Logitech Science: o que os operadores logísticos precisam saber sobre digitalização no supply chain

Inovações tecnológicas chegam para racionalizar as operações e levar agilidade às tomadas de decisão. É preciso, porém, adotar as novidades levando em conta as demandas de cada empresa e ajustar os processos e ferramentas periodicamente

Há muitos anos o setor logístico vem debatendo as inovações e tecnologias que devem ser aplicadas para melhorar as operações. Agora, porém, é fato: aquele que não adotar o que há de mais moderno e não adequar suas operações estará não um, mas muitos passos atrás de seus concorrentes. Conhecimento e técnicas de vanguarda não são mais diferenciais e sim condições básica para se manter – e não apenas se destacar – no mercado.

E foi isso que o evento Logitech Science apresentou no último dia 22 de maio, em São Paulo. O congresso, que aconteceu durante as feiras FCE Cosmetique e FCE Pharma, no São Paulo Expo, é uma realização da NürnbergMesse Brasil, coorganizado pelo Guia Marítimo, e tem como objetivo servir como palco de debate e apresentação de soluções logísticas. Ele foi concebido para fazer parte de todas as feiras promovidas pela NürnbergMesse Brasil, como os eventos voltados para os setores de varejo e pet, justamente devido à importância da logística nas atividades de todos os segmentos do mercado.

Durante todo o dia, executivos de diferentes companhias expuseram o que há de mais moderno em termos de inovações e discutiram a importância da digitalização da cadeia de suprimentos, com foco nos segmentos farmacêutico e cosmético. Para o global account management de Life Science & Helthcare da DHL Supply Chain, Thorsten Roggenbuck, a meta hoje é tornar a cadeia de suprimentos cada vez mais eficiente, além de focar em inovações tecnológicas nas operações de transporte e armazenagem. Segundo ele, o cenário no Brasil é promissor e apresenta uma vasta oferta de soluções, uma vez que, apenas em 2017, 250 startups focaram suas ações no setor de saúde.

“É preciso pensar na digitalização do supply chain. Esse será o maior impacto para o crescimento das empresas”, diz Roggenbuck. O executivo conta que nos armazéns, por exemplo, 80% das operações ainda são realizadas manualmente. Além disso, completa, apenas 25% das empresas de logística e transporte contam com estratégias digitais.

Para ele, algumas tendências se destacam, como a automação com robótica e o Big Data. “Essas são ações relevantes para os próximos cinco anos. O supply chain 4.0 é mais flexível e trará mais acuracidade para as operações”, resume.

O diretor de Desenvolvimento de Negócios do Grupo Kion, Marcio Cruz, reforça o que diz o executivo da DHL. “Nosso objetivo é tornar os sistemas mais autônomos , com mais conectividade e mobilidade”, pontua.

Ele também revela que algumas tendências no supply chain já estão claras. Entre elas, destaque para a gestão do estoque com espaços dedicados por canais, o micro-fulfillment – softwares analíticos e inteligência artificial –, a utilização dos pontos de venda como centros de distribuição e a entrega autônoma, com a aplicação de veículos autônomos.

Visão macro

As soluções estão à disposição, mas como lidar com elas? O diretor da consultoria Roland Berguer, Sebastian Feldman, diz que é preciso ser mais ágil para responder rapidamente às mudanças. “Hoje, as decisões são tomadas a todo o momento na cadeia de suprimentos para adaptar as operações”, define.

Feldman considera que o omnichannel é uma das modalidades que mais trazem desafios para a cadeia de suprimentos e a digitalização chega para tornar as ações mais transparentes em todas as etapas. “Integração, automação e análise de dados. Esses são os pontos que devem ser observados para a digitalização se tornar parte do negócio da empresa”, pondera.

O CEO da Serinews Marketing Intelligence, Marco Marcelino, concorda com Feldman, e faz uma ressalta. “É importante avaliar se a transformação digital está alinhada ao negócio da empresa”. Para ele, além de investir em inovação, é fundamental no desenvolvimento de modais mais eficientes. “Tecnologia também demanda direcionar os funcionários certos para as atividades corretas.”

O executivo ainda lembra que alguns aspectos devem ser levados em consideração ao utilizar o Big Data, como não entrar em modismos, utilizar dados segundo a dinâmica do negócio, investir sem pensar nos resultados e pensar na transformação futura e não imediata.

O diretor João Pedro Castelo Branco, da McKinsey &Company, conta que além do cliente interno é fundamental ter um trabalho individualizado com o cliente externo, com ações colaborativas, por exemplo, com os fornecedores. “Atualmente é necessário ter uma visão de toda a cadeia e não apenas nos pontos de gargalo.”

Para o executivo, algumas inovações realmente farão a diferença e trarão resultados palpáveis. Ele cita a automação do planejamento e o machine learning, o planejamento na nuvem e o desenvolvimento de plataformas de inovação. “Com o supply chain 4.0 há um redução entre 65% e 75% nas quebras de atendimento de pedido”, calcula.

Como tendência o diretor cita a uberização do transporte, num primeiro momento regionalizada. Depois disso, ele acredita na expansão do modelo para grandes centros urbanos para posterior desenvolvimento de plataformas que centralizem a oferta do serviço.

Processo contínuo

A Accenure também está de olho nas inovações voltadas ao supply chain e as empresas de logística. A managing director de Supply Chain, Aline Ribeiro, afirma que as ferramentas tecnológicas chegaram para solucionar questões e trazer flexibilidade com baixo custo e mais agilidade. “Pra isso, é importante que as empresas tenham visibilidade”, diz.

Ela explica que o modelo de negócios no supply chain está mudando e hoje existe todo um ecossistema de parceiros para definir o que será efetuado internamente e o que será terceirizado. Isso tem um motivo, segundo a executiva. “A visibilidade detalhada e integrada de toda a cadeia de suprimentos permite ter uma visão desde o fornecedor até a entrega do produto ao cliente final. E empresas excelentes são maduras quanto à redução de custos e nível de serviço.”

Aline chama a atenção para outros pontos. O estoque, por exemplo, deve ser integrado ao ciclo do pedido a fim de proporcionar eficiência ao abastecimento, e a rede de distribuição deve ser multicanal. “Hoje, há segmentação no supply chain, por isso as empresas não conseguem ser eficientes em todos os canais. Já a segmentação foca nas necessidades dos clientes”, frisa. Além disso, completa, o supply chain atual é orientado por serviços.

A designação racional das equipes de trabalho também merece destaque e alguns novos setores são necessários para a correta gestão do supply chain. Configuração, conexão, operação e gestão são os departamentos que, hoje, fazem a diferença numa boa cadeia de suprimentos.

A executiva faz um último lembrete. “As tecnologias não chegam sozinhas. É um processo evolutivo. É preciso criar uma jornada, ter uma visão de longo prazo, mas ajustando os processos periodicamente.”

Fábio Penteado

Fonte: Tecnologística

VANTAGENS EM CONTRATAR UM GALPÃO LOGÍSTICO

Para entrar no mercado competitivo da área logística, sua empresa precisa de recursos. O mais importante, é que você tenha um bom espaço físico. Essa é uma das maiores preocupações de muitas empresas, já que o preço dos espaços vem aumentando, cada vez mais. Mas calma! Não é preciso se preocupar! A solução para esses casos é muito simples, barata e segura: galpões logísticos!

Os galpões logísticos são uma excelente alternativa para seu negócio que precisa de mais espaço para as atividades. Alugar é a opção mais acessível, falando de forma econômica. Além disso, ele traz muitas vantagens para quem o contratar. Abaixo, a LMX Logística demonstra as vantagens de alugar um galpão logístico.

  1. Investimento inicial baixo

É óbvio que alugar um galpão logístico é bem mais barato que construir ou comprar um galpão inteiro. Por isso, a sugestão é o aluguel. É mais prático, mais barato e até mais seguro. É fácil de encontrar um lugar que atenda às suas expectativas e suas necessidades. Para alugar, é preciso apenas cobrir os custos do aluguel e a documentação necessária.

  1. Expansão das operações

O aluguel de um galpão logístico permite que você aumente suas operações conforme a necessidade do seu negócio. Permite também a possibilidade de descentralização dos processos de produção e até o estoque. A eficiência e o desempenho do operador logístico melhoram seu nível de eficiência na entrega, aumentando, assim, a credibilidade da sua empresa com seu cliente.

  1. Localização em grandes centros

É importante lembrar que os melhores locais para armazenar suas mercadorias são os centros urbanos. Lá, a possibilidade de vender melhor é garantida. Na maioria das vezes, os galpões estão localizados em locais estratégicos, facilitando as entregas.

Além das vendas, o local estratégico ajuda no transporte da mercadoria, que se torna mais rápido e barato.

  1. Estrutura mais adequada

Por já ter uma estrutura pronta e adequada, o galpão logístico está preparado para receber operações logísticas e estoques. Assim, o processo se torna mais prático, mais eficiente e com custos reduzidos.

A tecnologia aplicada no galpão logístico também é uma vantagem. A LMX Logística, por exemplo, possui um WMS (Warehouse Management System), sistema de gestão de armazém, que auxilia na otimização de espaços e organização do fluxo e distribuição dos produtos, se integrando aos sistemas de gestão de informações corporativos (ERP). Assim, atendemos nossos clientes com as melhores opções para suas necessidades.

Essas são algumas das vantagens que um galpão logístico pode trazer para seu negócio. É importante estar atualizado para que entenda sobre as demandas da sua empresa e para que você contrate o galpão que mais atenda às suas expectativas.

Precisa de um galpão logístico para armazenar suas mercadorias? Entre em contato conosco!

Por Julia Onorato

O que é Armazenagem Flow-Rack?

Conhecido por sua versatilidade, o sistema de armazenagem Flow-Rack possibilita a estocagem modo FIFO (First In, First Out). Este método dita que os itens devem ser mantidos no armazém por ordem de chegada, de forma cronológica. Ou seja, o primeiro que chegar tem que ser o primeiro a sair também.

Essa organização é parecida com uma fila e deixa a retirada dos materiais mais fácil e a reposição de estoque também.

O que é a armazenagem Flow-Rack?

Um dos maiores exemplos de desenvolvimento das formas de movimentação dentro de um armazém é o uso de esteiras para a movimentação de caixas e embalagens  entre as áreas do depósito.

Desse jeito, nasce o Flow-Rack, um processo parte da estocagem e da expedição de pedidos. Estes pedidos podem ser endereçados para os clientes ou para a linha de  produção.

Como o Flow-Rack funciona?

Para esse processo funcionar, é preciso moldar a área de estocagem para que a movimentação das prateleiras seja o mecanismo protagonista. Assim, adotar roletes e rodízios é a melhor opção para atingir o sucesso.

Após entrar no depósito, o material é colocado na prateleira específica. Com a inclinação da estrutura, a peça desliza até a ponta, formando um fila. Quando este é retirado, o produto seguinte entra no lugar. Logo, se mantém-se a ordem do “primeiro que entra, primeiro que sai”.

Este método funciona melhor para empresas com estoque de peças e embalagens de menores dimensões, pois o Flow-Rack depende da ação da gravidade.

Quais são as vantagens do Flow-Rack?

1) Aumenta a eficiência da saída dos pedidos: desde as tarefas mais simples (localização da mercadoria, separação e embalagem) até as mais complexas, é nítido que o flow-rack agiliza as atividades.
2) Garante a integridade física das mercadorias: Evita avarias, pois as colisões e quedas são raras e, assim, previne prejuízos.
3) Favorece o abastecimento da linha de produção: A área de produção não vai superlotar ou sofrer com falta de produtos, pois o reabastecimento é de acordo com a necessidade.

E aí? Gostou da tecnologia Flow-Rack? Tem mais dúvidas sobre logística? Entre em contato com a nossa equipe para saber mais.

Por Julia Onorato

Logística: descubra três curiosidades sobre este ramo!

Como tudo no mundo, a logística também possui uma história de jornada para ser do jeito que a conhecemos hoje. Por isso, apresentaremos três curiosidades sobre a logística que, muito provavelmente, você ainda não conhecia.

  • A Logística surgiu durante o período de Grandes Guerras

Em todo filme sobre guerras aparece uma cena em que o comandante da operação mostra as melhores estratégias para ataque, maneiras de estocar alimentos e equipamentos. Toda essa conversa é pura logística! Foi durante períodos de guerra que a logística surgiu.

Por mais recente que seja este assunto, a logística é tão antiga quanto às guerras. Durante esses conflitos, os grandes exércitos precisavam garantir a manutenção de seus recursos. Além, claro, de garantir o deslocamento das tropas, armas e suprimentos.

Nesta época, existia o responsável por traçar cada caminho, para que o exército transitasse por áreas seguras, com temperaturas ideias, água disponível e várias outras condições que ajudassem na sobrevivência dos soldados.

Por isso que, normalmente, quem trabalha com logística acaba mandando muito bem naquele jogo de tabuleiro War.

  • A Logística no Brasil

Mesmo sendo uma senhora, a logística conseguiu amadurecer comercialmente no Brasil apenas na década de 1990. Quer saber o motivo? A gente te conta! Foi nessa época que se instalou o processo de redução das alíquotas de importação.

Com a abertura do mercado internacional, as empresas brasileiras se viram obrigadas a competirem mais ferozmente. Levar o produto para perto do seu consumidor final, era um baita diferencial.

  • Recorde Olímpico

Nas Olimpíadas de 2016, no Brasil, o crescimento da logística foi indiscutível. Durante os jogos, 30 milhões de itens foram movimentados. Mas os operadores logísticos não finalizaram suas atividades no final das Olimpíadas. Eles só terminaram um ano depois. Curioso, não?

Isso aconteceu porque a logística é sempre a última a sair e após a desmobilização e a logística reversa.

Equipe LMX

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Vantagens ao contratar um operador logístico

Vantagens ao contratar um operador logístico

Todo profissional deve saber que a logística é uma parte muito importante para qualquer negócio. Com um serviço de logística desorganizado, os custos em transporte e armazenamento crescem muito, a empresa não consegue cumprir com a demanda e os seus prazos e, assim, seus clientes ficam insatisfeitos. É como uma bola de neve.

Para ter um bom serviço logístico, o mais adequado é contratar um operador logístico com experiência no mercado.

Listamos abaixo as vantagens de ter um operador logístico no seu negócio.

  • O que é um Operador Logístico?

Operador Logístico não se trata de uma profissão. Trata-se de uma empresa que presta serviços e é capaz de cuidar de todos os processos de um supply chain de maneira personalizada. Assim, todas as necessidades únicas do seu negócio serão atendidas.

Abaixo, listaremos motivos para você contratar um operador logístico para a sua empresa. 

1– Despesas com transporte e armazenamento caem 

Com um operador logístico especializado, sua empresa conseguirá otimizar seu processo de armazenamento e transporte. Com isso, o tempo de trabalho será reduzido e seus custos minimizados.

2 – Minimiza os custos com mão de obra

Ao optar por terceirizar sua logística, as organizações não precisam mais se preocupar com questões trabalhistas, já que o operador logístico possui uma equipe própria.

3 – Evita que problemas atinjam a cadeia logística

O operador logístico consegue enxergar problemas que poderão acontecer ao longo da cadeia logística. Assim, criam-se estratégias para que eles não prejudiquem o trabalho da empresa. Dessa forma, os riscos de atrasos no cronograma de entrega são minimizados e a organização evita que seus clientes sejam impactados.

4 – Entrega expertise para os gestores e sua equipe

O operador logístico terceirizado, devido ao elevado nível técnico de sua equipe, entrega para o negócio práticas, estratégias e abordagens inovadoras de gestão da cadeia logística.

Equipe LMX

E aí? Te convencemos da importância de ter um operador logístico ao seu lado? Então, aproveite e entre em contato com a nossa equipe comercial para tirar suas dúvidas!

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Inscrições abertas pela PUC-Rio para Mestrado profissional em Logística

São dois anos de curso e as inscrições serão até o dia 25 de fevereiro.

A PUC-Rio abriu o período de inscrições para o Mestrado profissional em Logística. O início do período letivo será em março e voltado para engenheiros, economistas, administradores e profissionais de nível superior que sejam voltados para a logística.

O objetivo do curso é formar profissionais capacitados para atuar no ambiente produtivo, elaborar novas técnicas e resolver questões referentes a sistemas logísticos.

O mestrado profissional stricto-sensu torna o aluno capaz de desenvolver análises e estudos complexos para a solução de problemas do cotidiano profissional usando métodos científicos e técnicas avançadas. A seleção será feita pela Coordenação Central de Extensão da PUC-Rio baseada no histórico escolar da graduação, cartas de referências, currículo e, caso necessário, entrevista com o candidato. A inscrição custa R$50,00 e vai até o dia 25 de fevereiro.

As aulas acontecem quintas e sextas-feiras, das 19h às 22h e sábado das 9h às 13h na Unidade Gávea da PUC-Rio. Os candidatos podem obter mais informações e se inscrever em 0800-970-9556 ou no site da Coordenação Central de Extensão da PUC-Rio  cce.puc-rio.br

Fonte: Mundo Logístico

Equipe LMX

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O que é lead time em logística e qual a sua importância?

O que é lead time em logística e qual a sua importância?

O Lead Time é uma expressão em inglês que, de forma resumida, significa tempo de espera. Ou seja, o tempo de chegada e a entrega do produto até seu cliente. Na logística, ela tem um significado bem mais amplo e complexo.

No meio logístico, o lead time é o tempo usado da produção até a transformação em produto final de uma mercadoria. Seu objetivo é ter uma maior precisão na hora de calcular os processos de entregas das mercadorias. Assim, o domínio sobre os procedimentos é maior e os indicadores serão mais exatos quando relacionados ao estoque e compras.

Qual a importância desse indicador?

O objetivo das empresas é sempre diminuir o seu lead time. O cálculo e análise dele podem ser usados para um maior embasamento na organização do seu negócio.

O Lead Time é um desafio interno para evitar que seu cliente fique insatisfeito com a sua empresa. Quanto menor o lead time, melhor. Para reduzi-lo, uma das saídas é manter sempre altos níveis de estoque dos seus produtos. Entretanto, essa não é a única saída e nem a mais indicada, pois gera altos custos para a empresa. Podendo, ainda, a empresa sair perdendo com produtos parados em seu estoque.

Como calcular o lead time

Os passos para fazer esse cálculo são:

Liste os produtos exigidos para determinado trabalho

Os elementos necessários para instalações e reparos também devem ser considerados, além das matérias-primas usadas na fabricação.

Descubra o tempo necessário para a aquisição de cada item

Esse fator depende dos fornecedores e outros aspectos, como distância. Por exemplo: se o fornecedor de determinado insumo está localizado em outro estado, a chegada do material pode demorar 5 dias ou mais. Lembre-se de analisar se o parceiro trabalha exclusivamente em dias de semana, porque, nesse caso, deve-se excluir o final de semana do cálculo.

Escolha o elemento com o maior prazo de entrega

Os itens verificados anteriormente devem servir como base e você deve usar aquele com prazo mais longo. Anote o tempo que demorará para receber o material. Acrescente um dia à contagem, caso sua empresa conte com inventário de matérias-primas ou produtos.

Defina o número de dias/horas para a finalização do produto/serviço

O tempo de fabricação do produto ou do término do serviço deve ser levado em conta. Acrescente finais de semana e possíveis atrasos, reparos em equipamentos ou ausência de funcionários nesse processo.

Adicione o tempo de espera para receber os produtos

Esse acréscimo deve ser feito à contagem do tempo de fabricação ou para conseguir um funcionário que instale o produto. A soma desses pontos será o lead time.

Equipe LMX

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Saiba como superar os maiores desafios da logística

De início, a distribuição de produtos se limitava apenas no papel operacional e na sua pouca repercussão no ramo. Entretanto, empreendedores da nova geração já perceberam que existem desafios para serem superados para a operação não ser afetada.

O gestor precisa identificar e achar formas de diminuir os riscos e alcançar resultados positivos para a empresa.

  1. Segurança no transporte

Garantir que a entrega aconteça de forma segura é de suma importância para o setor de transportes. Acidentes e roubos de carga são o tipo de imprevisto mais prejudiciais para a logística.

Logo, conscientizar e prevenir são as palavras chave para minimizar riscos para sua empresa. É preciso se certificar de que os motoristas obedeçam à legislação de trânsito, evitem excesso de velocidade e não bebam antes de dirigir.

Além disso, as longas viagens são desgastantes e ainda podem contar com chuva. Esse tipo de viagem é a maior causador de acidentes nas estradas.

A transportadora precisa garantir que exista a qualidade do transporte e de que o veículo não esteja sobrecarregado e que esteja em boas condições para trafegar.

  1. Infraestrutura das estradas

Com alta no número de acidentes nas estradas, a logística encontra mais um desafio para superar. Esse tipo de problema envolve muito mais do que o atraso na entrega do produto. Envolve a segurança do motorista, integrante da sua equipe.

Para lidar com isso, as empresas podem limitar seu raio de entrega. Com isso, os motoristas não trafegariam em vias perigosas. Manutenções preventivas são uma maneira de manter os veículos da sua empresa circulando por mais tempo e em melhores condições possíveis.

  1. Cálculo do desempenho da operação

Embora o conceito de desempenho possa ser empregado em diversas atividades, o acompanhamento da atividade logística se destaca por sua relevância.

Os gestores devem ter consciência da necessidade de monitoramento e controle, por intermédio da medição dos fatores de prazos de entrega, custos e níveis de estoque.

  1. Organização do espaço físico do estoque

O nível de eficiência obtido com a gestão do estoque tanto pode tornar essa área uma vantagem estratégica, como pode se converter em um obstáculo. A localização e organização dos materiais, a distribuição do espaço e o arranjo das prateleiras impactam no andamento do processo.

Remessas de pedidos incorretos ou incompletos, dificuldade no embarque e atrasos no envio das mercadorias são algumas das consequências observadas quando a administração não dedica atenção a essa atividade.

Para corrigir essa situação, o layout de armazenagem deve ser criado para assegurar a movimentação de carga, maquinários e funcionários de forma segura. Com isso, é possível aproveitar melhor o espaço, reduzir os custos de estocagem e atender aos requisitos de cada produto.

Os desafios da logística consomem importantes recursos financeiros e de pessoal, por isso, os gestores devem dedicar esforços para reduzir sua influência. Dessa forma, é possível melhorar o desempenho e aumentar a margem de lucratividade.

Equipe LMX

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O que é sell-in e sell-out?

Dentro do processo logístico que visa entregar o produto até o consumidor final, existem muitos momentos entre essa entrega. Estes momentos intermediários precisam ser calculados. O comprador nem sempre tem uma boa comunicação com a empresa.

Sell in e sell out são duas métricas que precisam de atenção. Elas definem o volume de movimentação de produtos nos mais diversos estágios da cadeia de distribuição. Desse jeito, precisam ser constantemente acompanhados pela sua equipe.

Porém, os nomes podem gerar dúvidas em quem trabalha no setor. E, com isso, a qualidade do seu serviço será prejudicada.

Quais as diferenças entre sell in e sell out?

Sell-in

É a venda feita ao cliente varejista, que disponibilizará os produtos ou serviços aos consumidores finais. Para a entrega acontecer, o comprador precisa entender muito bem todas as características. Como, por exemplo, a embalagem, preço, manuseio e as  vantagens de seus produtos.

Sell-out

Venda feita ao cliente final. Para que a venda aconteça, não basta somente disponibilizá-la. É preciso, também, ofertá-la de maneira adequada. Por isso, o cliente final é quem deve ver as vantagens do produto ou serviço quando for consumi-lo.

O conhecimento de público é essencial. O que seu cliente gostaria de receber? Uma promoção? Uma experiência? Resumindo: para ser um bom vendedor, você precisa convencer o seu cliente a comprar de você. Além disso, precisa mostrar como ele poderá fazer a mesma coisa com seu próprio cliente.

Equipe LMX

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Você sabe a diferença entre gastos e custos logísticos?

pilha de moedas em cima de uma mesa

Você sabe a diferença entre gastos e custos logísticos?

Para quem trabalha na área logística e não tem o costume de lidar de forma direta com a parte contábil do negócio, este assunto pode causar muita confusão quando ao se tratar dos termos custos e gastos.

Os dois termos possuem suma importância para a gestão de recursos, pois evitam gastos desnecessários e falta de investimento em operações deficitárias.

Tenha ciência dos gastos do seu negócio

Os gastos são valores que asseguram o bom funcionamento da empresa. Tudo que for valor monetário usado para produção de serviços ou de bens, é considerado gasto. Como, por exemplo, custos, investimentos e despesas.

De forma mais simples, são movimentações de dinheiro que podem envolver ativos da empresa ou não. Dentro dos gastos, existem dois tipos.

  • GASTOS FIXOS

Gastos fixos são os que estarão todo mês constando na lista. Ou seja, eles não variam. Exemplos:

  • Aluguel do estabelecimento;
  • Salário e tarifas dos profissionais envolvidos;
  • Depreciação de veículos e equipamentos;
  • Seguro;
  • Impostos como IPVA, DPVAT e Taxa de Licenciamento.
  • GASTOS VARIÁVEIS

Ligados à quantidade de produto fabricado e ao número de serviços prestados. Eles não estavam dentro do planejado.

O que são custos?

Os custos são os gastos ligados com a produção e venda de bens ou serviços. Os custos são pontuais e definem os ativos financeiros dedicados à execução de uma ou mais operações.

Dentro dos custos existem os diretos e indiretos.

CUSTOS DIRETOS

Os custos diretos são todos os custos conectados aos veículos, ou seja, estão relacionados ao tempo de utilização deles e à distância percorrida (Km rodado). Podemos citar:

  • remuneração de capital (custo de oportunidade);
  • depreciação dos veículos;
  • combustível, pneus e lubrificantes;
  • lavagens e graxas; e
  • manutenção.
CUSTOS INDIRETOS

No setor de transporte, os custos indiretos não estão diretamente relacionados à operação dos veículos, dessa forma, não variam com a quilometragem rodada. Alguns deles são:

  • encargos e salários gastos, por exemplo, com profissionais do setor de venda, administrativo e comercial, ou seja, colaboradores que não estão em contato direto com a produção;
  • despesas necessárias para o funcionamento do negócio, como impostos, aluguel, entre outros;
  • água, telefone e energia elétrica;
  • serviços de terceiros;
  • impostos e taxas.

Equipe LMX

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