O que é lead time em logística e qual a sua importância?

O Lead Time é uma expressão em inglês que, de forma resumida, significa tempo de espera. Ou seja, o tempo de chegada e a entrega do produto até seu cliente. Na logística, ela tem um significado bem mais amplo e complexo.

No meio logístico, o lead time é o tempo usado da produção até a transformação em produto final de uma mercadoria. Seu objetivo é ter uma maior precisão na hora de calcular os processos de entregas das mercadorias. Assim, o domínio sobre os procedimentos é maior e os indicadores serão mais exatos quando relacionados ao estoque e compras.

Qual a importância desse indicador?

O objetivo das empresas é sempre diminuir o seu lead time. O cálculo e análise dele podem ser usados para um maior embasamento na organização do seu negócio.

O Lead Time é um desafio interno para evitar que seu cliente fique insatisfeito com a sua empresa. Quanto menor o lead time, melhor. Para reduzi-lo, uma das saídas é manter sempre altos níveis de estoque dos seus produtos. Entretanto, essa não é a única saída e nem a mais indicada, pois gera altos custos para a empresa. Podendo, ainda, a empresa sair perdendo com produtos parados em seu estoque.

Como calcular o lead time

Os passos para fazer esse cálculo são:

Liste os produtos exigidos para determinado trabalho

Os elementos necessários para instalações e reparos também devem ser considerados, além das matérias-primas usadas na fabricação.

Descubra o tempo necessário para a aquisição de cada item

Esse fator depende dos fornecedores e outros aspectos, como distância. Por exemplo: se o fornecedor de determinado insumo está localizado em outro estado, a chegada do material pode demorar 5 dias ou mais. Lembre-se de analisar se o parceiro trabalha exclusivamente em dias de semana, porque, nesse caso, deve-se excluir o final de semana do cálculo.

Escolha o elemento com o maior prazo de entrega

Os itens verificados anteriormente devem servir como base e você deve usar aquele com prazo mais longo. Anote o tempo que demorará para receber o material. Acrescente um dia à contagem, caso sua empresa conte com inventário de matérias-primas ou produtos.

Defina o número de dias/horas para a finalização do produto/serviço

O tempo de fabricação do produto ou do término do serviço deve ser levado em conta. Acrescente finais de semana e possíveis atrasos, reparos em equipamentos ou ausência de funcionários nesse processo.

Adicione o tempo de espera para receber os produtos

Esse acréscimo deve ser feito à contagem do tempo de fabricação ou para conseguir um funcionário que instale o produto. A soma desses pontos será o lead time.

Equipe LMX

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Os efeitos da greve dos caminhoneiros

No fim de maio, o Brasil passou pela Crise do Diesel ou, como é popularmente conhecida, pela greve dos caminhoneiros. Este período foi marcado pela paralisação de caminhoneiros autônomos durante 10 dias em diversos locais do país.

A greve foi motivada pelo fato da instalação da nova política de preços da estatal Petrobras. Desde seu início, em 03 de julho de 2017, até o primeiro dia da paralisação, o diesel sofreu alta de aproximadamente 56,5% na refinaria, segundo dados cálculos do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE).

E, assim, o valor passou de R$1,5006 para R$2,3488. Estes valores não possuem os impostos inseridos. O aumento é justificado pela cotação do petróleo no mercado internacional – o que era a intenção inicial da estatal.

Entretanto, para os caminhoneiros, este preço encareceu demais os custos que eles tinham durante seu trabalho. Desse jeito, começou a paralisação, esta resultou no desabastecimento de produtos e combustíveis na cidade. Quem anda de carro sabe a luta que foi para conseguir abastecer o tanque com o suficiente para aguentar o ir e vir do cidadão.

A população sofreu com essa deficiência no estoque de combustível. Assim ficando impossibilitada de transitar, por exemplo, para o trabalho, fosse por transporte público ou privado.

Mas o que os caminhoneiros reivindicavam?

Eles buscavam a redução da carga tributária sobre o óleo diesel. Durante os protestos, os motoristas pediram a zeragem da alíquota PIS/Pasep e Cofins. Além destes, pediram a isenção da Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico).

Afinal, os impostos representavam quase que a metade do valor do combustível na refinaria. Diminuindo a quantidade de tributos, seria um alívio ao setor logístico, já que o diesel representa 42% do custo do frete.

Junto com essas, os caminhoneiros também reivindicaram pela isenção do pagamento de pedágio dos eixos suspensos e pela instalação de uma regra para esses constantes reajustes no preço do óleo diesel.

Dentre os pedidos, encontra-se também uma política de preços mínimos para o frete e a criação de um marco regulatório para os caminhoneiros.

Quais pedidos o governo atendeu?

Em um primeiro momento, o governo anunciou a redução de R$0,46 no valor do diesel. Este valor veio da zeragem da Cide sobre o combustível e da diminuição da alíquota de PIS/Cofins.

Além disso, o governo publicou uma tabela regulamentadora de preços mínimos para a cobrança do frete. A primeira versão foi altamente contestada por produtores rurais e pela indústria. Estes alegavam que a cobrança do frete inviabilizaria o setor produtivo.

Com isso, foi lançada uma segunda versão. Nesta, reduziu-se em média 20% dos valores mínimos dos fretes. Entretanto, horas após a divulgação desta nova tabela, o governo recebeu críticas de diversos setores e revogou a versão.

A isenção da cobrança de eixo suspenso de caminhões vazios em pedágios também foi atendida. A isenção vale para todo território nacional.

Quais foram os impactos da greve no País?

Além do caos em postos de gasolina, desabastecimento de supermercados, redução na frota de ônibus, cancelamento de aulas e parte das empresas paradas pela falta dos funcionários. A paralisação também impactou o setor logístico e econômico de uma maneira estrondosa.

  • O reflexo na exportação

O Banco Central também identificou influência da paralisação nas transações correntes do Brasil com o exterior. O superávit comercial (quando exportações superam as importações) foi de US$ 729 milhões em maio, 29% a menos do que o previsto pelo BC, de acordo com dados divulgados na segunda-feira (25).

37% foi quanto caiu a média diária de exportações durante a greve, segundo dados do Banco Central.

Os números refletem a dificuldade que empresas tiveram para transportar produtos até os portos. Apesar da queda, a avaliação do chefe do Departamento de Estatísticas do Banco Central, Fernando Rocha, é que esses números voltem à normalidade e em junho fiquem estáveis.

Tabela de frete mínimo

A tabela de fretes foi instituída por uma medida provisória (MP) editada pelo presidente Temer. O presidente tentava acabar com a paralisação dos caminhoneiros.

Em 30 de maio, a agência publicou a primeira tabela, que gerou críticas de transportadoras e até do ministro da Agricultura, Blairo Maggi. Ele argumentou, na ocasião, que os preços haviam dobrado.

Com a polêmica, a ANTT editou uma nova tabela, mas os preços foram criticados pelos caminhoneiros, o que fez a agência voltar a praticar os valores da primeira tabela.

Após as negociações, o governo determinou que a ANTT criasse uma tabela com o valor mínimo do frete, que foi regulamentada. A resolução determina que a tabela do piso mínimo seja reajustada sempre que preço do óleo diesel tenha oscilação superior a 10%. O reajuste variou de 1,66% a 6,24%, dependendo do tipo de carga e da distância percorrida.

O contratante que descumprir o piso mínimo de frete estará sujeito a indenizar o contratado em valor correspondente a duas vezes a diferença entre o valor pago e o que seria devido, conforme estabelece a Lei nº 13.703 de 8 de agosto de 2018.

Equipe LMX

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Saiba como superar os maiores desafios da logística

Saiba como superar os maiores desafios da logística

De início, a distribuição de produtos se limitava apenas no papel operacional e na sua pouca repercussão no ramo. Entretanto, empreendedores da nova geração já perceberam que existem desafios para serem superados para a operação não ser afetada.

O gestor precisa identificar e achar formas de diminuir os riscos e alcançar resultados positivos para a empresa.

  1. Segurança no transporte

Garantir que a entrega aconteça de forma segura é de suma importância para o setor de transportes. Acidentes e roubos de carga são o tipo de imprevisto mais prejudiciais para a logística.

Logo, conscientizar e prevenir são as palavras chave para minimizar riscos para sua empresa. É preciso se certificar de que os motoristas obedeçam à legislação de trânsito, evitem excesso de velocidade e não bebam antes de dirigir.

Além disso, as longas viagens são desgastantes e ainda podem contar com chuva. Esse tipo de viagem é a maior causador de acidentes nas estradas.

A transportadora precisa garantir que exista a qualidade do transporte e de que o veículo não esteja sobrecarregado e que esteja em boas condições para trafegar.

  1. Infraestrutura das estradas

Com alta no número de acidentes nas estradas, a logística encontra mais um desafio para superar. Esse tipo de problema envolve muito mais do que o atraso na entrega do produto. Envolve a segurança do motorista, integrante da sua equipe.

Para lidar com isso, as empresas podem limitar seu raio de entrega. Com isso, os motoristas não trafegariam em vias perigosas. Manutenções preventivas são uma maneira de manter os veículos da sua empresa circulando por mais tempo e em melhores condições possíveis.

  1. Cálculo do desempenho da operação

Embora o conceito de desempenho possa ser empregado em diversas atividades, o acompanhamento da atividade logística se destaca por sua relevância.

Os gestores devem ter consciência da necessidade de monitoramento e controle, por intermédio da medição dos fatores de prazos de entrega, custos e níveis de estoque.

  1. Organização do espaço físico do estoque

O nível de eficiência obtido com a gestão do estoque tanto pode tornar essa área uma vantagem estratégica, como pode se converter em um obstáculo. A localização e organização dos materiais, a distribuição do espaço e o arranjo das prateleiras impactam no andamento do processo.

Remessas de pedidos incorretos ou incompletos, dificuldade no embarque e atrasos no envio das mercadorias são algumas das consequências observadas quando a administração não dedica atenção a essa atividade.

Para corrigir essa situação, o layout de armazenagem deve ser criado para assegurar a movimentação de carga, maquinários e funcionários de forma segura. Com isso, é possível aproveitar melhor o espaço, reduzir os custos de estocagem e atender aos requisitos de cada produto.

Os desafios da logística consomem importantes recursos financeiros e de pessoal, por isso, os gestores devem dedicar esforços para reduzir sua influência. Dessa forma, é possível melhorar o desempenho e aumentar a margem de lucratividade.

Equipe LMX

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O que é sell-in e sell-out?

Dentro do processo logístico que visa entregar o produto até o consumidor final, existem muitos momentos entre essa entrega. Estes momentos intermediários precisam ser calculados. O comprador nem sempre tem uma boa comunicação com a empresa.

Sell in e sell out são duas métricas que precisam de atenção. Elas definem o volume de movimentação de produtos nos mais diversos estágios da cadeia de distribuição. Desse jeito, precisam ser constantemente acompanhados pela sua equipe.

Porém, os nomes podem gerar dúvidas em quem trabalha no setor. E, com isso, a qualidade do seu serviço será prejudicada.

Quais as diferenças entre sell in e sell out?

Sell-in

É a venda feita ao cliente varejista, que disponibilizará os produtos ou serviços aos consumidores finais. Para a entrega acontecer, o comprador precisa entender muito bem todas as características. Como, por exemplo, a embalagem, preço, manuseio e as  vantagens de seus produtos.

Sell-out

Venda feita ao cliente final. Para que a venda aconteça, não basta somente disponibilizá-la. É preciso, também, ofertá-la de maneira adequada. Por isso, o cliente final é quem deve ver as vantagens do produto ou serviço quando for consumi-lo.

O conhecimento de público é essencial. O que seu cliente gostaria de receber? Uma promoção? Uma experiência? Resumindo: para ser um bom vendedor, você precisa convencer o seu cliente a comprar de você. Além disso, precisa mostrar como ele poderá fazer a mesma coisa com seu próprio cliente.

Equipe LMX

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Você sabe a diferença entre gastos e custos logísticos?

pilha de moedas em cima de uma mesa

Você sabe a diferença entre gastos e custos logísticos?

Para quem trabalha na área logística e não tem o costume de lidar de forma direta com a parte contábil do negócio, este assunto pode causar muita confusão quando ao se tratar dos termos custos e gastos.

Os dois termos possuem suma importância para a gestão de recursos, pois evitam gastos desnecessários e falta de investimento em operações deficitárias.

Tenha ciência dos gastos do seu negócio

Os gastos são valores que asseguram o bom funcionamento da empresa. Tudo que for valor monetário usado para produção de serviços ou de bens, é considerado gasto. Como, por exemplo, custos, investimentos e despesas.

De forma mais simples, são movimentações de dinheiro que podem envolver ativos da empresa ou não. Dentro dos gastos, existem dois tipos.

  • GASTOS FIXOS

Gastos fixos são os que estarão todo mês constando na lista. Ou seja, eles não variam. Exemplos:

  • Aluguel do estabelecimento;
  • Salário e tarifas dos profissionais envolvidos;
  • Depreciação de veículos e equipamentos;
  • Seguro;
  • Impostos como IPVA, DPVAT e Taxa de Licenciamento.
  • GASTOS VARIÁVEIS

Ligados à quantidade de produto fabricado e ao número de serviços prestados. Eles não estavam dentro do planejado.

O que são custos?

Os custos são os gastos ligados com a produção e venda de bens ou serviços. Os custos são pontuais e definem os ativos financeiros dedicados à execução de uma ou mais operações.

Dentro dos custos existem os diretos e indiretos.

CUSTOS DIRETOS

Os custos diretos são todos os custos conectados aos veículos, ou seja, estão relacionados ao tempo de utilização deles e à distância percorrida (Km rodado). Podemos citar:

  • remuneração de capital (custo de oportunidade);
  • depreciação dos veículos;
  • combustível, pneus e lubrificantes;
  • lavagens e graxas; e
  • manutenção.
CUSTOS INDIRETOS

No setor de transporte, os custos indiretos não estão diretamente relacionados à operação dos veículos, dessa forma, não variam com a quilometragem rodada. Alguns deles são:

  • encargos e salários gastos, por exemplo, com profissionais do setor de venda, administrativo e comercial, ou seja, colaboradores que não estão em contato direto com a produção;
  • despesas necessárias para o funcionamento do negócio, como impostos, aluguel, entre outros;
  • água, telefone e energia elétrica;
  • serviços de terceiros;
  • impostos e taxas.

Equipe LMX

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O que é logística sustentável?

Nos últimos anos, o meio empresarial alimentou uma boa discussão sobre as empresas precisarem crescer econômica e socialmente sem deixar de lado a preservação do meio ambiente e a sustentabilidade.

Foi com esse tipo de discussão que surgiu o conceito de logística sustentável. Esse termo determina que os processos logísticos de uma empresa combatam o desperdício de recursos, além de garantir a redução do impacto ambiental causado pelas atividades executadas.

A sustentabilidade muda não só como as atividades são realizadas, mas também na organização do trabalho, na valorização do capital humano e como as empresas mantêm uma relação de harmonia entre elas.

Para que isso ocorra, a logística sustentável segue alguns pontos ligados à preservação ambiental e à garantia da sobrevivência das próximas gerações.

Como pode ser um diferencial competitivo?

Para uma empresa obter os melhores resultados, é preciso ter uma logística integrada e eficiente. Além de trazer bons resultados, ainda descomplicam-se as tarefas e, desse jeito, o trabalho dos colaboradores fica muito mais fácil.

Com uma cadeia de distribuição com baixo custo e alta qualidade, a sua empresa consegue satisfazer os clientes. Assim, a imagem e reputação da sua empresa são impactadas de maneira positiva, fazendo com que mais clientes fechem negócio com você!

Tudo isso agrega valor ao negócio, fazendo com que as empresas elevem seu diferencial competitivo, posicionando-se de maneira mais favorável, firme e forte no mercado.

Dessa maneira, o estudo estratégico dos processos logísticos e a implementação da logística sustentável tornam-se grandes aliados para a empresa que pretende manter sua capacidade de crescimento e aproveitamento de oportunidades.

Qual a importância da logística sustentável para o futuro das empresas?

A logística sustentável se mostra extremamente importante para sua empresa ter uma longa e ativa vida.

Pense: Como as empresas poderão produzir se não houver energia, pessoas e materiais necessários para desenvolver produtos ou oferecer serviços?

Além da falta de material para produtos e serviços, a empresa pode sofrer com uma má reputação. Já que a sustentabilidade envolve não só o meio ambiente natural, mas também o ambiente em que nós, homens e mulheres, vivemos. Assim, a empresa que optar por implantar a logística sustentável em seu negócio terá uma boa imagem e reputação.

Como resultado, mais clientes procurarão fechar negócio com você. Concluindo, a logística sustentável é importante tanto social e economicamente.

Como colocar esses princípios em prática?

São muitas maneiras de se colocar a logística sustentável em prática em sua empresa. Confira:

Você pode analisar o ciclo de vida dos produtos e determinar o impacto ambiental causado por cada um deles, adotar o consumo consciente, praticar a coleta seletiva, o reaproveitamento e a reciclagem dos resíduos. Além disso, você pode também cumprir com as exigências dos certificados ISO, equipar a frota com veículos movidos a biocombustível e planejar as rotas de distribuição para o consumo de combustível ser reduzido.

Além de todos esses exemplos citados, a logística reversa – medida adotada pela LMX – surge como uma forma muito bem estruturada de garantir a implementação da logística ambiental.

De maneira simplificada, a logística reversa é o controle do fluxo de materiais na cadeia de produção, com foco no reaproveitamento de recursos e na diminuição do acúmulo de resíduos no meio ambiente.

A logística reversa também se importa com a resolução de problemas relacionados ao uso ou consumo de produtos, estabelecendo formas mais rápidas de resolver questões relacionadas às reclamações dos consumidores.

Desse modo, a logística reversa traz grandes contribuições para as empresas, no sentido de potencializar a prática da logística sustentável.

Qual a contribuição da logística reversa?

Ao considerar o controle do fluxo de materiais dentro da empresa, desde a origem da produção até o uso e descarte pelos consumidores, a logística reversa constitui-se como um grande espelho da logística ambiental.

Trata-se da materialização, em processos, das metas e dos objetivos propostos quando se pretende garantir o crescimento econômico sem sacrificar a preservação ambiental e o desenvolvimento social.

Dessa forma, ao orientar todos os processos gerenciais e operacionais, segundo os princípios da logística sustentável, as empresas garantem sua sobrevivência no mercado e agregam valor competitivo e econômico ao negócio.

Equipe LMX

Entenda o que acontece dentro de um processo logístico de uma empresa e qual a sua importância

Para entender o processo logístico, é preciso compreender o que significa logística. Este termo é muito usado em conversas e reuniões de empresas, mas o que é logística de fato?

A palavra tem origem grega e também do francês “logistique”, ela se associa com álgebra e lógica matemática. Em uma tradução livre, significa planejamento e realização de vários projetos.

A palavra ficou muito popular durante a guerra, como uma área do exército que cuidava do planejamento de processos importantes. Como, por exemplo, armazenamento, distribuição e manutenção de itens. Essa área manuseava itens como armas, alimentos, roupas e também remédios. A sua principal função era garantir que eles estivessem prontos para utilização no local e no momento de necessidade.

Ou seja, como não dá para produzir um produto na hora e local em que precisa ser consumido, é preciso se armazenar as mercadorias produzidas e transportá-las. A logística é a área que cuida para que estes produtos estejam disponíveis no local de consumo ao menor custo possível.

O processo logístico é essencial para o funcionamento harmonioso de qualquer negócio. Se não há quem compre e controle a matéria-prima necessária para a produção de um item, como serão produzidos os produtos e materiais que a empresa leva para o mercado? E se não há quem cuide dessa distribuição e do transporte, como o produto poderá chegar às mãos do consumidor final?

Etapas do processo logístico

1)      Administração de materiais e recursos

É a etapa em que se faz um levanta de forma precisa e detalhada as necessidades de cada área da empresa. Ou seja: tudo o que é preciso para que a produção seja feita e distribuída.

É fundamental que os estoques estejam organizados e preenchidos de acordo com as demandas que surgirem. Assim, não existe o risco de faltar ou sobrar produtos.

2)      Armazenamento

Esse processo consiste em métodos e técnicas de proteção, conservação e controle de todos os produtos disponíveis em estoque para uma possível distribuição.

Depois de prontos, os produtos e mercadorias são guardados nos chamados centros de distribuição até serem transportados para os compradores e compartilhados no mercado.

3)      Distribuição

Etapa ligada ao transporte dos produtos finais e aos métodos, sistemas e equipamentos utilizados. Além dos prazos de saída e entrega das mercadorias para o consumidor.

4)      Administração de compras

Esta etapa é ligada a tudo que será preciso comprar para que os materiais sejam produzidos de forma efetiva e no tempo determinado. Isso inclui a escolha dos melhores fornecedores, tipos de matéria-prima, quantidades, orçamentos e preços.

5)      Transporte

Agora, é a hora de escolher o meio de transporte ideal para a distribuição das mercadorias, dos profissionais responsáveis, do controle e prazos de entrega. Tudo deve ser entregue de forma segura e com total qualidade que o consumidor almeja.

Aqui na LMX, além de todas essas etapas citadas acima, também contamos com a etapa da logística reversa. A Logística Reversa de caráter sustentável surgiu com o intuito de viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial através de um conjunto de ações para reciclá-los ou reutilizá-los.

É um processo que se dá também com a coleta de produtos devolvidos por diversos fatores. Como, por exemplo, devolução por troca, garantia, avarias, erro no processamento de pedido, entre outros.

A LMX tem em vista a criação de campanhas de educação para um consumo consciente. Além de uma fiscalização dos processos da logística reversa. Assim sendo uma constante preocupação para a empresa e seus colaboradores.

Equipe LMX

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