Portos brasileiros vão crescer 3,5% em 2019

Portos e terminais privados movimentarão 1,15 bilhão de toneladas de mercadorias neste ano

Os portos brasileiros e os terminais privados vão movimentar 1,15 bilhão de toneladas de mercadorias neste ano. O volume representa um crescimento de 3,5% na comparação com as operações realizadas no ano passado. A informação é do diretor da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Francisval Mendes.

O executivo destaca, ainda, que, em 2018, houve um crescimento de 13% no transporte de contêineres pela cabotagem. Isto significa que, no ano passado, foram transportados 1,3 milhão de TEU (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) através da cabotagem.

Já no período entre 2010 e 2018, conforme Mendes, o transporte de contêineres na cabotagem cresceu 146%. Quase a metade desse volume, 49% das cargas, tem origem ou destino no Estado de São Paulo. Outros 11% se dão entre São Paulo e o Amazonas, o que demonstra a importância dessa navegação para as economias das diferentes regiões do país.

“Considerando todos os tipos de cargas, a navegação de cabotagem movimentou 230,7 milhões de toneladas no ano passado, apresentando crescimento de 3,75% em relação a 2017.”

Mendes ressaltou, também, a navegação de longo curso, que representa 74% do total das cargas operadas no país. Esse tipo de navegação transportou 824 milhões de toneladas, registrando crescimento de 2,38% na comparação com 2017.

Fonte: A Tribuna

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Movimentação no Porto de Santos cresce 0,6% em janeiro

Movimentação no Porto de Santos cresce 0,6% em janeiro

A movimentação de cargas no Porto de Santos aumentou 0,6% no mês passado. Ultrapassou a marca de 9 milhões de toneladas. Segundo a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp, a Autoridade Portuária de Santos),  a previsão é que o complexo marítimo registre um aumento de 2% sobre o registrado em 2018.

Os dados do movimento foram divulgados na tarde de ontem pela Codesp. Segundo a empresa, os embarques nos terminais da região cresceram 0,6%, enquanto os desembarques, 0,7%.

O crescimento verificado em janeiro foi fortemente influenciado pelo aumento de 56% na carga de maior representatividade quanto à tonelagem. O complexo soja (grão e farelo), que somou 1,15 milhão de toneladas. Esse volume representou quase 13% do movimento geral e a cerca de 20% das cargas embarcadas.

Mercadorias

Outra mercadoria com participação significativa nas operações do mês passado foi o adubo, com 450 mil toneladas descarregadas.

Também se destacaram as exportações de carne (alta de 143,8%, totalizando 105 mil toneladas) e as descargas de sal (aumento de 355,2%, com 84 mil toneladas).

O movimento de contêineres nos terminais registrou uma queda de 12,2% no total de TEU (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) e de 12,6% da tonelagem. Apesar disso, a marca é a segunda maior para o mês: 291.295 TEU. Em janeiro de 2018, foram 331.748 TEU.

No mês passado, o complexo marítimo teve 389 atracações de navios, 2,8% a menos do que em janeiro do último ano.

Fonte: A Tribuna

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O impacto do Just In Time na Logística

O impacto do Just In Time na Logística

Como já se foi falado, aqui em nosso blog, a logística possui muitos termos técnicos. Um deles é o Just In Time.  Você já sabe o que significa esse termo? E sabe como pode aplica-lo ao seu negócio? Conhece quais são as suas principais vantagens quando implementada de forma bem-sucedida?

Não? Então, continue lendo nosso artigo para tirar suas dúvidas.

Introdução

O setor logístico se aprimora cada dia mais. Os últimos anos foram importantes para o nascimento e desenvolvimento de novas tecnologias que ajudam nas atividades logísticas.

 O que é Just in Time?

O Just In Time surgiu na empresa Toyota, aquele famoso Sistema de Produção da empresa automobilística. O Just In Time começou a se desenvolver em 1960, por causa dos obstáculos que o Japão enfrentava no pós-guerra.

Para entender sobre o Just In Time, é preciso avaliar as mudanças que o setor produtivo vivenciou. Como, por exemplo, a padronização da produção e dos processos de trabalho, a redução do desperdício, entre outras muitas mudanças.

Se você está se perguntando quais as vantagens que o Just In Time traz para a Logística, pode ficar tranquilo! Citaremos as principais, veja abaixo:

Redução do estoque

O excesso de mercadorias nos armazéns é um problema para qualquer negócio, pois demanda espaço e aumenta custos operacionais. Por exemplo, a mercadoria fica muito tempo parada, gastando com a estadia no armazém e podem ser desperdiçadas por falta de procura do mercado.

Com a minimização do inventário, a produção passa a ser feita de acordo com a demanda de matérias-primas em cada etapa da produção. Por isso, o envolvimento dos fornecedores é fundamental para manter o fluxo de abastecimento de acordo com o que foi programado.

Evita o desperdício

Para muitas empresas, as principais perdas financeiras podem ser observadas durante a produção e, principalmente, com a manutenção de estoques elevados. O Just in Time muda esse cenário, pois requer a eliminação da prática de acumular.

O aprimoramento da linha de produção também contribui para evitar o desperdício com produtos defeituosos que devem ser descartados ou refeitos, gerando novos custos. Portanto, a obtenção da quantidade mínima de insumo, peças, equipamento e mão-de-obra é vantajosa.

Favorece o fluxo de caixa

Os benefícios financeiros não ficam restritos à economia, mas também afetam o fluxo de receitas e o pagamento das despesas da empresa. Isso ocorre porque há o desembolso de recursos para pagar os fornecedores antes mesmo que as vendas possam ser realizadas.

Esse desequilíbrio é capaz de causar problemas a longo prazo. Já a proposta do Just in Time garante que as compras sejam realizadas conforme a necessidade, evitando, dessa forma, gastos excessivos.

Equipe LMX

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Você sabe como funciona a armazenagem de alimentos perecíveis?

Você sabe como funciona a armazenagem de alimentos perecíveis?

Uma das maiores dificuldades para quem trabalha com logística é enfrentar os desafios da armazenagem de alimentos. Ter que atender todas as exigências deste mercado e preservar as mercadorias, é preciso trabalhar em cima de um planejamento estratégico. Este planejamento envolve desde a cadeia de suprimentos até as prateleiras dos supermercados.

Trabalhar no setor de alimentos exige muito cuidado, pois é algo que afeta a saúde do consumidor. Por isso, trabalhar pensando em todas as etapas de transporte para conservação da mercadoria é fundamental.

Qual a maneira mais adequada de se acondicionar alimentos?

Para tudo ser trabalhado dentro dos conformes, é preciso entender que os alimentos trocam constantemente de embalagem. Conforme eles avançam no processo de produção, troca a embalagem.

Os produtos alimentícios, após a colheita, são deslocados até centros de distribuição antes da etapa de beneficiamento. Os grãos, como arroz, feijão, milho e trigo utilizam sacos a granel. Já as etapas seguintes utilizam invólucros plásticos, que evitam o contato com o ar e ambiente externo para prevenir a contaminação e consequente deterioração.

Alimentos frescos são mais frágeis e podem sofrer mais danos durante o seu transporte. Como, por exemplo, as hortaliças e ovos. Estes alimentos necessitam de embalagens mais resistentes para seu acondicionamento e transporte.

Como gerenciar o armazém para preservar os produtos?

Normalmente, o escoamento da produção de alimentos é dependente direto de armazéns e centro de distribuição. Assim, os alimentos são mantidos armazenados durante o período para envio ao varejo.

Para alimentos industrializados, o melhor método de estocagem é o PVPS, o Primeiro que Vence, Primeiro que Sai.

O método é adotado para evitar grandes perdas de alimento e garantir que as mercadorias mais próximas da data de vencimento sejam vendidos o quanto antes.

Essa medida é vital para prevenir prejuízos e reduzir os custos referentes a mercadorias que já podem ser comercializadas devido ao seu vencimento.

Como preparar a operação logística para alimentos?

Agora, chegou uma das partes mais importantes: o transporte seguro dos alimentos. Entre as principais formas de conservação, estão:

  • câmaras refrigeradas;
  • paletes para movimentação dos lotes;
  • métodos de iluminação e ventilação adequados; e
  • cobertura para evitar a contaminação por agentes externos.

Além do acondicionamento apropriado, o deslocamento desses alimentos deve acontecer de maneira rápida. Afinal, alimentos como hortaliças e carnes têm um curto período de durabilidade fora das condições favoráveis. Portanto, fazer uma grande rota não é aconselhado.

Por isso, a escolha do operador logístico responsável requer uma avaliação das qualificações e experiência para cuidar desde a fase de coleta até a entrega dos produtos perecíveis.

A principal dica para manter a eficiência e segurança desse processo é considerar as especificidades de cada produto. Assim, alimentos congelados, por exemplo, recebem o tratamento adequado para a sua conservação em todas as etapas da sua distribuição.

A execução da atividade de logística para alimentos é essencial para economia, escoamento da produção e saúde dos consumidores.

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Entenda mais sobre logística internacional e sua otimização

Entenda mais sobre logística internacional e sua otimização

Quando se fala de logística internacional, a maioria das pessoas não sabe diferencia-la da logística nacional. Muitas vezes, é complexo apontar os reais obstáculos em cada processo ou de garantir que o atendimento da sua empresa será excelente e sem erros.

Ao se tratar de comércio entre países estrangeiros, essas perguntas surgem com frequência nas cabeças dos que trabalham com isso. Para regularizar e enviar as cargas é um desafio, mas nada que não possa ser superado.

Confira abaixo algumas dicas para você ter um melhor aproveitamento da logística internacional!

O que é a logística internacional?

Atualmente, a logística “clássica” tem importante papel no planejamento estratégico da empresa.  Isso acontece, pois a logística lida com o abastecimento de mercadorias das empresas. Porém, no âmbito internacional existem mais participantes e regulamentações que devem ser seguidas para o envio de cargas para o exterior.

Qual é a sua importância para a movimentação de mercadorias?

Para que existam os canais de comercialização entre os países estrangeiros, foi preciso esforço político e econômico para diminuir as barreiras comerciais. Além, é claro, de estimular relações entre países produtores e consumidores. Portanto, a manutenção do comércio internacional depende da infraestrutura logística que fornece:

  • portos;
  • rodovias;
  • aeroportos; e
  • alfândegas.

Pode parecer fácil, mas, no comex, existem conjuntos de obrigações e burocracias que devem ser cumpridas para regularizar as cargas que transitam no Brasil.

Como aprimorar e agilizar esse processo?

Busque prever a demanda

A previsão de demanda é extremamente importante para o comex. Entretanto, quando você decidir que vai começar a exportar mercadorias, sua atenção deve dobrar. Afinal, são mercados distintos e que podem reagir de formas inesperadas quando um novo produto aparece em cena.

Escolha o transporte mais adequado

Na atividade logística existem diversos meios pelos quais as mercadorias podem ser despachadas até o seu destinatário. Cada opção tem os respectivos custos, prazos de entrega e necessidades de acomodação para garantir um transporte seguro.

Por isso, é preciso escolher com cautela a melhor opção para a sua empresa.

Utilize um software de gestão

A gestão de grandes volumes de dados, os registros de transações de compra e venda, e o cálculo de tributos são atividades fundamentais dentro do comércio exterior que não podem ser controladas manualmente.

Desse modo, é essencial adquirir um sistema capaz de processar informações e armazenar documentos para posterior consulta. Essa medida também garante a acuracidade em todas as etapas do processo.

Analise o histórico de entrega dos fornecedores

O comércio internacional está sujeito a diversos imprevistos que podem causar o atraso no recebimento da carga. Acidentes durante o trajeto, fiscalização portuária e a falta de documentos podem estender o prazo de entrega significativamente.

Em vista disso, é importante analisar o comportamento dos fornecedores e avaliar a sua capacidade de solucionar problemas de forma ágil. Essa medida garante o fluxo contínuo de abastecimento e fortalece a relação com os parceiros.

Por fim, vale ressaltar que, após implementar as boas práticas de logística internacional é fundamental verificar o seu desempenho. Desse modo, é possível avaliar o nível de sucesso e realizar alterações em caso de necessidade.

Equipe LMX

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Como aplicar a gestão da inovação na logística?

Como aplicar a gestão da inovação na logística?

Você sabe o que é gestão de inovação? Já pensou em instalar no setor logístico do seu negócio? Para seu nome ser destaque no meio da concorrência, você precisa implantar essa ideia.

A inovação é a chave para as portas do sucesso. Para reduzir os custos e atingir resultados positivos, a gestão deve ser aplicada à logística. A LMX te ajuda a entender melhor sobre o assunto. Continue lendo!

O que é gestão da inovação?

De forma resumida e rápida, gestão da inovação tem o objetivo de aperfeiçoar o processo de produção dentro da logística da sua empresa. Implantando novas atitudes, novas ideias e, assim, melhorando a realização de atividades já existentes na sua empresa.

O maior objetivo dessa prática é adequar os processos internos, encontrar as melhores oportunidades, reduzir os custos e ter resultados muito positivos.

É possível alcançar esses objetivos de maneiras distintas. O investimento em tecnologia, um mapa do processo de distribuição e oferta de serviços diferenciados.

Como aplicar a gestão da inovação à logística?

É preciso pensar em três critérios principais. Veja abaixo:

1)     Produto

Foca na transformação da visão do cliente sobre seu produto. Isso acontece por meio da agregação de valor e diferencial competitivo.

Essa situação pode ser exemplificada pelas embalagens diferentes, que asseguram o bom acondicionamento do item e atraem a atenção do consumidor.

2)    Processos

Foca nas etapas da produção.

Com a melhoria dos processos, é possível chegar a melhores resultados, reduzir custos e desperdícios, aumentar a produtividade e eliminar as atividades desnecessárias.

3)    Modelo de negócios

Refere-se às mudanças inovadoras, que são direcionadas à prestação de serviços ao cliente.

O objetivo é melhorar a forma como os consumidores receberão os produtos ou serviços ofertados.

Definição da visão de inovação

Objetiva delimitar um cenário futuro de atuação empresarial, que deve atender as competências exigidas para que processos e produtos se desenvolvam.

Com isso, a empresa consegue se posicionar melhor no mercado.

Quais as vantagens da gestão da inovação?

Os principais benefícios conquistados são:

  • melhoria contínua;
  • otimização dos resultados;
  • crescimento da competitividade;
  • integração da gestão;
  • alteração significativa na cultura organizacional.

Convencido da importância da implantação da gestão na sua empresa?

Equipe LMX

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Descubra os termos logísticos mais utilizados

Descubra os termos logísticos mais utilizados

Não importa se você é de humanas, de exatas ou biológicas. Cada área tem sua própria linguagem, seus próprios termos técnicos sobre determinado tema. E não é diferente dentro da logística. Essa área também conta com diversas palavras “estranhas” aos ouvidos dos leigos, mas que são importantíssimos para o funcionar da empresa.

Confira abaixo cinco termos bastante utilizados na logística!

1 – Ad valorem 

Taxa cobrada dentro da tabela de fretes que representa o custo do seguro da carga. Seu cálculo é feito por meio da porcentagem da mercadoria sobre o valor da Nota Fiscal da carga transportada agregada ao custo de frete. Daí a expressão latina, que representa “segundo o valor” (nota fiscal da carga).

 2 – Benchmark

Padrão de avaliação que mede a melhor performance alcançada entre os concorrentes de um setor. Esse tipo de métrica é utilizado para estabelecer um padrão de medida a ser alcançada. Seja em satisfação dos funcionários, de vendas, de número de clientes, etc. O objetivo é obter uma referência detalhada que permite melhorar processos e empresas.

 3 – Cross docking

Modalidade cujo objetivo é reduzir estoques a zero e, consequentemente, diminuir os valores perdidos em mercadorias. Além do tempo de execução no despacho de produtos perecíveis ou de alto giro.

4 – Gargalo Logístico

Definido como qualquer obstáculo que possa influenciar o andamento e o resultado dos processos em uma empresa, o gargalo pode gerar diversas consequências. Custos elevados, equipes menos produtivas, redução da lucratividade e da competitividade, queda na qualidade e insatisfação dos clientes são exemplos.

 – Just-in-Time (JIT)

Termo inglês que significa, literalmente, “na hora certa” ou “momento certo”. O sistema JIT atende o cliente interno ou externo no momento exato de sua necessidade, com as quantidades necessárias para a operação. Evitando-se assim a manutenção de maiores estoques. Pode ser aplicado em qualquer organização e é muito importante para auxiliar a reduzir estoques e os custos decorrentes do processo.

Equipe LMX

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Viracopos é eleito por passageiros o melhor aeroporto do País em 2018

Viracopos é eleito por passageiros o melhor aeroporto do País em 2018

Desde 2013, quando a gestão do terminal passou a ser controlada pela iniciativa privada, Viracopos alcançou o primeiro lugar em dez pesquisas

O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), foi eleito pelos passageiros como o melhor do País em 2018, de acordo com pesquisa de satisfação da Secretaria de Aviação Civil (SAC).

Viracopos alcançou o topo do ranking em três das quatro avaliações trimestrais respondidas por passageiros. A cerimônia de entrega do prêmio aconteceu nesta quarta-feira (13), no auditório da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O Ministério da Infraestrutura anunciou os resultados dos quatro últimos meses de 2018, e Marcelo Sampaio, secretário-executivo da pasta, entregou o prêmio.

No último quadrimestre do ano passado, o aeroporto campineiro recebeu nota 4,8 em uma escala que vai de 1 a 5, enquanto a avaliação geral no ano foi de 4,71. Para a realização da pesquisa, foram entrevistados 19,8 mil passageiros em 20 terminais, que juntos concentram 87% do fluxo brasileiro.

A avaliação dos usuários leva em conta as categorias infraestrutura, facilidades ao passageiros, companhias aéreas, órgãos públicos e transporte público para acessar o aeroporto.

Recuperação judicial e situação de Viracopos 

Divulgação

Desde que a gestão passou a ser comandada pela iniciativa privada, em 2013, Viracopos coleciona avaliações positivas, liderando dez pesquisas, divididas em todos os anos do período:

  • Terceiro e quarto trimestres de 2013;
  • quarto trimestre de 2014;
  • primeiro trimestre de 2015;
  • primeiro trimestre de 2016;
  • segundo e terceiro trimestres de 2017; e
  • primeiro, terceiro e quarto trimestres de 2018.

Sexto maior aeroporto do País (em movimento), segundo dados de 2017, Viracopos entrou com pedido de recuperação judicial em maio de 2018. Na época, a iniciativa foi apontada pela concessionária Aeroportos Brasil, que comanda o terminal, como a única solução para a dívida de R$ 2,88 bilhões do aeroporto – o primeiro do País a pedir socorro à Justiça.

De acordo com o secretário de Aviação Civil do Ministério da Infraestrutura , Ronei Saggioro Glanzmann, o governo espera uma “solução de mercado” para o aeroporto, mas já prepara para relicitar o terminal caso essa solução não se concretize. Segundo ele, uma nova concessão só ocorrerá caso a justiça decrete a falência da concessionária do aeroporto ou a Anac casse a concessão.

“Caso isso não seja possível temos um plano B, que é uma nova concessão do aeroporto, mas esse plano B só será disparado se a solução de mercado não ocorrer”, afirmou Ronei, que destacou ainda que várias empresas têm procurado o governo federal e a concessionária para demonstrar interesse em investir no aeroporto de Campinas.

Segundo o secretário, em caso de novo leilão, Viracopos será licitado em um processo individual e não entrará nas próximas rodadas de concessão que o governo planeja . Em março, o governo licitará 12 aeroportos em um modelo de blocos. O mesmo modelo será usado também para licitar todos os outros aeroportos que hoje são administrados pela Infraero, que segundo Ronei será gradativamente extinta .

Fonte: Economia – iG 

A Logística no país das “maravilhas”

A logística surgiu no Brasil, durante os anos 70. Com a atuação industrial e comercial, os brasileiros repararam que precisavam abastecer seus mercados pela alta demanda de produtos. Na época, logística era apenas um termo para assuntos de transporte e distribuição dessas mercadorias.

As coisas esquentaram mesmo durante os anos 90, onde a logística passou por grandes mudanças. Entre 94 e 97, o comércio exterior brasileiro cresceu em 50%. Isso trouxe uma necessidade de uma logística internacional, a qual o Brasil não estava preparado.

Essas mudanças na logística no Brasil são lideradas por dois segmentos industriais, o automobilístico e o grande varejo. Os esforços esbarram na deficiência da infra-estrutura de transportes e comunicação.

Cargas

No Brasil, 61% da carga transportada (em toneladas-km) é por transporte rodoviário, que só não é mais caro que o transporte aéreo. Na Austrália, Estados Unidos e China os números são 30%, 28% e 19%, respectivamente.

Ainda existem muitas barreiras a se vencer, em termos de logística o Brasil ainda esta engatinhando, porém muitas empresas já estão em busca de aprimorarem seus processos por meio da logística, vislumbrando-a como uma ferramenta que propiciará um diferencial competitivo.

Equipe LMX

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Logística: descubra três curiosidades sobre este ramo!

Como tudo no mundo, a logística também possui uma história de jornada para ser do jeito que a conhecemos hoje. Por isso, apresentaremos três curiosidades sobre a logística que, muito provavelmente, você ainda não conhecia.

  • A Logística surgiu durante o período de Grandes Guerras

Em todo filme sobre guerras aparece uma cena em que o comandante da operação mostra as melhores estratégias para ataque, maneiras de estocar alimentos e equipamentos. Toda essa conversa é pura logística! Foi durante períodos de guerra que a logística surgiu.

Por mais recente que seja este assunto, a logística é tão antiga quanto às guerras. Durante esses conflitos, os grandes exércitos precisavam garantir a manutenção de seus recursos. Além, claro, de garantir o deslocamento das tropas, armas e suprimentos.

Nesta época, existia o responsável por traçar cada caminho, para que o exército transitasse por áreas seguras, com temperaturas ideias, água disponível e várias outras condições que ajudassem na sobrevivência dos soldados.

Por isso que, normalmente, quem trabalha com logística acaba mandando muito bem naquele jogo de tabuleiro War.

  • A Logística no Brasil

Mesmo sendo uma senhora, a logística conseguiu amadurecer comercialmente no Brasil apenas na década de 1990. Quer saber o motivo? A gente te conta! Foi nessa época que se instalou o processo de redução das alíquotas de importação.

Com a abertura do mercado internacional, as empresas brasileiras se viram obrigadas a competirem mais ferozmente. Levar o produto para perto do seu consumidor final, era um baita diferencial.

  • Recorde Olímpico

Nas Olimpíadas de 2016, no Brasil, o crescimento da logística foi indiscutível. Durante os jogos, 30 milhões de itens foram movimentados. Mas os operadores logísticos não finalizaram suas atividades no final das Olimpíadas. Eles só terminaram um ano depois. Curioso, não?

Isso aconteceu porque a logística é sempre a última a sair e após a desmobilização e a logística reversa.

Equipe LMX

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