TMS x ERP x WMS: como funciona cada ferramenta de logística?

TMS x ERP x WMS: como funciona cada ferramenta de logística?

Entenda as diferenças entre o TMS x ERP x WMS

O sucesso de qualquer operação logística está ligado à execução eficiente de todas as suas etapas. Para isso, o gerenciamento de armazém deve utilizar todas as ferramentas possíveis para ajudar nesse trabalho.

Dessa forma, a tecnologia pode contribuir muito para organizar processos e otimizar o tempo, como já faz em vários aspectos do nosso cotidiano. Portanto, é preciso conhecer os meios que podem ser úteis.

Entre essas ferramentas tecnológicas estão: o TMS, o ERP e o WMS. Se você não sabe o que significam essas siglas e qual o impacto que elas causam na operação logística, acompanhe este artigo e preste atenção aos tópicos abaixo:

  • Como funciona o TMS?
  • Entendendo o ERP
  • Usando o WMS na logística
  • Por que utilizar essas ferramentas?
  • Procure ajuda especializada

Como funciona o TMS?

A sigla TMS significa Transportation Management System. Em tradução para o Português é conhecido como Sistema de Gerenciamento de Transporte e Logística.

Essa ferramenta, nada mais é do que um software que facilita o controle da operação logística. Ele tem ligação com a etapa de transporte das mercadorias e suprimentos.

No tocante ao gerenciamento do armazém, o TMS ajuda no acompanhamento dos custos referentes ao transporte bem como manutenção dos veículos, expedição da carga e outros fatores operacionais.

A sua plataforma pode ter a customização de acordo com a necessidade da operação e perfil da empresa. Mas ele não dispensa a ajuda de ferramentas complementares.

Entendendo o ERP

Pode-se traduzir o Entreprise Resource Planning (ERP) como Sistema Integrado de Gestão Empresarial. Através dele, é possível trabalhar com uma logística que se integra.

Com o ERP, a empresa pode unir informações de diversos setores em uma mesma plataforma e fazer o gerenciamento de armazém de uma maneira mais prática e dinâmica.

Pode-se utilizá-lo também em conjunto com o TMS e otimizar ainda mais a gestão da operação, integrando tanto a logística, quanto o transporte e demais setores da empresa.

Além de auxiliar no controle de estoque, uma das grandes vantagens do TMS é que ele elimina o trabalho manual e diminui as possibilidades de retrabalho, pois automatiza a atualização de informações.

Usando o WMS na logística

Já o WMS significa Warehouse Management System ou Sistema de Gerenciamento de Armazém, em Português. Utiliza-se bastante por empresas de e-commerce.

Isso porque, ele permite que o gerenciamento de armazém seja todo automatizado, facilitando a localização e acomodação de mercadorias no depósito.

Além disso, é possível fazer um controle mais eficiente tanto da entrada quanto da saída dos produtos e diminuindo erros de inventário, por exemplo. Consequentemente, há uma melhoria significativa na logística.

Através de códigos de barras contendo componentes eletrônicos e usando acessórios para leitura de informações, o WMS possibilita que o acompanhamento da carga seja feito em tempo real.

Assim, o responsável pelo gerenciamento consegue identificar a carga com maior rapidez, saber onde os produtos estão, quais suas dimensões e o seu destino final.

Por que utilizar essas ferramentas?

A tecnologia veio para somar esforços com o conhecimento em gestão que as empresas absorveram ao longo dos tempos. Acompanhar as inovações é um fator primordial para continuar no mercado.

As ferramentas que citamos acima surgiram para dinamizar as operações, bem como diminuir o trabalho manual. Mas também para facilitar o gerenciamento de informações importantes, das quais depende toda a operação logística.

Ao introduzir esse tipo de software na sua empresa, é possível reduzir a quantidade de mão-de-obra, isto é, com envolvimento no operacional e diminuir custos com pessoal.

E mesmo disponibilizando de menos funcionários e executando as mesmas atividades, a qualidade do serviço decerto melhora bastante, ao contrário do que se pode pensar.

Portanto, é importante conhecer a fundo a real função de cada uma dessas ferramentas e buscar por uma logística que se integra mais, além disso, que traga resultados positivos para o negócio.

Procure ajuda especializada

Há quem ainda ache o uso dessas ferramentas bastante complexo. Por isso, a solução que se adequa mais pode ser a contratação de um operador logístico. Ele nada mais é do que uma empresa com especialização nesse tipo de operação.

O operador já tem experiência no manejo desse tipo de software e pode auxiliar na implantação do sistema e migração de todas as informações relativas aos processos.

Em alguns casos, a logística do negócio pode ser toda de responsabilidade da empresa que já terá feito o investimento necessário tanto em tecnologia quanto em treinamento de pessoal.

Assim, a empresa contratante consegue reduzir bastante o custo que teria para financiar toda essa adequação do seu gerenciamento de armazém e tornar a operação mais dinâmica e eficiente.

A LMX Logística oferece os mais diversos serviços relacionados à logística e desenvolve uma assessoria customizada, procurando reduzir custos e mantendo a qualidade da sua operação.

Se você tem alguma dúvida com relação a esse assunto, nossa equipe especializada pode lhe ajudar. Entre em contato conosco e fale com um de nossos consultores!

Ad valorem: o que é e como funciona? Saiba como!

No que diz respeito ao transporte de cargas bem como ao valor que se cobra pelo frete, quem contrata esse tipo de serviço deve ter em mente que o preço final se forma por algumas taxas. Entre elas está o Ad Valorem.

Essa cobrança está relacionada à segurança da carga, além disso, é uma garantia de que a empresa será reembolsada em casos de acidentes, roubos, furtos ou avarias nas mercadorias que estão sendo transportadas.

O valor não é fixo e pode variar de acordo com alguns fatores, que vão desde o peso da carga até o tamanho do percurso que será realizado para a chegada da remessa ao seu destino final.

Por isso, acompanhe este artigo e entenda como funciona essa taxa e de que forma ela deve ser calculada. Continue a leitura e confira a explicação nos tópicos abaixo:

  • O que é o Ad Valorem?
  • Como funciona essa taxa?
  • Critérios para o cálculo do Ad Valorem
  • Como calcular o Ad Valorem
  • Atenção para a negociação

O que é o Ad Valorem?

O Ad Valorem também pode ser chamado de frete valor, além disso, denomina uma taxa embutida no custo de frete. Ela é responsável pela cobertura em casos de acidentes bem como situações que causem danos à carga transportada.

Qualquer custo que esteja diretamente ligado à segurança da carga, enquanto ela está em posse da transportadora, é incluído no valor desta taxa e calculado sobre o montante da nota fiscal.

Segundo o Decreto-Lei 61.687/67, é obrigação do transportador, garantir a segurança da mercadoria, mas também reembolsar os prejuízos causados por qualquer situação que interfira na integridade da carga.

Como funciona essa taxa?

O Ad Valorem é cobrado no caso da mercadoria transportada não possuir um seguro ou mesmo quando o prazo de cobertura não é suficiente para a chegada da carga até o seu destino.

Por ter a responsabilidade sobre a integridade da mercadoria durante o seu transporte ou até que ela seja entregue, se qualquer problema acontecer durante esse período, o cliente deverá ser reembolsado.

Assim, o transportador contrata o seguro de carga como precaução, a fim de minimizar os prejuízos financeiros. Porém, como isso tem um custo, esse valor também se repassa ao cliente através da taxa.

Critérios para o cálculo do Ad Valorem

Para chegar ao valor que se cobrará pelo Ad Valorem, diversos fatores precisam passar pela análise. A taxa não tem um valor fixo e compõe o preço final que será cobrado pelo frete, juntamente com outras cobranças.

Entre os fatores que influenciam o cálculo dessa taxa estão, a distância que se percorrerá, o peso da mercadoria, as condições da estrada, nível de segurança da região e a necessidade de manuseio da carga.

Quanto maior for a distância, mais longo será o tempo de transporte. Durante o percurso, a mercadoria está sujeita a interferências, como acidentes ou roubo. Assim, o valor do Ad Valorem aumenta.

Produtos com o peso mais baixo são mais fáceis de manusear e podem ser alvos mais certos de roubo, se comparado com algo bem mais pesado. Portanto, quanto mais leve, mais alto será o valor da taxa.

Se a rodovia apresenta condições precárias, há maior possibilidade de acidente bem como, problemas mecânicos que tanto podem atrasar o transporte como causar danos à carga. Isso também eleva o Ad Valorem.

Algumas regiões apresentam um índice de assaltos maior do que outras, o que também representa um risco para o transporte. Por isso, esse fator representa um custo maior da taxa.

Como calcular o Ad Valorem

No que se refere à distância percorrida, a Associação Nacional de Transporte de Carga (NTC), criou um regulamento com o objetivo de facilitar o cálculo do Ad Valorem.

Assim, desde 2014 é possível determinar os valores da taxa através de sugestões da tabela que se oferece pela NTC, relacionando a distância percorrida com o valor ideal. Portanto:

 

Distância Alíquota
1 a 250km 0,30%
251 a 500km 0,40%
501 a 1.000km 0,60%
1.001 a 1.500km 0,70%
1.501 a 2.000km 0,80%
2.601 a 3.000km 1,00%
3.001 a 3.400km 1,10%
Acima de 3.400km 1,20%
Coleta e entrega 0,15%

 

Atenção para a negociação

Ao longo deste artigo pudemos perceber que chegar ao valor final do Ad Valorem não é tão simples, mas a forma como é feita a negociação com o transportador pode ajudar nisso.

No setor de e-commerce já está se tornando bastante comum negociar um valor fixo do Ad Valorem para todas as entregas, com a transportadora. Assim, o cálculo do frete é feito de forma mais rápida.

Se ainda resta alguma dúvida sobre essa taxa, a LMX Logística oferece assessoria completa em vários serviços para a sua operação logística, mantendo a qualidade e reduzindo seus custos logísticos.

Temos uma equipe capacitada para oferecer a melhor solução, customizada de acordo com a necessidade do seu negócio. Entre em contato conosco e fale com um de nossos especialistas!

 

Você sabe o que é lead time e a sua importância?

Se você ainda não ouviu falar em lead time logístico, já está mais do que na hora de saber qual a função desse importante indicador de desempenho e como utilizá-lo para melhorar os seus processos.

Com ele, é possível saber o tempo que um produto demora para chegar até o cliente, por exemplo. Esse cálculo leva todas as etapas do processo em consideração e ajuda a encontrar meios para diminuir esse tempo.

O que se deve ter em mente é: quanto menor for o tempo, melhor será a experiência de compra do cliente. Por isso, acompanhe este artigo e saiba como otimizar os seus processos utilizando esse KPI.

 

O que é o lead time?

De uma forma geral, o conceito de lead time pode ser definido como o tempo que se leva, desde a chegada do pedido até o produto ser entregue ao cliente que fez a compra.

O lead time logístico vai envolver toda a cadeia de suprimentos. Ou seja, o tempo gasto para a chegada das matérias-primas, o tempo de fabricação do produto, quanto ele demora para chegar ao armazém e daí, até o consumidor.

No entanto, ele não deve ser visto como algo útil apenas para os processos logísticos. Outros setores da empresa também podem se beneficiar com as informações fornecidas através desse indicador.

O setor comercial terá uma data de entrega mais precisa para informar aos clientes e o setor de compras poderá ser mais assertivo, já que sabe quanto tempo demora, para o seu fornecedor entregar os suprimentos.

Além disso, o lead time do ciclo de produção gera impacto na gestão dos setores logístico e comercial. Isso ocorre pois se trata do tempo que demora para a fabricação dos produtos.

 

Vantagens de usar o lead time nos processos logísticos

A primeira e maior vantagem de todas é que esse KPI permite que a gestão tenha um controle maior de todos os processos logísticos. Assim, fica mais fácil identificar falhas e traçar estratégias.

Com o lead time logístico, a empresa passa a ter prazos de entrega mais precisos. Isto é, não só referente ao cliente, mas no que diz respeito a todas as etapas da operação.

Se for utilizado da forma correta, pode diminuir o tempo de entrega ao cliente. Isso garante a sua satisfação diante da compra e da escolha da empresa para realizá-la, gerando sua fidelização.

Também é possível fazer um controle de produtividade, encontrando os gargalos que impedem as tarefas de serem feitas com mais eficiência e otimizando consideravelmente toda a operação.

Ainda permite que os processos sejam padronizados, bem como gera confiança sobre a capacidade de atendimento dos pedidos dos clientes e proporciona um aumento da produtividade com redução de custos.

 

O que fazer para reduzir o lead time

Como foi mencionado anteriormente, quanto menor for o lead time logístico, mais credibilidade a empresa terá diante dos seus clientes. Isso ocorre pois, o produto chega com mais rapidez até eles.

Para reduzi-lo, o fator primordial é que a empresa faça um mapeamento dos seus processos para conhecer como são feitos e consiga identificar os pontos onde surgem as falhas.

Utilizar sistemas que integrem as informações de todos os processos também auxiliam na gestão. Isto é, diminui o tempo de execução de alguns processos, possibilitando uma otimização logística.

A relação estabelecida entre a empresa e os fornecedores precisa ser baseada em confiança e os fatores, qualidade e rapidez na entrega, devem ser considerados durante a escolha deles.

Também há softwares que ajudam no planejamento da melhor rota, reduzindo os custos com combustível e manutenção dos veículos. Além de o produto chegar com mais rapidez ao cliente.

 

Calculando

Para fazer esse cálculo é preciso que a empresa tenha a lista de todas as matérias-primas necessárias para fabricar o produto e saber o tempo gasto para receber cada um dos itens.

Também deve saber quanto tempo é dedicado ao processo de produção. Essa contagem deve levar em consideração a sazonalidade comercial e dias não trabalhados, como feriados e finais de semana.

Outro fator importante é a quantidade de tempo que o fornecedor demora para levar os produtos até o galpão de armazenagem ou até a empresa de logística que terceiriza o serviço.

 

Aumente a competitividade da sua empresa

O perfil do consumidor atual não é o mesmo de 10 anos atrás e, se pensarmos bem, nem é uma diferença de tempo tão extensa. Mas fatores como as novas tecnologias, principalmente, contribuíram para essa mudança.

Não é mais tão fácil se manter competitivo no mercado e os negócios que ganharão lugar de destaque são aqueles que procuram inovar na execução dos seus processos, tornando-os cada vez mais eficientes.

 

Oferecer o nível máximo de satisfação aos clientes exige que as empresas utilizem métricas, como o lead time logístico, para otimizar sua operação. A LMX Logística pode ajudar a sua empresa. Entre em contato conosco!

 

Qual a diferença entre armazenagem e gestão de estoque?

Mudanças acontecem o tempo inteiro no mundo dos negócios. Ademais, isso envolve também o setor logístico, principalmente no que diz respeito à gestão de estoque e armazenagem.

Para acompanhar o ritmo dessas mudanças que acontecem no mercado e se adaptar às novas exigências do consumidor, é preciso estar atento às oportunidades de uma gestão mais estratégica.

Quando a empresa encontra um meio de aumentar a qualidade das suas operações ou serviços e, ainda, com o menor custo possível, ela realmente está indo pelo caminho certo.

Se você ainda está achando que essa fórmula é inalcançável, continue a leitura deste artigo. Desse modo, você entenderá como o estoque e a armazenagem das suas mercadorias, podem interferir no crescimento da sua empresa.

 

Gestão de estoque e armazenagem são coisas diferentes

Para começar, existem diferenças conceituais entre a gestão de estoque e armazenagem. Muitos gestores nem sabem disso e levam as duas coisas como uma só.

Esse é o primeiro erro, pois, é preciso entender bem as características de cada atividade, para que elas sejam executadas de forma a gerar os melhores resultados.

A gestão de estoque possui um viés mais estratégico e ajuda a controlar pontos de grande relevância como o abastecimento e saída dos produtos para venda.

Já a armazenagem tem um foco mais operacional e envolve as atividades de recebimento de mercadoria, separação, organização dos produtos nas prateleiras e execução de pedidos.

 

O que pode melhorar a gestão de estoque?

Como a gestão de estoque envolve ações mais estratégicas, o gestor deve estar atualizado sobre ferramentas e ideias que possam guiar a equipe na execução de um trabalho mais eficiente.

É preciso ter em mente que a automatização de processos é uma realidade cada vez mais presente nas empresas. Portanto, o uso de novas tecnologias se torna indispensável.

Atualmente, existe no mercado uma variedade de sistemas que integram todas as informações a respeito do estoque, como o WMS (Warehouse Management System), facilitando o gerenciamento dos dados e possibilitando uma análise mais apurada dessas informações.

Através desse software, o gestor pode fazer um planejamento logístico mais eficiente, acompanhando em tempo real a entrada e saída de mercadorias e a sua rotatividade.

O inventário, que deve ser realizado regularmente, de acordo com a necessidade da empresa, também pode ser feito com o auxílio do sistema. Isso torna a atividade mais rápida e evita falhas na contagem.

Outro ponto importante é o abastecimento, que também pode ser mais assertivo com a ajuda do software. Os relatórios podem informar quais produtos estão em falta, quais deles têm maior giro ou demoram mais a sair.

 

Otimizando a gestão de armazenagem

Por se tratar de um processo mais operacional, a armazenagem deve ter a organização como sua peça-chave. Assim, o trabalho é executado com muito mais eficiência.

O layout do armazém deve ser feito de um jeito que se adapte à dinâmica do negócio. Isso vai depender do tipo de produto armazenado, se é ou não perecível, se sai com mais ou menos frequência.

Algumas ferramentas tecnológicas também podem ser usadas para uma boa gestão de armazenagem. Empilhadeiras bem como elevadores facilitam o processo de abastecimento e separação de produtos.

Em negócios de e-commerce, a agilidade proporcionada por esses equipamentos certamente pode implicar em uma rapidez maior na entrega do produto ao consumidor final.

Codificar os itens também facilita na padronização e identificação dos lotes, assim, eles são encontrados com mais rapidez. Os códigos de barra, por exemplo, geralmente fornecem o nome do fabricante, nome do produto, peso e tamanho.

 

Vantagens da gestão de estoque e armazenagem

Houve um tempo em que a administração dos negócios era focada apenas na parte operacional, com muitas atividades feitas de forma manual. Isso causava falhas e bastante retrabalho.

Hoje, empresas que não possuem uma visão mais estratégica sobre o que entregam ao mercado, vão ficando para trás. Trabalhar apenas por intuição não faz o negócio crescer.

Uma boa gestão de estoque e armazenagem vai trazer resultados positivos, como a otimização do tempo em que cada etapa é executada, possibilitando entregas mais rápidas e redução de custos.

O uso de sistemas facilita a análise de informações que podem ajudar na escolha dos equipamentos mais adequados à realidade da operação, isto é, evitando gastos com material que não será útil.

Também é possível identificar os produtos que têm saídas sazonais, além disso, você pode programar a compra deles para o período certo. Desse modo, você evitará o desgaste do produto que fica parado por um tempo desnecessário.

Todas essas iniciativas resultam na diminuição de custos e no aumento da produtividade. Além disso, melhoram muito a percepção que o cliente tem da sua experiência de compra.

Para as empresas que querem manter o foco em seu core business, a terceirização logística pode ser uma ótima opção para a gestão de estoque e armazenagem.

 

Se você está pensando em melhorar os processos logísticos da sua empresa e reduzir seus custos fixos, a LMX Logística pode lhe ajudar. Entre em contato conosco!

 

Como otimizar a logística do seu e-commerce

Fazer vendas pela internet é, em muitos aspectos, um processo bastante diferente do que é feito em uma loja física. Uma dessas diferenças está na logística para e-commerce.

As vendas pela internet crescem cada vez mais, principalmente pelo acesso fácil que muitas pessoas têm hoje às novas tecnologias. E o comportamento desse público também muda de forma muito rápida.

É preciso estar atento à percepção que o público consumidor tem do negócio e falhas nos processos de logística podem contribuir negativamente para a imagem da empresa.

É por isso que, neste artigo, vamos dar algumas dicas essenciais para que a sua empresa mantenha o padrão de qualidade da sua logística, deixando os clientes cada vez mais satisfeitos.

 

A importância da gestão logística para e-commerce

Uma boa gestão de processos logísticos é um dos fatores essenciais para que todas as etapas da operação ocorram sem maiores problemas. É preciso planejar e utilizar ferramentas que auxiliem em sua execução.

Isso vai garantir que o tempo entre a compra e a chegada do produto nas mãos do cliente seja reduzido, além de prevenir a perda de mercadorias, possibilitando uma redução de custos.

Quando a logística para e-commerce não é eficiente, o cliente não recebe seu produto no prazo, a mercadoria pode ser extraviada ou chegar com algum tipo de avaria.

Por isso, é preciso fazer investimentos em ferramentas que facilitem a gestão, na capacitação da equipe e promover sempre a integração de todos os setores da empresa.

Lembre-se que a imagem da empresa é o resultado dos esforços conjuntos de todos os seus departamentos. Eles devem funcionar em conexão, ao mesmo tempo em que desenvolvem suas atividades específicas.

 

Faça uso de novas tecnologias na operação de logística para e-commerce

Algumas ferramentas tecnológicas como os ERPs (Enterprise Resource Planning) e CRM (Customer Relationship Management) são bastante eficientes na operação logística para e-commerce.

O ERP é um sistema que integra as informações de todas as etapas que envolvem a operação logística. Ele fornece relatórios importantes que, ao serem analisados, podem ser usados para estabelecer novas estratégias.

Através desse sistema, o gestor de logística consegue identificar falhas bem como tomar providências que garantam a qualidade do serviço, com mais agilidade e possibilidade de acerto.

Ele também permite que o estoque seja acompanhado com mais eficiência, inclusive na reposição de mercadoria, pois seus relatórios indicam números mais assertivos dos itens que têm maior ou menor saída.

Já o CRM auxilia na gestão do relacionamento com o cliente, que também não pode ser deixado de lado, até porque, ele sofre interferências diretas dos erros cometidos pela logística.

 

Atenção na escolha da transportadora

De nada adianta toda a gestão da logística para e-commerce se ela também não envolve a escolha da transportadora. Afinal, é esse serviço que vai levar o produto até o seu comprador.

Vários problemas podem acontecer, caso não haja qualidade no transporte. O produto pode chegar com avaria, pode ser extraviado ou ser entregue com atraso. Além disso, também há a possibilidade de roubo.

Por esses e outros motivos que alguns cuidados devem ser levados em consideração na hora de escolher a transportadora que fará a entrega das mercadorias.

Nada de contratar uma única transportadora. Ou seja, é preciso avaliar o destino do produto, os preços cobrados por cada empresa de transporte e suas políticas de serviço.

Então, só depois disso, é que a transportadora deve ser escolhida, dentro das necessidades da empresa. Isso também interfere nos custos e até aumenta os gastos, se não for dada a devida atenção para essa etapa.

Com relação às mercadorias, o indicado é que as transportadoras contratadas ofereçam seguros com uma boa cobertura, para roubos ou outros tipos de problemas.

 

Quando se trata de logística para e-commerce o foco é sempre o cliente

Todas as etapas da logística para e-commerce são executadas para que, no final do processo, o cliente tenha a melhor experiência com a sua loja virtual e, consequentemente, seja fidelizado.

E é pensando nisso que o seu negócio deve estar atento a outros pontos que também são relevantes para o sucesso da operação. Desse modo, a satisfação do seu cliente estará garantida.

O primeiro deles é estabelecer seus centros de distribuição em localizações mais estratégicas, com acesso mais fácil, que acabam ajudando na diminuição do tempo de entrega e até mesmo no valor dos fretes.

A preocupação da empresa não deve ser focada apenas na entrega do produto ao cliente. A logística reversa também é importante, caso haja algum problema e seja necessária a devolução da mercadoria.

Os KPIs (Key Performance Indicator ou Indicadores de Desempenho, em Português) ajudam a identificar o nível de qualidade da atividade que está sendo executada. Não abra mão de utilizá-los.

Uma opção mais econômica e tecnicamente viável para reduzir custos e otimizar sua logística pode ser a contratação de um operador logístico que já possua toda a tecnologia, espaço e mão de obra necessária. A LMX Logística é especializada em operações customizadas e de alta complexidade e pode ajudá-lo. Entre em contato conosco!

 

O que é Picking e Packing?

Além dos muitos outros fatores que as empresas que possuem processos logísticos precisam prestar atenção – principalmente as que trabalham com e-commerce – é necessário ainda ter um cuidado especial com a separação e embalagem de mercadorias.

O consumidor que utiliza esse tipo de canal para realizar suas compras está cada vez mais exigente. Seja com relação ao tempo de entrega até o nível de integridade da mercadoria que chega até ele.

Por isso, a empresa precisa traçar algumas estratégias para que o processo de separação não gere gastos desnecessários. 

Acompanhe este artigo e saiba como executar as etapas de Picking e Packing de forma mais eficiente para que seu negócio mantenha uma alta qualidade de serviço e ganhe o reconhecimento dos seus clientes.

 

Picking e Packing na operação logística

Para que a operação logística tenha bons resultados, é preciso conhecer bem todas as etapas do processo e qual a melhor forma de executá-las corretamente. Assim não haverá atrasos ou prejuízos com as mercadorias.

Nem sempre os gestores têm um conhecimento real da importância do Picking e Packing no processo de separação e embalagem de mercadorias, o que pode acarretar em erros gravíssimos na operação.

Ao receber um produto errado, danificado ou com a embalagem avariada, o cliente terá uma imagem negativa da empresa e, dependendo da frequência desse tipo de situação, a competitividade pode baixar significativamente.

Esses dois processos fazem parte de etapas importantes da logística e acontecem nos centros de distribuição, tanto da indústria como do varejo. São eles que possibilitam que a mercadoria chegue íntegra até o consumidor final.

 

Entenda o que é Picking

O Picking é o processo onde se separa a mercadoria de acordo com as especificações do pedido do cliente. Por isso mesmo, deve ser feito com atenção e cuidado, para que o produto correto seja separado.

Hoje, a automatização de processos logísticos já está cada vez mais comum. Isso torna a atividade mais ágil e diminui o tempo entre a efetuação da compra e a entrega do produto ao cliente.

Essa etapa tem um custo alto, comprometendo cerca de 55% do capital direcionado ao funcionamento do centro de distribuição e 40% desse valor é gasto com mão de obra.

Ora, se há um custo bastante relevante, não justifica que a empresa seja displicente com um processo tão importante e que pode influenciar negativamente na imagem dela diante do cliente.

Existem métodos diferentes de realizar o Picking e a empresa pode escolher qual deles vai utilizar, de acordo com suas necessidades e o planejamento logístico que foi feito. São eles:

  • Picking discreto: cada funcionário fica responsável por um pedido e executa todo o processo do início ao fim;
  • Picking por zona: o processo é dividido por zona e cada funcionário fica responsável por uma Unidade de Manutenção de Estoque (SKU). O SKU é um código utilizado para identificar cada produto que há no estoque, separando os produtos de acordo com as características e quantidades;
  • Picking por lote: nesse método, cada funcionário fica responsável por um lote, que é formado por vários SKUs;
  • Picking por onda: aqui é destinado um SKU para cada funcionário, porém, com uma delimitação de tempo para ser executado.

 

Como acontece o Packing

O Packing faz parte do processo de embalagem de mercadorias e acontece depois do Picking. Assim como a etapa anterior, também necessita de atenção com os detalhes.

Nesse momento da operação logística, o produto deve ser embalado de acordo com suas especificações, o que envolve a proposta de embalagem feita pelo marketing e a necessidade de descaracterização, como forma de evitar furtos.

No que diz respeito às embalagens, é importante observar o nível de dificuldade do seu manuseio para que isso não interfira na agilidade do processo.

Outro aspecto que deve ser levado em consideração é a segurança que essa embalagem realmente oferece à integridade do produto e se ela evita que ele seja danificado durante o transporte.

 

Picking e Packing atrelados ao nível de satisfação do cliente

O Picking e Packing são processos muito importantes na embalagem e separação de mercadorias. Ademais, são eles que determinarão a satisfação do cliente com a sua compra, ao receber o produto de forma rápida e sem danos.

Mas para que isso aconteça, é preciso fazer um planejamento da logística e uma gestão da cadeia de suprimentos que seja eficiente. Isso também inclui o bom relacionamento entre indústria e varejo.

Sempre que possível, é indicado a utilização de KPIs para identificar o nível de produtividade e a qualidade do serviço, pois, ajuda na identificação de possíveis falhas que ocorram durante o processo.

Falhas relacionadas à separação e embalagem podem implicar em perdas de mercadorias e prejuízos financeiros sérios para a sua empresa. A LMX Logística é especializada em operações customizadas, fornecendo soluções ao longo de toda a cadeia de suprimentos. Somos um parceiro estratégico para sua empresa, oferecendo maximização na qualidade dos seus serviços e redução de custos operacionais.

 

Se você ainda tem alguma dúvida sobre Picking e Packing e como a LMX Logística pode ajudá-lo a evitar prejuízos, entre em contato conosco e fale com um de nossos consultores! Com certeza, encontraremos a melhor solução para a sua empresa.

 

Logística reversa: o que é e como aplicar

Com as graves consequências ambientais desencadeadas pelo desenvolvimento industrial e tecnológico em escala global, nos últimos anos, a preocupação com o planeta tem se tornado pauta de discussão entre as principais potências mundiais. Algo que também está cada vez mais em evidência no mundo empresarial, uma vez que muitas organizações passaram a modificar ou adaptar os seus processos buscando uma maior consciência ambiental. Dentre eles, está a logística reversa.

Além das implicações lógicas que o cuidado ambiental traz, investir em ações que beneficiem o meio ambiente de alguma forma também contribui positivamente para a visibilidade do negócio. Isso porque os consumidores estão bem mais conscientes e exigem essa contrapartida das empresas.

Então caso algum produto possua em sua composição substâncias e materiais que podem agredir a natureza ou causar problemas de saúde à população, o fabricante ou importador tem responsabilidade sobre isso. 

Neste artigo vamos falar sobre as particularidades da logística reversa e de que forma acontece esse processo. Continue a leitura! 

 

O que é logística reversa

O Brasil possui uma Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), representada pela Lei nº 12305 e regulamentada pelo Decreto nº 7404, onde o processo de logística reversa também é destacado.

Na PNRS essa modalidade de logística é definida como um conjunto de ações que viabilizam o retorno de alguns resíduos sólidos ao seu fabricante, para reaproveitamento ou descarte adequado do material.

Ou seja, produtos como pilhas, baterias, agrotóxicos, lixo hospitalar entre outros, são responsabilidade dos fabricantes. Portanto, são eles que devem cuidar da logística para o retorno desse material.

O principal objetivo da logística reversa é a preservação do meio ambiente, pois muitos desses produtos podem demorar até séculos para se decompor, além de terem bastante potencial para poluição da água e do solo.

Também podem causar doenças em pessoas que entram em contato com substâncias tóxicas contidas nesses produtos ou oriundas de contaminação, no caso do lixo hospitalar.

 

Como funciona esse tipo de logística

O processo de logística reversa começa com a devolução do produto ou sua embalagem ao lugar onde ele foi comprado, seja em uma loja ou no próprio distribuidor.

Alguns fabricantes, como método de incentivo, colocam pontos de coleta em algumas lojas que revendem seus produtos. Nós podemos ver constantemente em locais que recebem pilhas e baterias de celular, por exemplo.

Ao chegar no comerciante ou distribuidor, o estabelecimento pode enviar os produtos de volta ao fabricante ou a fábrica envia um transporte apropriado para recolher essa mercadoria.

A fábrica ou importador é o destino final dos resíduos e eles devem dar andamento ao processo de reaproveitamento e reciclagem ou descartar o material de forma que não agrida o meio ambiente ou a saúde das pessoas.

Tudo isso funciona como uma rede que deve estar interligada, para que funcione adequadamente. Fabricantes, distribuidores, comerciantes e consumidores devem estar cientes que são peças-chave desse ciclo.

A educação e informação sobre esse tipo de medida também são importantes para que todos esses personagens trabalhem em conjunto e consigam um resultado positivo.

Portanto, o fabricante deve informar o distribuidor e o comerciante e estes devem informar os seus clientes sobre a devolução adequada desses materiais e a importância disso para a sociedade.

 

Impactos da logística reversa no seu negócio

Como já mencionamos acima, a questão ambiental vem sendo discutida pela sociedade mais abertamente que há 10 anos, por exemplo. Hoje, esse é um critério importante na escolha do que consumir.

Há uma tendência cada vez mais crescente de que as pessoas consumam mais produtos de empresas que têm preocupação com o meio ambiente e desenvolvem ações direcionadas aos cuidados com a natureza.

Isso se caracteriza como um investimento, que trará retorno ao seu negócio e também deve ser planejado, da mesma forma como já é feito com as demais atividades da empresa.

Se as pessoas estão mais direcionadas a consumirem produtos fabricados por empresas que possuem essa consciência ambiental, a busca por esse tipo de produto também vai aumentar.

Empresas que conseguem investir em práticas que possibilitam o reaproveitamento ou reciclagem do seu material, conseguem uma redução de custos com matéria-prima.

Com um consumo maior do seu produto, a produtividade aumenta e, somado aos custos mais baixos, a empresa que realiza o processo de logística reversa também ganha financeiramente.

É claro que, poderia haver mais incentivo por parte dos governos. O Brasil, atualmente, deixa de faturar R$ 8 bilhões por ano por não possuir local adequado ao descarte de resíduos sólidos ou reciclagem.

Muitas empresas já visualizam a logística reversa como mais uma forma de se aproximar da sociedade e gerar uma imagem mais positiva, atraindo novos consumidores.

Hoje, esse processo já é um importante fator competitivo e faz grande diferença no mercado. Algumas empresas chegam a receber até uma certificação especial, como é o caso da ISO 14000.

 

É possível perceber que a logística reversa é um processo cada vez mais comum no mundo empresarial. Além de contribuir para o meio ambiente, também é uma oportunidade de reduzir custos. Sua empresa já encontrou a melhor solução para gerenciar as devoluções? Entre em contato conosco, que podemos ajudá-lo!

 

Carga simples e carga consolidada: conheça as vantagens

O gerenciamento logístico é, atualmente, uma das formas mais eficientes de proporcionar mais qualidade no serviço prestado aos clientes. Entregar seu produto com rapidez e segurança, pode aumentar o seu nível de competitividade no mercado, além de facilitar a fidelização dos seus consumidores

Essa preocupação por parte de empresas que possuem operações logísticas também pode ser usada como estratégia. Isto é, serve tanto para manter como para aumentar o seu nível de competitividade no mercado.

Em tempos onde o consumidor está cada vez mais exigente, o processo de transporte das mercadorias deve ocorrer da forma mais rápida e eficiente. Portanto, para isso, a empresa também deve avaliar várias circunstâncias. É importante entender, por exemplo, qual forma de transporte da carga pode possibilitar um aproveitamento mais eficiente e trazer maior redução dos custos de frete. Para alguns, a carga simples funciona bem, para outros, a carga consolidada pode ser mais interessante.

Quer saber qual tipo de transporte de carga se encaixa melhor para a sua empresa? Então continue a leitura!

 

O que é carga simples

Todos os volumes que podem ser transportados por um veículo são chamados de carga. Para facilitar o gerenciamento logístico, diminuindo custos e aumentando a segurança no manuseio, as cargas costumam ser unitizadas.

A unitização acontece quando as cargas são reunidas em um único volume, nas unidades de cargas e esse processo pode ser feito em algumas modalidades.

Na pré-linhagem, são utilizadas redes de nylon ou corda para acomodar a carga. Nesse tipo de unitização, fica mais fácil o deslocamento do volume por meio de guindastes.

Outra forma de unitizar a carga é utilizando paletes, que são estrados onde as cargas são colocadas e podem ser de madeira, metal ou plástico. Esse método facilita o manuseio feito por empilhadeiras.

No transporte internacional é utilizada a conteneirização. Desse modo, os volumes são acomodados dentro de um contêiner e pode ser usado tanto por via marítima, terrestre e aérea.

 

Conceito de carga consolidada

A carga consolidada é utilizada quando há vários produtos, de clientes diferentes, porém com semelhanças em suas dimensões ou que possuem a mesma rota e prazos de entrega.

Esse processo é utilizado no gerenciamento logístico como forma de dinamizar suas etapas, já que não é necessário o uso de máquinas diferentes ou vários funcionários para o manuseio de cada volume.

Quando isso ocorre, devem ser emitidos alguns documentos por parte da empresa consolidadora. Eles contêm informações como a natureza dos volumes que estão sendo transportados e sua localização.

O conhecimento de transporte conhecido como “Master” ou MAWB oferece informações sobre a consolidação, ou seja, identifica o agente consolidador e o agente desconsolidador. Ambos devem ser credenciados no país.

Já o conhecimento “House” ou HAWB reúne informações individuais de cada volume e seus usuários. Esses documentos são usados durante o processo de separação da carga e devem ser encaminhados ao despacho aduaneiro.

 

Carga consolidada marítima e aérea

No transporte de carga feito na modalidade marítima, o peso da carga não interfere no valor cobrado pelo frete, portanto, esse tipo de consolidação é abstrata.

O que acontece é a unitização de cargas menores, onde são reunidos diversos volumes e acomodados dentro de um contêiner, de forma a facilitar o manuseio e aumentar a segurança durante o transporte.

Já no transporte aéreo, a consolidação acontece efetivamente, pois, o peso da carga vai interferir no valor final do frete, que é dividido entre os embarcadores. Assim, o custo do transporte diminui para todos.

Nesse caso, quanto maior for o peso do volume a ser transportado, mais baixo será o valor do frete aéreo. Ele é dividido em faixas que vão até 45kg, de 45k até 100kg, de 100kg até 300kg, de 300kg até 500k e a partir de 500kg.

 

Vantagens de cada tipo de transporte

Quando a empresa consolidadora reúne todas as mercadorias que vão para o mesmo destino é possível fazer uma negociação com a transportadora e o preço do frete acaba diminuindo.

Ao consolidar a carga, não há a necessidade da transportadora tratar os pacotes de forma individual, o que é vantajoso porque, quanto maior o peso, menor o valor do frete.

O gerenciamento logístico também é facilitado, pois, a mão de obra com logística diminui, os processos de carga e descarga também são simplificados e toda a dinâmica se torna mais rápida.

Isso também interfere positivamente nos custos com funcionários, caminhões e a manutenção dos veículos, pagamento de pedágios e gastos com combustível.

Mas, ainda assim, é necessário avaliar a necessidade do transporte em carga consolidada, se vale realmente a pena optar pelo serviço e isso vai de acordo com as características da mercadoria.

No caso de um produto mais sensível e que exige maiores cuidados durante o transporte, para não correr o risco de ser danificado, é melhor fazer através da carga simples.

 

Se você já viu qual o tipo de transporte que se adequa mais à necessidade da sua empresa e ainda tem alguma dúvida, nós podemos lhe ajudar. Entre em contato conosco!

 

WMS, o que é e quais são seus benefícios?

Não é nenhuma surpresa que, o mundo – cada vez mais acelerado – caminha para uma crescente automatização dos seus processos, nas mais diferentes áreas. Seja na vida pessoal ou nos negócios, a tendência é que o universo digital tome conta de todos os espaços e atividades, inclusive no que diz respeito ao gerenciamento de armazém. Nesse sentido, o sistema WMS veio para automatizar os processos logísticos dentro do armazém e é sobre ele que vamos falar neste artigo.

Empresas que têm processos logísticos e precisam gerenciar o seu centro de distribuição ou armazém, necessitam de sistemas que utilizam novas tecnologias. Desse modo, elas conseguem produzir com agilidade e gerar resultados positivos.

Seja qual for o porte da empresa, a logística exige uma atenção redobrada à todas as etapas da operação, afinal, elas demandam uma complexidade com potencial de problemas graves em cadeia, caso algum ponto não funcione como deve.

 

Mudança nos processos logísticos

A evolução da tecnologia influencia em todos os setores e atividades econômicas, isso porque, o comportamento do consumidor também é um reflexo das inovações tecnológicas.

Em um mundo cada vez mais digital, a expectativa das pessoas em relação aos produtos e serviços que consomem mudou consideravelmente de uns anos pra cá.

Há cerca de 15 anos, comprar através do e-commerce não era tão usual. Desse modo, as pessoas davam preferência às lojas físicas justamente pela demora em receber o produto.

Hoje, não só as pessoas passaram a comprar mais pela Internet, pela facilidade e rapidez de poderem utilizar smartphones e tablets, como também exigem que o tempo de espera pelo produto seja o mínimo possível.

Para que pudessem aumentar sua competitividade, muitas empresas buscaram melhorar os seus processos logísticos, dentre eles, o gerenciamento de armazém. Assim, conseguem entregar seus produtos com maior rapidez.

 

A função do WMS na logística

O WMS (Warehouse Management System), que em português significa Sistema de Gerenciamento de Armazém, é um software que automatiza os processos e auxilia na gestão do estoque.

Por ter diversas etapas, o gerenciamento de armazém envolvia o trabalho de várias pessoas. Além disso, muitas informações eram feitas de forma manual, demandando um tempo maior para sua realização.

Com o WMS, todo o controle passa a ser feito através de um sistema de logística integrada, que utiliza informações dos produtos, registradas através de códigos de barras ou QR Codes. Esse controle é feito com computadores e dispositivos móveis.

Os equipamentos são interligados por uma rede local e permitem realizar atividades importantes como controle de estoque. Mas também auxiliam na organização e otimização do espaço onde estão as mercadorias e na atualização do inventário.

O sistema também fornece diversos tipos de relatórios e informa sobre o status de cada produto que se encontra no armazém ou centro de distribuição e as entradas e saídas também são acompanhadas por ele.

Todos esses dados são atualizados automaticamente e fornecidos em tempo real, até em relação à entrega do produto ao cliente, com a confirmação do endereço de entrega feita pelo próprio software.

 

Vantagens do sistema WMS para a sua empresa

O uso do sistema WMS oferece inúmeras vantagens para a empresa que precisa lidar com a gestão da cadeia logística e a primeira delas é que aumenta a confiança de que os processos estão sendo executados com o mínimo de erro.

Como o WMS automatiza a maioria das etapas e centraliza o controle das informações, bem como suas atualizações, diminui consideravelmente os problemas causados por falha humana.

Dessa forma, muitas atividades também são desenvolvidas de forma mais ágil, otimizando o tempo necessário para que uma mercadoria chegue com rapidez até o cliente. Isso aumenta o nível competitivo da empresa no mercado.

Com o gerenciamento de armazém sendo feito de forma mais eficiente, também acaba diminuindo o extravio e perda de mercadorias ou matérias-primas. Consequentemente, isso acaba reduzindo alguns custos.

As despesas com armazenagem e mão de obra também diminuem e o sistema ainda promove um aumento da produtividade, já que os processos ficam mais simplificados e fáceis de gerenciar.

No que diz respeito ao gerenciamento em si, como as informações estão organizadas em um só lugar, a equipe de gestão pode identificar problemas com mais facilidade e buscar soluções mais assertivas.

É possível também estabelecer estratégias que ajudem em uma redução ainda maior de custos ou que adequem os processos à realidade da empresa, criando vantagens mais competitivas.

O WMS não só auxilia na questão logística, mas também facilita processos administrativos e no gerenciamento das equipes, melhorando a comunicação interna.

Todas essas vantagens refletem no produto final que a empresa entrega ao seu cliente e na imagem que ele vai ter do seu atendimento e da forma como ele recebeu sua mercadoria. Ambos ganham nessa relação.

Em resumo, o WMS controla o recebimento, armazenagem, separação e expedição das mercadorias, permitindo ao cliente controlar e localizar suas mercadorias e ter maior controle na gestão do armazém.

No entanto, cabe destacar que a implementação de um sistema WMS compreende uma trabalhosa tarefa de adaptações que visam adequar o sistema às operações do armazém, além de integrá-lo ao ERP e demais softwares que já estejam sendo utilizados pela empresa.

É necessário entender, portanto, qual o impacto do custo dessa implantação no custo final dos produtos de sua empresa.

Uma opção mais econômica e tecnicamente viável pode ser a contratação de um operador logístico que já possua essa tecnologia, como a LMX Logística.

 

Gostaria de saber como o sistema WMS pode otimizar seus processos e ainda reduzir seus custos de operação? Entre em contato com a nossa equipe!