribuição de produtos se limitava apenas no papel operacional e na sua pouca repercussão no ramo. Entretanto, empreendedores da nova geração já perceberam que existem desafios para serem superados para a operação não ser afetada.

O gestor precisa identificar e achar formas de diminuir os riscos e alcançar resultados positivos para a empresa.

  1. Segurança no transporte

Garantir que a entrega aconteça de forma segura é de suma importância para o setor de transportes. Acidentes e roubos de carga são o tipo de imprevisto mais prejudiciais para a logística.

Logo, conscientizar e prevenir são as palavras chave para minimizar riscos para sua empresa. É preciso se certificar de que os motoristas obedeçam à legislação de trânsito, evitem excesso de velocidade e não bebam antes de dirigir.

Além disso, as longas viagens são desgastantes e ainda podem contar com chuva. Esse tipo de viagem é a maior causador de acidentes nas estradas.

A transportadora precisa garantir que exista a qualidade do transporte e de que o veículo não esteja sobrecarregado e que esteja em boas condições para trafegar.

  1. Infraestrutura das estradas

Com alta no número de acidentes nas estradas, a logística encontra mais um desafio para superar. Esse tipo de problema envolve muito mais do que o atraso na entrega do produto. Envolve a segurança do motorista, integrante da sua equipe.

Para lidar com isso, as empresas podem limitar seu raio de entrega. Com isso, os motoristas não trafegariam em vias perigosas. Manutenções preventivas são uma maneira de manter os veículos da sua empresa circulando por mais tempo e em melhores condições possíveis.

  1. Cálculo do desempenho da operação

Embora o conceito de desempenho possa ser empregado em diversas atividades, o acompanhamento da atividade logística se destaca por sua relevância.

Os gestores devem ter consciência da necessidade de monitoramento e controle, por intermédio da medição dos fatores de prazos de entrega, custos e níveis de estoque.

  1. Organização do espaço físico do estoque

O nível de eficiência obtido com a gestão do estoque tanto pode tornar essa área uma vantagem estratégica, como pode se converter em um obstáculo. A localização e organização dos materiais, a distribuição do espaço e o arranjo das prateleiras impactam no andamento do processo.

Remessas de pedidos incorretos ou incompletos, dificuldade no embarque e atrasos no envio das mercadorias são algumas das consequências observadas quando a administração não dedica atenção a essa atividade.

Para corrigir essa situação, o layout de armazenagem deve ser criado para assegurar a movimentação de carga, maquinários e funcionários de forma segura. Com isso, é possível aproveitar melhor o espaço, reduzir os custos de estocagem e atender aos requisitos de cada produto.

Os desafios da logística consomem importantes recursos financeiros e de pessoal, por isso, os gestores devem dedicar esforços para reduzir sua influência. Dessa forma, é possível melhorar o desempenho e aumentar a margem de lucratividade.

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O que é sell-in e sell-out?

Dentro do processo logístico que visa entregar o produto até o consumidor final, existem muitos momentos entre essa entrega. Estes momentos intermediários precisam ser calculados. O comprador nem sempre tem uma boa comunicação com a empresa.

Sell in e sell out são duas métricas que precisam de atenção. Elas definem o volume de movimentação de produtos nos mais diversos estágios da cadeia de distribuição. Desse jeito, precisam ser constantemente acompanhados pela sua equipe.

Porém, os nomes podem gerar dúvidas em quem trabalha no setor. E, com isso, a qualidade do seu serviço será prejudicada.

Quais as diferenças entre sell in e sell out?

Sell-in

É a venda feita ao cliente varejista, que disponibilizará os produtos ou serviços aos consumidores finais. Para a entrega acontecer, o comprador precisa entender muito bem todas as características. Como, por exemplo, a embalagem, preço, manuseio e as  vantagens de seus produtos.

Sell-out

Venda feita ao cliente final. Para que a venda aconteça, não basta somente disponibilizá-la. É preciso, também, ofertá-la de maneira adequada. Por isso, o cliente final é quem deve ver as vantagens do produto ou serviço quando for consumi-lo.

O conhecimento de público é essencial. O que seu cliente gostaria de receber? Uma promoção? Uma experiência? Resumindo: para ser um bom vendedor, você precisa convencer o seu cliente a comprar de você. Além disso, precisa mostrar como ele poderá fazer a mesma coisa com seu próprio cliente.

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Você sabe a diferença entre gastos e custos logísticos?

pilha de moedas em cima de uma mesa

Você sabe a diferença entre gastos e custos logísticos?

Para quem trabalha na área logística e não tem o costume de lidar de forma direta com a parte contábil do negócio, este assunto pode causar muita confusão quando ao se tratar dos termos custos e gastos.

Os dois termos possuem suma importância para a gestão de recursos, pois evitam gastos desnecessários e falta de investimento em operações deficitárias.

Tenha ciência dos gastos do seu negócio

Os gastos são valores que asseguram o bom funcionamento da empresa. Tudo que for valor monetário usado para produção de serviços ou de bens, é considerado gasto. Como, por exemplo, custos, investimentos e despesas.

De forma mais simples, são movimentações de dinheiro que podem envolver ativos da empresa ou não. Dentro dos gastos, existem dois tipos.

  • GASTOS FIXOS

Gastos fixos são os que estarão todo mês constando na lista. Ou seja, eles não variam. Exemplos:

  • Aluguel do estabelecimento;
  • Salário e tarifas dos profissionais envolvidos;
  • Depreciação de veículos e equipamentos;
  • Seguro;
  • Impostos como IPVA, DPVAT e Taxa de Licenciamento.
  • GASTOS VARIÁVEIS

Ligados à quantidade de produto fabricado e ao número de serviços prestados. Eles não estavam dentro do planejado.

O que são custos?

Os custos são os gastos ligados com a produção e venda de bens ou serviços. Os custos são pontuais e definem os ativos financeiros dedicados à execução de uma ou mais operações.

Dentro dos custos existem os diretos e indiretos.

CUSTOS DIRETOS

Os custos diretos são todos os custos conectados aos veículos, ou seja, estão relacionados ao tempo de utilização deles e à distância percorrida (Km rodado). Podemos citar:

  • remuneração de capital (custo de oportunidade);
  • depreciação dos veículos;
  • combustível, pneus e lubrificantes;
  • lavagens e graxas; e
  • manutenção.
CUSTOS INDIRETOS

No setor de transporte, os custos indiretos não estão diretamente relacionados à operação dos veículos, dessa forma, não variam com a quilometragem rodada. Alguns deles são:

  • encargos e salários gastos, por exemplo, com profissionais do setor de venda, administrativo e comercial, ou seja, colaboradores que não estão em contato direto com a produção;
  • despesas necessárias para o funcionamento do negócio, como impostos, aluguel, entre outros;
  • água, telefone e energia elétrica;
  • serviços de terceiros;
  • impostos e taxas.

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É fato: investimentos chineses podem ser grande chance para o Brasil

Uma opinião é unânime entre especialistas: o Brasil precisa aprender como atrair mais investimentos chineses na área de infraestrutura logística. Assim, o país se tornará mais competitivo no mercado mundial e firmará parcerias comerciais frutíferas com o gigante asiático.
Para Larissa Wachholz, sócia do grupo de consultoria Vallya, esse investimento seria inclusive do interesse das empresas chinesas. Pois, após desenvolverem a infraestrutura interna de seu país, precisam olhar para fora para se manter ativas.
Wachholz participou de debate no dia 06 de setembro durante o seminário Brasil-China, realizado pela Folha. O evento foi patrocinado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex-Brasil), do Banco Modal e da distribuidora Caoa Chery. Ainda teve apoio da CNI (Confederação Nacional da Indústria).
As grandes necessidades do Brasil ainda são infraestrutura e cadeia logística. Nessas áreas, a organização nacional deixa muito a desejar –e a China tem know how, afirmou a palestrante.

Belt and Road

Nesse sentido, uma grande oportunidade é a iniciativa “Belt and Road”. Ela é um megaplano de investimentos do governo chinês para injetar bilhões de dólares em projetos de infraestrutura em vários continentes. Incluindo a Ásia, África, América Latina, Oriente Médio e Europa. Mas isso, afirmou a consultora, requer coordenação de uma estratégia interna e definir posições concretas sobre o que o Brasil pretende alcançar.

Roberto Jaguaribe, presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex-Brasil), apontou como essencial para o crescimento econômico nacional o investimento chinês em áreas como ferrovias, bens de consumo e produção de energia.

Seriam investimentos de interesse da própria China, já que o Brasil pode se mostrar um parceiro valioso. Principalmente pelo potencial produtivo capaz de suprir as grandes necessidades de consumo chinesas.

“O Brasil é um parceiro estratégico enorme. Precisamos construir uma relação calcada na complementaridade econômica e em uma grande convergência que existe entre os interesses dos dois países.”

Algumas das barreiras, destaca Jaguaribe, são a falta de estratégia nacional bem definida para atrair investimentos em áreas-chave, como a infraestrutura logística, e de conhecimento mais aprofundado sobre o funcionamento do mercado chinês.

“Se perguntar a um empresário brasileiro que quer exportar, ele não vai conseguir dizer o nome de uma única empresa onde tenha interesse em inserir seu produto no mercado chinês”, concorda Thomaz Machado, presidente da consultoria ChinaInvest. E a recíproca é verdadeira, diz ele.

Fonte: Portos e Navios

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Nova tabela do frete mínimo vai incluir reajuste de 13% do diesel

Nova tabela do frete mínimo vai incluir reajuste de 13% do diesel

O governo está em alerta porque alas do movimento estão convocando uma manifestação em frente à sede da ANTT no próximo dia 12.

Depois de boatos sobre uma nova paralisação dos caminhoneiros, o governo decidiu acelerar o atendimento de dois pedidos da categoria. São eles: corrigir a tabela de preços mínimos do frete rodoviário e colocar fiscais nas estradas para verificar seu cumprimento. Os detalhes foram discutidos na segunda-feira (3) numa reunião entre técnicos da ANTT e do Ministério dos Transportes.

A nova tabela, com efeitos do reajuste de 13% no preço do diesel anunciado na sexta-feira (31), deverá sair até quarta-feira (5). A expectativa é que ela seja homologada na reunião desta terça da diretoria da ANTT.

A perspectiva de uma correção imediata da tabela conteve, ao menos por ora, o ímpeto de uma nova paralisação. “O governo pode afirmar de forma peremptória que não acontecerá uma nova greve”, disse o ministro-chefe da Secretaria de Governo, Carlos Marun.

Diretrizes

Na mesma reunião, a agência vai discutir as diretrizes para a fiscalização do cumprimento da tabela. Alas do governo pressionam para que o trabalho comece esta semana. No entanto, a área técnica informa que os fiscais não podem multar sem base numa regulamentação específica para isso. Essas regras ainda não existem. Sua elaboração está em curso, mas é um processo demorado. Pelo andamento normal, será finalizado só em dezembro.

Na segunda, ficou acertado que o rito será acelerado ao máximo. O governo está em alerta porque alas do movimento estão convocando uma manifestação em frente à sede da ANTT no próximo dia 12 para cobrar a fiscalização. Antes do aumento do diesel, a falta dela era a principal queixa da categoria.

“Se a ANTT fizer a parte dela, não haverá paralisação”, disse Alexandre Fróes, do Sindicato dos Transportadores Autônomos (Sinditac) de Santa Catarina. “Só depende deles.” Ele acrescentou que as lideranças dos caminhoneiros não estão organizando paralisação. “Caso isso ocorra, vão ser casos isolados”, assegurou. Mas a manifestação para pressionar a ANTT pela fiscalização está mantida, informou. “Eles (a ANTT) têm até o dia 12 para estar funcionando”, disse Wallace Landim, o “Chorão”.

Fonte: Diário de Pernambuco

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Movimento de cargas no Porto de Santos sobe 4,4% em 2018

O Porto de Santos registrou, no primeiro semestre do ano, mais de 76,33 milhões de toneladas de carga movimentadas. Este crescimento foi de 4,4% em relação ao ano passado no mesmo período. Foi o melhor resultado da história para os primeiros sete meses do ano. Embarques e desembarques de mercadorias também tiveram números recordes para o período. Os dados foram copilados pela Gerência de Estatísticas da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp).

Levando apenas julho em conta, houve queda de 1,5% em relação ao mesmo mês do ano passado. A redução já era esperada, pela menor oferta de açúcar, dentre outros fatores. Os embarques somaram 8,56 milhões de toneladas (redução de 3% em relação a julho/2017). Já os desembarques cresceram 2,6% em relação ao ano anterior, com o registro de 3,3 milhões de toneladas.

Movimentação anual

A movimentação de cargas no Porto de Santos em 2018, até julho, foi de 76.338.046 toneladas. Foi o melhor resultado histórico para o período. O total de embarques foi de 54,56 milhões t, crescimento de 2,9% em relação a igual período do ano passado.  O complexo soja (grãos e farelos) apresentou a maior tonelagem.

O 2º produto em movimentação foi o açúcar, com a marca de 8,32 milhões t. O resultado é 25,8% menor que o de 2017, devido à opção das usinas em priorizar a produção de etanol. Em 3º no ranking está o milho, com 2,71 milhões de toneladas. O grão teve safra menor em relação ao período anterior e o escoamento foi impactado atraso nos embarques de soja e pelo impasse no preço do frete. Com isso, houve redução de 2,6% em comparação ao ano anterior (em 2017 foram 2,78 milhões t no período). O escoamento da safra do produto entra no pico neste início de 2º semestre e a projeção é de queda geral no ano.

No fluxo de desembarques, houve crescimento de 8,5% em relação aos primeiros sete meses de 2017. O produto de maior movimentação foi o adubo, com mais de 2,0 milhões t, mantendo-se como a 4º carga de maior tonelagem no Porto de Santos. Na comparação com 2017, houve redução de 6,5% (2,14 milhões t entre janeiro e julho). A 2ª carga mais desembarcada foi enxofre, com 1,26 milhões t (15,9% de crescimento; 1,09 milhões t no ano passado). Um destaque nos desembarques é o trigo, que alcançou seu melhor número histórico: 783,1 mil toneladas, crescimento de 21% em relação a 2017.

Movimento mensal

Em julho de 2018 o Porto de Santos registrou a marca de 11.872.362 toneladas. É a 2ª melhor movimentação para o mês, ficando 1,5% abaixo do apurado em 2017 (12,05 milhões t). Nos embarques, o volume ficou 3% menor do que no mesmo período do ano passado. O destaque é o complexo soja, que mantém números recordes no ano. O crescimento foi 60,9% em relação a julho do ano passado, com 2,49 milhões t (ante 1,55 milhões t do ano passado). O 2º produto mais embarcado foi o açúcar, com 1,48 milhão t, seguido pelo milho (1,22 milhão t), pela celulose (379,1 mil t), e óleo diesel (165,2 mil t).

Nos desembarques, houve crescimento de 2,6% em comparação a julho de 2017. Foram 3,30 milhões t, frente às 3,22 milhões t do mesmo mês do ano anterior. Os produtos de maior movimentação foram o adubo (411,0 mil t) e o enxofre (246,2 mil t).

Contêineres e navios

A movimentação de carga conteinerizada continua em ascensão no Porto de Santos. Em julho, o crescimento em relação ao mesmo mês do ano passado foi de 3,7%. Passaram pelo Porto 345.748 teu (medida padrão, equivalente a um contêiner de 20 pés), contra 333.414 teu em julho de 2017.  O acumulado de janeiro a julho é recorde, apresentando crescimento de 10,5% em relação ao ano passado, totalizando 2.349.165 teu. Em 2017 foram 2.125.897 teu movimentados no mesmo período.

As atracações de navios no Porto de Santos no mês de julho somaram 414 navios, 6 a menos que em julho/2017. No ano, há um acréscimo de 2,2% no número de embarcações, com o registro de 2.854 atracações no período. Em 2017, foram 2.793 atracações de janeiro a julho.

Fonte: Portos e Navios

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