Produtos hospitalares: cuidados na armazenagem

As regras para armazenar produtos hospitalares são um pouco mais rigorosas do que para outros tipos de mercadorias. E para ter uma boa reputação dentro do mercado, seguir boas práticas para o armazenamento destes produtos é essencial para qualquer empresa do setor. 

Esses produtos merecem cuidados especiais e qualquer erro pode significar grandes prejuízos financeiros e administrativos. Os órgãos fiscalizadores possuem uma série de critérios para o manuseio, distribuição e armazenamento de medicamentos, drogas e outras substâncias hospitalares.  

Além de tudo ter de estar em dia, é superimportante também focar em outros fatores para garantir uma eficiência máxima na rotina de trabalho. Para te ajudar com o dia a dia da empresa, a LMX apresenta algumas dicas de como aliviar o trabalho de armazenamento de produtos hospitalares. Boa leitura! 

 

  • Confira as normas vigentes e às instruções dos fabricantes

Ao se tratar de armazenamento de produtos hospitalares, seu primeiro passo deve ser garantir que todas as normas obrigatórias dos órgãos competentes sejam cumpridas. 

Mesmo sendo uma dica óbvia, é muito importante lembrarmos que o menor descuido pode até interditar seu negócio. Você precisa estar atento às regras e instruções sobre o armazenamento deste tipo de produto.  

Cada mercadoria possui condições únicas para seu transporte, armazenagem e distribuição. Além disso, é preciso se atentar às recomendações sobre o armazém e o contato com outros medicamentos ou produtos químicos no local.

 

  • Treine o pessoal com as boas práticas de armazenamento de produtos hospitalares

Sua equipe precisa estar bem treinada para receber este tipo de mercadoria, pois precisam conhecer as boas práticas que envolvem esse tipo de trabalho. Como, por exemplo, processos de sanitização, regras de manipulação e níveis de higiene.

É preciso que sua equipe esteja antenada nas leis e exigências vigentes de produtos hospitalares. 

 

  • Escolha as câmaras adequadas e defina os critérios para armazenagem

Escolher de maneira correta as câmaras de refrigeração é de extrema importância para a boa conservação dos produtos. Embora todas estejam direcionadas ao mesmo objetivo, cada uma atende às exigências específicas dos medicamentos.

Outro detalhe que é preciso prestar atenção na hora da escolha é do espaço a ser utilizado. Este tipo de produto é adquirido, normalmente, em grande quantidade. Por isso, é preciso definir muito bem os critérios para que nenhum item se perca ou se torne obsoleto dentro das câmaras.

Entre os princípios avaliativos, você pode escolher:

  • fragilidade;
  • tamanho;
  • volume;
  • forma.

Além destes critérios, você também pode, e deve, considerar o fluxo dos materiais para definir sua disposição dentro do armazém. Assim, você facilita o processo de controle de produtos e o giro de utilização. 

Seguindo estas três simples dicas, as chances de erros acontecerem é mínima e você não terá dor de cabeça para armazenar este tipo de material. 

Ficou com dúvidas sobre a armazenagem de produtos hospitalares? Entre em contato com a nossa equipe para tirar suas dúvidas.

 

Por Julia Onorato

A revolução logística chinesa que deixa a Amazon no chinelo

Gigantes do comércio asiático lideram um processo que mudou para sempre os hábitos de consumo da população: do comércio eletrônico, ao cafezinho.

Fazer compras nos supermercados da rede Hema é tão fácil e rápido quanto pedir uma pizza. Usando o aplicativo de celular desenvolvido pela empresa, basta encher o seu carrinho e em no máximo meia hora o pedido está preparado e um mensageiro o leva à sua casa. O mesmo acontece com a comida em domicilio. Empresas desse setor, como Meituan e Ele.me, se popularizaram na Chinamuito antes do Glovo e Deliveroo, e seu volume de negócio faz empalidecer o de qualquer outra companhia.

O Meituan Dianping, por exemplo, supera os 400 milhões de usuários e cinco milhões de restaurantes filiados, administra 20 milhões de pedidos por dia, conta com quase 600.000 entregadores ativos e fechou o primeiro trimestre com um faturamento de 75,6 bilhões de yuans (175,87 bilhões de reais), 38,6% a mais que no mesmo período de 2018. Segundo a empresa, a rapidez de seu serviço — 28 minutos em média — se deve em grande medida aos avanços tecnológicos que adotou. Salienta um deles: o sistema de inteligência artificial que determina em 0,55 milissegundo a melhor rota para um grupo de pedidos.

Assim, não é de estranhar que ruas e estradas estejam tomadas por um enxame de caminhões, caminhonetes e bicicletas elétricas dedicadas à distribuição de todo tipo de produtos. A loucura do envio em domicilio é tal que a última moda é pedir um cafezinho pelo celular. O filão foi aberto pela Luckin Coffee, que busca competir com o Starbucks reduzindo ao mínimo o espaço de seus locais físicos e apostando na entrega em domicílio. No ano passado, vendeu 85 milhões de cafés para mais de 16 milhões de clientes. Em março, já contava com 2.370 estabelecimentos — cuja função é quase exclusivamente fazer os cafés e entregá-los — e pretende alcançar os 4.500 até o final ano. Se conseguir, terá superado o Starbucks, que até setembro do ano passado não oferecia serviço de entrega.

O modelo de negócio dessas empresas chinesas gera muitas dúvidas, porque a maioria está envolta numa concorrência fratricida que se reflete nos balanços, com avultados números vermelhos. É um fato que afugentou grandes multinacionais, como a Amazon, incapazes de abrirem caminho no campo minado que é o mercado chinês. Embora seja possível uma brutal consolidação, como a que varreu dezenas de empresas do setor das bicicletas compartilhadas, é evidente que esta guerra para captar clientes e o salto logístico empreendido pela segunda maior potência mundial mudaram para sempre os hábitos de consumo da população chinesa.

Comprar pelo celular agora é o habitual. Sobretudo entre os jovens. Não só em plataformas locais de comércio eletrônico tipo Amazon, como Taobao ou JD, mas em comércios de todo tipo e tamanho. Tampouco é uma transformação exclusiva das grandes cidades, como acontece frequentemente no ocidente: a rede logística Cainiao, propriedade do Alibaba, já chega a 40.000 localidades. Em 2018, 50 bilhões de pacotes foram despachados na China, cifra que se espera que cresça para 71 bilhões no ano que vem. O Emarketer também prevê que em 2020 o comércio eletrônico na China alcance 2,5 trilhões de dólares, quase um trilhão a mais que a soma do resto do mundo.

Esse cenário tem duas consequências relevantes: por um lado, um crescimento sem precedentes na demanda por armazéns, que no ano passado ocuparam mais de 50 milhões de metros quadrados e que se espera que em 2019 alcancem os 60 milhões; por outro, uma corrida tecnológica para automatizá-los e obter assim uma maior eficiência das operações. Há espaço para a melhora, porque o custo da logísticana China é de 14,6% do PIB, quase o dobro dos 7,7% nos Estados Unidos.

A Suning, maior cadeia de comércio multicanal do gigante asiático, que no final do mês passado chamou a atenção ao adquirir 80% do Carrefour da China pelo equivalente a 2,6 bilhões de reais, é um bom exemplo de como o setor está se adaptando. Nasceu com grandes estabelecimentos físicos dedicados à venda de eletrodomésticos e aparelhos eletrônicos e já opera mais de 11.000 lojas, mas evoluiu para um modelo híbrido em que as vendas on-line têm cada vez mais peso. E para fomentá-las pôs em marcha um ambicioso projeto de adequação de sua infraestrutura logística.

O armazém Yuhua, em Nanquim, é uma das instalações mais modernas da empresa, e o objetivo é que dite os rumos para o resto. “Os custos operacionais na China, do imobiliário à mão de obra, aumentaram grandemente. Assim só podemos ser competitivos se incrementarmos a eficiência na mesma medida. Neste aspecto, a tecnologia é chave”, diz Xue Fanhai, subdiretor das instalações. A Suning não é a única aposta nos mais recentes avanços em inteligência artificial e automatização: um de seus principais concorrentes, a JD, acredita que com esses dois elementos pode absorver um aumento da demanda de até 10 vezes o volume atual. “Com a tecnologia atual, é muito difícil melhorar mais a eficiência”, afirmou Richard Liu, fundador da JD.

O armazém Yuhua da Suning emprega 400 pessoas, mas é difícil vê-las nos 200.000 metros quadrados de sua superfície. Em cada processo há apenas um ou dois trabalhadores. As demais tarefas são tocadas por robôs que sobem e descem e por esteiras automáticas que vão e vêm. “Com este sistema, que nós mesmos desenvolvemos, cada funcionário administra em torno de 1.200 produtos por hora. Dez vezes mais que com armazéns tradicionais. E quando a rede 5G entrar em funcionamento esperamos incrementar substancialmente essa cifra”, acrescenta Xue. Tudo isso, insiste, sem necessidade de que os trabalhadores percorram dezenas de quilômetros e façam jornadas extenuantes procurando pacotes.

Prefere não mencionar o concorrente pelo nome, mas Xue afirma que o armazém de Nanquim, capital da província de Jiangsu (leste) e terra do quartel-geral da Suning, é o maior da Ásia e um dos cinco maiores do mundo. “Podemos guardar até dois milhões de produtos e despachamos uma média de meio milhão por dia. Nosso recorde, no Dia dos Solteiros [a principal orgia consumista do ciberespaço chinês, a cada 11 de novembro], foi de 1,8 milhão”, afirma Xue, enquanto mostra as linhas automatizadas pelas quais os produtos correm. “Também é um dos mais avançados”, acrescenta.

Um sistema de leitores de códigos de barras vai separando os produtos em diferentes caixas equipadas com chips que guardam todos os dados dos pedidos. A maior parte dos produtos chega automaticamente até estas gavetas amarelas de plástico, mas há alguns que, por sua forma ou tamanho, precisam ser introduzidos manualmente. “Há quem critique que toda esta automatização destrói postos de trabalho, mas nós continuamos contratando gente para fazer frente à enorme demanda do comércio eletrônico. De fato, no armazém duplicamos a força de trabalho a cada ano”, informa Xue. Só neste ano, a Suning espera abrir 80.000 vagas. O passo seguinte, diz a empresa, será lançar a frota de veículos autônomos: já começou a experimentar com pequenas caminhonetes de distribuição que cobrem os últimos cinco quilômetros e com caminhões de 40 toneladas.

Fonte: El País

O que é Cabotagem?

O termo cabotagem ainda não é comum entre todas as pessoas. Por isso, a LMX vai explicar o motivo dele ser importante para seu setor logístico.

De forma breve, a cabotagem é o nome dado ao transporte marítimo de produtos ao longo da costa. É um modal que existe há décadas no país e é realizado, principalmente, por empresas conhecidas como armadores. Esse tipo de empresa possui, afreta e opera navios.

No Brasil, a costa tem quase 8 mil km e 80% da população está a uma distância de até 200 km da orla. Por isso, este modal possui uma forte vocação no nosso País. Só no Brasil, a cabotagem representa 11% da matriz de transporte brasileira, abaixo de alguns países importantes como Japão, União Europeia e China.

Mais da metade desses 11% relaciona-se à movimentação de petróleo e derivados. A cabotagem é o modal que mais apresenta retorno sobre o investimento, pois não é preciso investir em vias.

Nos últimos anos, este modal cresceu bastante, principalmente a cabotagem de contêiner. A cabotagem apresenta inúmeros benefícios para diversos setores da nossa sociedade. Como, por exemplo, impactos positivos para o meio ambiental, social e econômico do País.

No quesito ambiental, é o modal mais sustentável com emissão quatro vezes menor que o rodoviário. O impacto social vem com a retirada dos caminhões nas rodovias. Assim, o número de acidentes e mortes no trânsito, causadas por viagens de longa distância, diminuem. E na economia, a cabotagem traz muitas vantagens, já que o transporte rodoviário é, na média, 20% mais caro que o transporte marítimo ao longo da costa, além de menores riscos de acidentes e roubos.

Quer saber mais sobre cabotagem? Entre em contato com a nossa equipe de especialistas e tire suas dúvidas!

Por Julia Onorato

Você conhece o sistema Push-back?

Hoje em dia, podemos observar o quanto o mercado está, cada vez mais, competitivo. Assim, é preciso fazer uso de processos eficientes e que você tenha um planejamento certeiro para que seu cliente fique satisfeito. Na logística, mais precisamente na solução de armazenagem, o sistema push back é uma boa opção para garantir credibilidade.

O uso desse sistema pode trazer inúmeros benefícios para o seu negócio. Como, por exemplo, minimização de erros, melhor aproveitamento de recursos e uma equipe mais produtiva. O push back é um método que tem como objetivo otimizar espaços e tornar sua logística mais eficiente.

Para entender melhor como funciona esse sistema, quais as principais vantagens ao utilizá-lo e sua importância, continue lendo este artigo!

Estrutura

A estrutura push-back é um método sistemático, composto por estantes de armazenamento de mercadorias paletizadas, ordenado no formato “Last In, First Out”, ou seja, o último produto a ser depositado é o primeiro a sair.

Esse sistema funciona de forma que o primeiro palete posicionado no espaço de armazenagem é impulsionado pelo palete sucessor, e assim por diante, até completar o trilho.

O sistema “push-back” possui dois modelos para realizar o armazenamento e movimentação dos paletes: carrinhos ou roletes. O modelo usado deve ser o que melhor se encaixa nas necessidades do seu negócio.

Vantagens do sistema

Além das vantagens citadas no início do texto, o sistema push back ainda tem muito mais a oferecer. Confira abaixo:

  • Espaço mais bem aproveitado
  • Redução de corredores
  • Maior quantidade de endereços para os paletes

Agora que conhece o sistema push-back, sabe como ele pode melhorar o seu serviço e tornar seu negócio mais competitivo com o mercado, aproveite e tire suas dúvidas com a nossa equipe de especialistas!

Por Julia Onorato

Rastreabilidade de produtos: você sabe qual sua importância?

A rastreabilidade deveria ser uma exigência padrão de todos os que contratam um serviço logístico, pois esse tipo de tecnologia permite às empresas acompanharem toda a trajetória de seus produtos e mercadorias.

O uso da rastreabilidade torna o transporte mais seguro e transparente para sua empresa, pois assim você pode saber exatamente o que, onde e quando foi feita alguma coisa com seu produto.

A LMX busca sempre uma relação transparente e de confiança com seus clientes e parceiros. Isso, além de garantir um controle de qualidade eficaz, ainda garante que a entrega seja feita da melhor forma para o consumidor.

A seguir, a LMX te mostrará como a rastreabilidade é importantíssima na cadeia produtiva. Confira!

A RASTREABILIDADE DE PRODUTOS

É muito importante você se interessar por todos os passos da cadeia logística e da trajetória da sua mercadoria. Por isso, a rastreabilidade traz todas as informações, desde qual a origem do item, qual etapa da produção que se encontra, de onde ele veio e até as ações que foram tomadas com ele durante a trajetória.

Esse tipo de prática traz muito valor para as empresas, pois passa credibilidade para seus clientes.

A TECNOLOGIA

O uso de tecnologia permite que a rastreabilidade do produto seja feita de diversas maneiras, desde sistemas até app’s no celular. Esse processo é feito em segundos, graças à identificação por meio de etiquetas e códigos de barra. Por este motivo, é essencial ter uma boa organização nos registros em toda a cadeia.

TRANSPARÊNCIA NA CADEIA PRODUTIVA

Em todas as etapas de produção que os itens passam, é obrigatório que seja feito o registro de cada ação realizada. Dados como data e localização são essenciais para se rastrear de forma assertiva seus produtos e mercadorias, além de possuir um histórico completo.

Caso aconteça qualquer imprevisto nas etapas da cadeia logística, com os registros e históricos, é possível saber qual foi o momento que o erro aconteceu.

Como a cadeia é composta por muitas etapas, fica difícil acompanhar tudo que acontece nela de perto. Por isso, quando a rastreabilidade é inserida no seu negócio, toda a cadeia e suas etapas podem ser identificadas.

É essa transparência que traz credibilidade e tranquilidade aos seus clientes e envolvidos na produção. A informação é a prioridade.

OTIMIZAÇÃO DO CONTROLE DE QUALIDADE

Ao entrar num mercado, todo produto passa por um controle rigoroso de qualidade. Esse procedimento é perfeitamente normal e faz parte do processe de entrega ao mercado e consumidor final. Possuir todo o histórico do produto é muito importante e útil para os que trabalham nessa área.

Conhecendo cada etapa que o produto passou, o procedimento se torna mais rápido e eficaz. A cadeia ajuda a entender quais as medidas de qualidade foram aplicadas e o registro forma o histórico do produto.

E aí? Viu como a rastreabilidade é algo importante na logística do seu negócio? Ficou com dúvidas? Entre em contato com nossos especialistas e eles poderão te ajudar!

Por Julia Onorato

Como aplicar a gestão da inovação na logística da sua empresa

Alguma vez já passou pela sua cabeça aplicar a gestão da inovação na logística? Pode parecer um processo complexo, mas pode ajudar sua empresa a se destacar no mercado e chamar mais a atenção de possíveis clientes.

A inovação é a chave para atingir melhores resultados e redução de custos. Para te ajudar nesse procedimento, a LMX explica como aplicar e quais as vantagens desse tipo de gestão.

O que é gestão da inovação?

A gestão de inovação visa implantar novos pensamentos, atitudes e ideias que ajudam na melhoria da realização das tarefas na logística da sua empresa. Resumidamente, o objetivo é melhorar o processo produtivo dentro do setor logístico.

Com a aplicação da gestão de inovação, é possível adequar os processos internos, aproveitar as melhores oportunidades, reduzir custos e alcançar resultados positivos.

Estes pontos podem ser alcançados de diversas formas, como, por exemplo, redesenho do processo de distribuição, investimentos em tecnologia e diferenciais no seu serviço.

Como aplicar a gestão da inovação à logística?

É preciso se atentar em três critérios principais para implementar essa gestão no seu negócio. Confira abaixo:

  • Produto

Foca em transformar a percepção do cliente sobre sua mercadoria. Como? Por meio da agregação de valor e de um diferencial competitivo.

Esse ponto pode ser exemplificado pelas embalagens diferentes, que mantém a qualidade do produto e chamem a atenção do consumidor.

  • Processos

Foca as etapas executadas nas etapas da produção. Com o aprimoramento dos processos seu negócio alcança melhores resultados, reduz custos e desperdícios, aumenta sua produtividade e elimina as atividades desnecessárias.

  • Modelo de negócios

Este ponto se refere às mudanças inovadoras, que são direcionadas à prestação de serviços ao cliente. Como implementação de sistemas, tecnologias no serviço de logística e procura melhorar a forma como os consumidores receberão os produtos ou serviços ofertados.

Quais as vantagens que a gestão da inovação pode trazer para sua empresa?

Entre as muitas vantagens a serem conquistadas pela gestão da inovação, as principais são:

  • melhoria contínua;
  • otimização dos resultados;
  • crescimento da competitividade;
  • integração da gestão;
  • alteração significativa na cultura organizacional.

A LMX investe em tecnologia para te atender da melhor forma possível. Agora que você já sabe o que é a gestão de inovação e como ela pode te ajudar a melhorar o seu serviço ao cliente, que tal entrar em contato conosco e entender como podemos te ajudar?

Por Julia Onorato

Logitech Science: o que os operadores logísticos precisam saber sobre digitalização no supply chain

Inovações tecnológicas chegam para racionalizar as operações e levar agilidade às tomadas de decisão. É preciso, porém, adotar as novidades levando em conta as demandas de cada empresa e ajustar os processos e ferramentas periodicamente

Há muitos anos o setor logístico vem debatendo as inovações e tecnologias que devem ser aplicadas para melhorar as operações. Agora, porém, é fato: aquele que não adotar o que há de mais moderno e não adequar suas operações estará não um, mas muitos passos atrás de seus concorrentes. Conhecimento e técnicas de vanguarda não são mais diferenciais e sim condições básica para se manter – e não apenas se destacar – no mercado.

E foi isso que o evento Logitech Science apresentou no último dia 22 de maio, em São Paulo. O congresso, que aconteceu durante as feiras FCE Cosmetique e FCE Pharma, no São Paulo Expo, é uma realização da NürnbergMesse Brasil, coorganizado pelo Guia Marítimo, e tem como objetivo servir como palco de debate e apresentação de soluções logísticas. Ele foi concebido para fazer parte de todas as feiras promovidas pela NürnbergMesse Brasil, como os eventos voltados para os setores de varejo e pet, justamente devido à importância da logística nas atividades de todos os segmentos do mercado.

Durante todo o dia, executivos de diferentes companhias expuseram o que há de mais moderno em termos de inovações e discutiram a importância da digitalização da cadeia de suprimentos, com foco nos segmentos farmacêutico e cosmético. Para o global account management de Life Science & Helthcare da DHL Supply Chain, Thorsten Roggenbuck, a meta hoje é tornar a cadeia de suprimentos cada vez mais eficiente, além de focar em inovações tecnológicas nas operações de transporte e armazenagem. Segundo ele, o cenário no Brasil é promissor e apresenta uma vasta oferta de soluções, uma vez que, apenas em 2017, 250 startups focaram suas ações no setor de saúde.

“É preciso pensar na digitalização do supply chain. Esse será o maior impacto para o crescimento das empresas”, diz Roggenbuck. O executivo conta que nos armazéns, por exemplo, 80% das operações ainda são realizadas manualmente. Além disso, completa, apenas 25% das empresas de logística e transporte contam com estratégias digitais.

Para ele, algumas tendências se destacam, como a automação com robótica e o Big Data. “Essas são ações relevantes para os próximos cinco anos. O supply chain 4.0 é mais flexível e trará mais acuracidade para as operações”, resume.

O diretor de Desenvolvimento de Negócios do Grupo Kion, Marcio Cruz, reforça o que diz o executivo da DHL. “Nosso objetivo é tornar os sistemas mais autônomos , com mais conectividade e mobilidade”, pontua.

Ele também revela que algumas tendências no supply chain já estão claras. Entre elas, destaque para a gestão do estoque com espaços dedicados por canais, o micro-fulfillment – softwares analíticos e inteligência artificial –, a utilização dos pontos de venda como centros de distribuição e a entrega autônoma, com a aplicação de veículos autônomos.

Visão macro

As soluções estão à disposição, mas como lidar com elas? O diretor da consultoria Roland Berguer, Sebastian Feldman, diz que é preciso ser mais ágil para responder rapidamente às mudanças. “Hoje, as decisões são tomadas a todo o momento na cadeia de suprimentos para adaptar as operações”, define.

Feldman considera que o omnichannel é uma das modalidades que mais trazem desafios para a cadeia de suprimentos e a digitalização chega para tornar as ações mais transparentes em todas as etapas. “Integração, automação e análise de dados. Esses são os pontos que devem ser observados para a digitalização se tornar parte do negócio da empresa”, pondera.

O CEO da Serinews Marketing Intelligence, Marco Marcelino, concorda com Feldman, e faz uma ressalta. “É importante avaliar se a transformação digital está alinhada ao negócio da empresa”. Para ele, além de investir em inovação, é fundamental no desenvolvimento de modais mais eficientes. “Tecnologia também demanda direcionar os funcionários certos para as atividades corretas.”

O executivo ainda lembra que alguns aspectos devem ser levados em consideração ao utilizar o Big Data, como não entrar em modismos, utilizar dados segundo a dinâmica do negócio, investir sem pensar nos resultados e pensar na transformação futura e não imediata.

O diretor João Pedro Castelo Branco, da McKinsey &Company, conta que além do cliente interno é fundamental ter um trabalho individualizado com o cliente externo, com ações colaborativas, por exemplo, com os fornecedores. “Atualmente é necessário ter uma visão de toda a cadeia e não apenas nos pontos de gargalo.”

Para o executivo, algumas inovações realmente farão a diferença e trarão resultados palpáveis. Ele cita a automação do planejamento e o machine learning, o planejamento na nuvem e o desenvolvimento de plataformas de inovação. “Com o supply chain 4.0 há um redução entre 65% e 75% nas quebras de atendimento de pedido”, calcula.

Como tendência o diretor cita a uberização do transporte, num primeiro momento regionalizada. Depois disso, ele acredita na expansão do modelo para grandes centros urbanos para posterior desenvolvimento de plataformas que centralizem a oferta do serviço.

Processo contínuo

A Accenure também está de olho nas inovações voltadas ao supply chain e as empresas de logística. A managing director de Supply Chain, Aline Ribeiro, afirma que as ferramentas tecnológicas chegaram para solucionar questões e trazer flexibilidade com baixo custo e mais agilidade. “Pra isso, é importante que as empresas tenham visibilidade”, diz.

Ela explica que o modelo de negócios no supply chain está mudando e hoje existe todo um ecossistema de parceiros para definir o que será efetuado internamente e o que será terceirizado. Isso tem um motivo, segundo a executiva. “A visibilidade detalhada e integrada de toda a cadeia de suprimentos permite ter uma visão desde o fornecedor até a entrega do produto ao cliente final. E empresas excelentes são maduras quanto à redução de custos e nível de serviço.”

Aline chama a atenção para outros pontos. O estoque, por exemplo, deve ser integrado ao ciclo do pedido a fim de proporcionar eficiência ao abastecimento, e a rede de distribuição deve ser multicanal. “Hoje, há segmentação no supply chain, por isso as empresas não conseguem ser eficientes em todos os canais. Já a segmentação foca nas necessidades dos clientes”, frisa. Além disso, completa, o supply chain atual é orientado por serviços.

A designação racional das equipes de trabalho também merece destaque e alguns novos setores são necessários para a correta gestão do supply chain. Configuração, conexão, operação e gestão são os departamentos que, hoje, fazem a diferença numa boa cadeia de suprimentos.

A executiva faz um último lembrete. “As tecnologias não chegam sozinhas. É um processo evolutivo. É preciso criar uma jornada, ter uma visão de longo prazo, mas ajustando os processos periodicamente.”

Fábio Penteado

Fonte: Tecnologística

Portos brasileiros vão crescer 3,5% em 2019

Portos e terminais privados movimentarão 1,15 bilhão de toneladas de mercadorias neste ano

Os portos brasileiros e os terminais privados vão movimentar 1,15 bilhão de toneladas de mercadorias neste ano. O volume representa um crescimento de 3,5% na comparação com as operações realizadas no ano passado. A informação é do diretor da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Francisval Mendes.

O executivo destaca, ainda, que, em 2018, houve um crescimento de 13% no transporte de contêineres pela cabotagem. Isto significa que, no ano passado, foram transportados 1,3 milhão de TEU (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) através da cabotagem.

Já no período entre 2010 e 2018, conforme Mendes, o transporte de contêineres na cabotagem cresceu 146%. Quase a metade desse volume, 49% das cargas, tem origem ou destino no Estado de São Paulo. Outros 11% se dão entre São Paulo e o Amazonas, o que demonstra a importância dessa navegação para as economias das diferentes regiões do país.

“Considerando todos os tipos de cargas, a navegação de cabotagem movimentou 230,7 milhões de toneladas no ano passado, apresentando crescimento de 3,75% em relação a 2017.”

Mendes ressaltou, também, a navegação de longo curso, que representa 74% do total das cargas operadas no país. Esse tipo de navegação transportou 824 milhões de toneladas, registrando crescimento de 2,38% na comparação com 2017.

Fonte: A Tribuna

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Movimentação no Porto de Santos cresce 0,6% em janeiro

Movimentação no Porto de Santos cresce 0,6% em janeiro

A movimentação de cargas no Porto de Santos aumentou 0,6% no mês passado. Ultrapassou a marca de 9 milhões de toneladas. Segundo a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp, a Autoridade Portuária de Santos), a previsão é que o complexo marítimo registre um aumento de 2% sobre o registrado em 2018.

Os dados do movimento foram divulgados na tarde de ontem pela Codesp. Segundo a empresa, os embarques nos terminais da região cresceram 0,6%, enquanto os desembarques, 0,7%.

O crescimento verificado em janeiro foi fortemente influenciado pelo aumento de 56% na carga de maior representatividade quanto à tonelagem. O complexo soja (grão e farelo), que somou 1,15 milhão de toneladas. Esse volume representou quase 13% do movimento geral e a cerca de 20% das cargas embarcadas.

Mercadorias

Outra mercadoria com participação significativa nas operações do mês passado foi o adubo, com 450 mil toneladas descarregadas.

Também se destacaram as exportações de carne (alta de 143,8%, totalizando 105 mil toneladas) e as descargas de sal (aumento de 355,2%, com 84 mil toneladas).

O movimento de contêineres nos terminais registrou uma queda de 12,2% no total de TEU (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) e de 12,6% da tonelagem. Apesar disso, a marca é a segunda maior para o mês: 291.295 TEU. Em janeiro de 2018, foram 331.748 TEU.

No mês passado, o complexo marítimo teve 389 atracações de navios, 2,8% a menos do que em janeiro do último ano.

Fonte: A Tribuna

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O impacto do Just In Time na Logística

O impacto do Just In Time na Logística

Como já se foi falado, aqui em nosso blog, a logística possui muitos termos técnicos. Um deles é o Just In Time. Você já sabe o que significa esse termo? E sabe como pode aplica-lo ao seu negócio? Conhece quais são as suas principais vantagens quando implementada de forma bem-sucedida?

Não? Então, continue lendo nosso artigo para tirar suas dúvidas.

Introdução

O setor logístico se aprimora cada dia mais. Os últimos anos foram importantes para o nascimento e desenvolvimento de novas tecnologias que ajudam nas atividades logísticas.

O que é Just in Time?

O Just In Time surgiu na empresa Toyota, aquele famoso Sistema de Produção da empresa automobilística. O Just In Time começou a se desenvolver em 1960, por causa dos obstáculos que o Japão enfrentava no pós-guerra.

Para entender sobre o Just In Time, é preciso avaliar as mudanças que o setor produtivo vivenciou. Como, por exemplo, a padronização da produção e dos processos de trabalho, a redução do desperdício, entre outras muitas mudanças.

Se você está se perguntando quais as vantagens que o Just In Time traz para a Logística, pode ficar tranquilo! Citaremos as principais, veja abaixo:

Redução do estoque

O excesso de mercadorias nos armazéns é um problema para qualquer negócio, pois demanda espaço e aumenta custos operacionais. Por exemplo, a mercadoria fica muito tempo parada, gastando com a estadia no armazém e podem ser desperdiçadas por falta de procura do mercado.

Com a minimização do inventário, a produção passa a ser feita de acordo com a demanda de matérias-primas em cada etapa da produção. Por isso, o envolvimento dos fornecedores é fundamental para manter o fluxo de abastecimento de acordo com o que foi programado.

Evita o desperdício

Para muitas empresas, as principais perdas financeiras podem ser observadas durante a produção e, principalmente, com a manutenção de estoques elevados. O Just in Time muda esse cenário, pois requer a eliminação da prática de acumular.

O aprimoramento da linha de produção também contribui para evitar o desperdício com produtos defeituosos que devem ser descartados ou refeitos, gerando novos custos. Portanto, a obtenção da quantidade mínima de insumo, peças, equipamento e mão-de-obra é vantajosa.

Favorece o fluxo de caixa

Os benefícios financeiros não ficam restritos à economia, mas também afetam o fluxo de receitas e o pagamento das despesas da empresa. Isso ocorre porque há o desembolso de recursos para pagar os fornecedores antes mesmo que as vendas possam ser realizadas.

Esse desequilíbrio é capaz de causar problemas a longo prazo. Já a proposta do Just in Time garante que as compras sejam realizadas conforme a necessidade, evitando, dessa forma, gastos excessivos.

Equipe LMX

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