VANTAGENS EM CONTRATAR UM GALPÃO LOGÍSTICO

Para entrar no mercado competitivo da área logística, sua empresa precisa de recursos. O mais importante, é que você tenha um bom espaço físico. Essa é uma das maiores preocupações de muitas empresas, já que o preço dos espaços vem aumentando, cada vez mais. Mas calma! Não é preciso se preocupar! A solução para esses casos é muito simples, barata e segura: galpões logísticos!

Os galpões logísticos são uma excelente alternativa para seu negócio que precisa de mais espaço para as atividades. Alugar é a opção mais acessível, falando de forma econômica. Além disso, ele traz muitas vantagens para quem o contratar. Abaixo, a LMX Logística demonstra as vantagens de alugar um galpão logístico.

  1. Investimento inicial baixo

É óbvio que alugar um galpão logístico é bem mais barato que construir ou comprar um galpão inteiro. Por isso, a sugestão é o aluguel. É mais prático, mais barato e até mais seguro. É fácil de encontrar um lugar que atenda às suas expectativas e suas necessidades. Para alugar, é preciso apenas cobrir os custos do aluguel e a documentação necessária.

  1. Expansão das operações

O aluguel de um galpão logístico permite que você aumente suas operações conforme a necessidade do seu negócio. Permite também a possibilidade de descentralização dos processos de produção e até o estoque. A eficiência e o desempenho do operador logístico melhoram seu nível de eficiência na entrega, aumentando, assim, a credibilidade da sua empresa com seu cliente.

  1. Localização em grandes centros

É importante lembrar que os melhores locais para armazenar suas mercadorias são os centros urbanos. Lá, a possibilidade de vender melhor é garantida. Na maioria das vezes, os galpões estão localizados em locais estratégicos, facilitando as entregas.

Além das vendas, o local estratégico ajuda no transporte da mercadoria, que se torna mais rápido e barato.

  1. Estrutura mais adequada

Por já ter uma estrutura pronta e adequada, o galpão logístico está preparado para receber operações logísticas e estoques. Assim, o processo se torna mais prático, mais eficiente e com custos reduzidos.

A tecnologia aplicada no galpão logístico também é uma vantagem. A LMX Logística, por exemplo, possui um WMS (Warehouse Management System), sistema de gestão de armazém, que auxilia na otimização de espaços e organização do fluxo e distribuição dos produtos, se integrando aos sistemas de gestão de informações corporativos (ERP). Assim, atendemos nossos clientes com as melhores opções para suas necessidades.

Essas são algumas das vantagens que um galpão logístico pode trazer para seu negócio. É importante estar atualizado para que entenda sobre as demandas da sua empresa e para que você contrate o galpão que mais atenda às suas expectativas.

Precisa de um galpão logístico para armazenar suas mercadorias? Entre em contato conosco!

Por Julia Onorato

O que é lead time em logística e qual a sua importância?

O Lead Time é uma expressão em inglês que, de forma resumida, significa tempo de espera. Ou seja, o tempo de chegada e a entrega do produto até seu cliente. Na logística, ela tem um significado bem mais amplo e complexo.

No meio logístico, o lead time é o tempo usado da produção até a transformação em produto final de uma mercadoria. Seu objetivo é ter uma maior precisão na hora de calcular os processos de entregas das mercadorias. Assim, o domínio sobre os procedimentos é maior e os indicadores serão mais exatos quando relacionados ao estoque e compras.

Qual a importância desse indicador?

O objetivo das empresas é sempre diminuir o seu lead time. O cálculo e análise dele podem ser usados para um maior embasamento na organização do seu negócio.

O Lead Time é um desafio interno para evitar que seu cliente fique insatisfeito com a sua empresa. Quanto menor o lead time, melhor. Para reduzi-lo, uma das saídas é manter sempre altos níveis de estoque dos seus produtos. Entretanto, essa não é a única saída e nem a mais indicada, pois gera altos custos para a empresa. Podendo, ainda, a empresa sair perdendo com produtos parados em seu estoque.

Como calcular o lead time

Os passos para fazer esse cálculo são:

Liste os produtos exigidos para determinado trabalho

Os elementos necessários para instalações e reparos também devem ser considerados, além das matérias-primas usadas na fabricação.

Descubra o tempo necessário para a aquisição de cada item

Esse fator depende dos fornecedores e outros aspectos, como distância. Por exemplo: se o fornecedor de determinado insumo está localizado em outro estado, a chegada do material pode demorar 5 dias ou mais. Lembre-se de analisar se o parceiro trabalha exclusivamente em dias de semana, porque, nesse caso, deve-se excluir o final de semana do cálculo.

Escolha o elemento com o maior prazo de entrega

Os itens verificados anteriormente devem servir como base e você deve usar aquele com prazo mais longo. Anote o tempo que demorará para receber o material. Acrescente um dia à contagem, caso sua empresa conte com inventário de matérias-primas ou produtos.

Defina o número de dias/horas para a finalização do produto/serviço

O tempo de fabricação do produto ou do término do serviço deve ser levado em conta. Acrescente finais de semana e possíveis atrasos, reparos em equipamentos ou ausência de funcionários nesse processo.

Adicione o tempo de espera para receber os produtos

Esse acréscimo deve ser feito à contagem do tempo de fabricação ou para conseguir um funcionário que instale o produto. A soma desses pontos será o lead time.

Equipe LMX

Veja também:

Logística x Black Friday – saiba como se planejar!

Movimento de cargas no Porto de Santos sobe 4,4% em 2018

O Porto de Santos registrou, no primeiro semestre do ano, mais de 76,33 milhões de toneladas de carga movimentadas. Este crescimento foi de 4,4% em relação ao ano passado no mesmo período. Foi o melhor resultado da história para os primeiros sete meses do ano. Embarques e desembarques de mercadorias também tiveram números recordes para o período. Os dados foram copilados pela Gerência de Estatísticas da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp).

Levando apenas julho em conta, houve queda de 1,5% em relação ao mesmo mês do ano passado. A redução já era esperada, pela menor oferta de açúcar, dentre outros fatores. Os embarques somaram 8,56 milhões de toneladas (redução de 3% em relação a julho/2017). Já os desembarques cresceram 2,6% em relação ao ano anterior, com o registro de 3,3 milhões de toneladas.

Movimentação anual

A movimentação de cargas no Porto de Santos em 2018, até julho, foi de 76.338.046 toneladas. Foi o melhor resultado histórico para o período. O total de embarques foi de 54,56 milhões t, crescimento de 2,9% em relação a igual período do ano passado.  O complexo soja (grãos e farelos) apresentou a maior tonelagem.

O 2º produto em movimentação foi o açúcar, com a marca de 8,32 milhões t. O resultado é 25,8% menor que o de 2017, devido à opção das usinas em priorizar a produção de etanol. Em 3º no ranking está o milho, com 2,71 milhões de toneladas. O grão teve safra menor em relação ao período anterior e o escoamento foi impactado atraso nos embarques de soja e pelo impasse no preço do frete. Com isso, houve redução de 2,6% em comparação ao ano anterior (em 2017 foram 2,78 milhões t no período). O escoamento da safra do produto entra no pico neste início de 2º semestre e a projeção é de queda geral no ano.

No fluxo de desembarques, houve crescimento de 8,5% em relação aos primeiros sete meses de 2017. O produto de maior movimentação foi o adubo, com mais de 2,0 milhões t, mantendo-se como a 4º carga de maior tonelagem no Porto de Santos. Na comparação com 2017, houve redução de 6,5% (2,14 milhões t entre janeiro e julho). A 2ª carga mais desembarcada foi enxofre, com 1,26 milhões t (15,9% de crescimento; 1,09 milhões t no ano passado). Um destaque nos desembarques é o trigo, que alcançou seu melhor número histórico: 783,1 mil toneladas, crescimento de 21% em relação a 2017.

Movimento mensal

Em julho de 2018 o Porto de Santos registrou a marca de 11.872.362 toneladas. É a 2ª melhor movimentação para o mês, ficando 1,5% abaixo do apurado em 2017 (12,05 milhões t). Nos embarques, o volume ficou 3% menor do que no mesmo período do ano passado. O destaque é o complexo soja, que mantém números recordes no ano. O crescimento foi 60,9% em relação a julho do ano passado, com 2,49 milhões t (ante 1,55 milhões t do ano passado). O 2º produto mais embarcado foi o açúcar, com 1,48 milhão t, seguido pelo milho (1,22 milhão t), pela celulose (379,1 mil t), e óleo diesel (165,2 mil t).

Nos desembarques, houve crescimento de 2,6% em comparação a julho de 2017. Foram 3,30 milhões t, frente às 3,22 milhões t do mesmo mês do ano anterior. Os produtos de maior movimentação foram o adubo (411,0 mil t) e o enxofre (246,2 mil t).

Contêineres e navios

A movimentação de carga conteinerizada continua em ascensão no Porto de Santos. Em julho, o crescimento em relação ao mesmo mês do ano passado foi de 3,7%. Passaram pelo Porto 345.748 teu (medida padrão, equivalente a um contêiner de 20 pés), contra 333.414 teu em julho de 2017.  O acumulado de janeiro a julho é recorde, apresentando crescimento de 10,5% em relação ao ano passado, totalizando 2.349.165 teu. Em 2017 foram 2.125.897 teu movimentados no mesmo período.

As atracações de navios no Porto de Santos no mês de julho somaram 414 navios, 6 a menos que em julho/2017. No ano, há um acréscimo de 2,2% no número de embarcações, com o registro de 2.854 atracações no período. Em 2017, foram 2.793 atracações de janeiro a julho.

Fonte: Portos e Navios

Equipe LMX

Veja também:

Polícia Civil reduz gastos com combustível ao aderir sistema de gestão de frota

Movimentação dos portos e terminais cresce 1%

Além disso, atingiu 276,8 milhões de toneladas no segundo trimestre.

A movimentação de instalações portuárias, portos públicos e privados cresceu em 1% no segundo trimestre de 2018. Isso comparando com o mesmo período do ano passado, somando 276,8 milhões de toneladas movimentadas.

Este número expressa o aumento de 2,6 milhões de toneladas na comparação entre os dois períodos. Estes dados estão registrados no Boletim Informativo Aquaviário do 2º Trimestre de 2018. Documento produzido pela Gerência de Estatística e Avaliação de Desempenho, da ANTAQ – ele foi divulgado na última quinta-feira (16/08).

Houve um aumento de 2% na movimentação dos portos públicos em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. Este valor representa um ganho expressivo se comparado à evolução dos segundos trimestre entre 2016 e 2017 – quando houve decréscimo de 0,2%.

A notícia também é positiva para os portos privados! Houve crescimento de 0,5% (comparando com o mesmo período de 2017).

“Esse crescimento reflete a resposta positiva que o setor continua apresentando ao longo do tempo, apesar de oscilações visíveis. Demonstrando que está apto a atender às demandas do mercado brasileiro. Seja nos movimentos internos (cabotagem e vias interiores) ou mesmo nas exportações e importações”, explicou o gerente de Estatística e Avaliação de Desempenho da ANTAQ, Fernando Serra.

Neste trimestre, os portos privados movimentaram 181,6 milhões de toneladas. O que representou 65,6% das cargas movimentadas no conjunto das instalações portuárias do país. Já os portos públicos movimentaram 95,2 milhões de toneladas, representando participação de 34,4% da movimentação total das instalações portuárias brasileiras.

Maiores movimentações

– Minério de ferro, com 98,7 milhões de toneladas e aumento de 1,8% em relação a igual período do ano anterior;

– Petróleo e derivados (48,3 milhões de toneladas, mas decréscimo de 1,7%);

– E soja (40 milhões de toneladas e crescimento de 11,9%);

– Os contêineres foram a quarta carga mais movimentada no período, com 26,2 milhões de toneladas e aumento de 1,8%;

– E o carvão mineral a quinta carga, com 7,1 milhões de toneladas, o que significou aumento expressivo de 30,1%.

Segundo Boletim da ANTAQ, mesmo com dificuldades de escoamento de mercadorias em maio – por conta da greve dos caminhoneiros -, o total movimentado de cargas de soja e contêineres, nos portos públicos, apresentou aumento de 13,2% e 3,6%.

O grupo petróleo e derivados manteve a atual tendência de crescimento na movimentação dos portos públicos, com ganho de 6,0%. E pasta de celulose cresceu 25%. Já entre as principais mercadorias que apresentaram queda neste trimestre as maiores reduções foram adubos, com -11,2% e açúcar (-32,1%).

Principais portos

Os dez principais portos públicos em movimentação de cargas brutas neste segundo trimestre operaram aproximadamente 82,4 milhões de toneladas. O que correspondeu a 86,5% da movimentação total dos 31 portos organizados que registraram movimento de cargas no período.

Com relação ao Porto de Santos, a movimentação neste segundo trimestre foi de 27,2 milhões de toneladas. Queda de 0,6% em relação a igual período do ano passado. Contêineres e soja lideraram entre as mercadorias movimentadas no trimestre, somando 16,7 milhões de toneladas.

Já nos portos privados, o aumento na movimentação (0,4% em relação ao segundo trimestre de 2017) foi reflexo da maior movimentação de minério de ferro (+1,6%), soja (+10,3%) e carvão mineral (+29,4%). Um dos destaques em relação a esse tipo de instalação foi o Terminal Marítimo de Ponta da Madeira, que, na comparação com o segundo trimestre de 2017, registrou alta de 18,8%, representando incremento de aproximadamente 7,5 milhões de toneladas, sendo 99,3% do total minério de ferro.

Tipos de navegação

A movimentação de cargas de longo curso registrou movimento de 201 milhões de toneladas, queda de 1,4% em comparação ao segundo trimestre de 2017, sendo 35,6 milhões de toneladas de cargas de importação e 165,4 milhões de toneladas de cargas de exportação. A China foi o principal destino das mercadorias brasileiras no período, representando 51,7% das nossas exportações. Já quanto às importações, o principal parceiro comercial são os EUA, responsáveis por 23,1% da movimentação que chega aos portos brasileiros, sendo petróleo e derivados (28,7%) e carvão mineral (22,3%) as principais cargas importadas no trimestre.

A navegação por cabotagem registrou crescimento de 4,5% na movimentação na comparação entre este trimestre e igual período do ano anterior. Esse percentual corresponde a 1,6 milhões de toneladas acrescidas no trimestre, perfazendo um total de 56,7 milhões de toneladas movimentadas. As principais mercadorias movimentadas nesse tipo de navegação neste trimestre foram petróleo e derivados (61,4%), contêineres (11,0%) e bauxita (8,5%).

Na navegação interior, a movimentação portuária correspondeu a 18 milhões de toneladas, representando crescimento de 18,4% no comparativo entre os segundos trimestres de 2017 e 2018. Esse bom desempenho se deveu ao aumento de 10,2% na movimentação de pasta de celulose e de 768,1% na movimentação de carvão mineral, além da boa performance da soja – principal mercadoria operada nesse tipo de navegação – que registrou aumento de 20,3% neste trimestre em relação a igual período de 2017.

Fonte: Portos e Navios

Equipe LMX

Veja também:

Porto reduz embarque, mas mantém liderança no café

Porto santista movimentou 64,5 milhões de toneladas em 6 meses

Cerca de 64,5 milhões de toneladas foram movimentadas no Porto de Santos durante o primeiro semestre de 2018. Essa marca supera em 1,5 milhão de tonelada o total do primeiro semestre de 2017. Entre embarques e desembarques, o porto cresceu 5,6%, apesar do desempenho inferior de junho em relação ao de 2017. Essa baixa aconteceu pela queda de cerca de 4% nos embarques, ainda influenciado pelos reflexos da greve dos caminhoneiros. Após os bons resultados, é esperado que, até o final do ano, o complexo portuário movimente 133,3 milhões de toneladas. O que representará um aumento de 2,7% em relação ao ano passado.

Os embarques de milho, com alta de 55,2%, foram os destaques durante o primeiro semestre do ano e alavancaram resultados. Seguidos pela celulose (40,7%) e sucos cítricos (35,2%). Apesar de uma alta de apenas 10,4%, as exportações de soja tiveram representatividade de quase 20 milhões de toneladas, alavancando os números. Nas operações de descarga, as cargas de fosfato de cálcio (47 %), soda cáustica (35,2%) e amônia (29,4 por cento) tiveram maior relevância na balança comercial.

Cerca de 2 milhões de TEUS (medida padrão de um contêiner de 20 pés) foram movimentados no Porto de Santos. Isso durante o primeiro semestre de 2018, um aumento de 11,8% em relação ao ano anterior. Quase 22 milhões de toneladas de carga operadas, mesmo com a queda de 8,5% do movimento de contêineres, em comparação a junho de 2017. De acordo com a Companhia Docas do Estado de São Paulo (CODESP) são 11 meses de crescimento graças às condições do calado que vem sendo mantidas pela dragagem, propiciando a navegação de navios de maior porte no complexo santista.

Balança comercial

Com o crescimento apresentado durante o semestre, Santos passa a representar 27,7% na balança comercial. As exportações representaram 26,7% do total, equivalente a US$ 30,2 bilhões. As importações chegaram a US$ 23,9 bilhões, com 29,2% de participação. A participação de Santos atinge 36,4% levando em conta apenas as trocas comerciais utilizando o sistema portuário.

Com estes números, Porto de Santos bateu recorde de movimentação de cargas no primeiro semestre. “Ver o maior porto do país registrando números tão expressivos, nos mostra que o comércio exterior brasileiro está crescendo. E ainda tem muito potencial a ser explorado. Com os investimentos corretos e empresas preocupadas com o setor, este mercado pode ser ainda mais representativo em nossa economia”. Quem afirma é a Asia Shipping, multinacional referência no transporte de cargas.

Fonte: Portos e Navios

Equipe LMX

Veja também:

O que é logística sustentável?

Governo quer conceder 17 terminais neste ano

Governo pretende oferecer mais 17 áreas de locação de terminais portuários até o fim de 2018. O plano é conjunto ao Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). Em conjunto, essas parcerias devem exigir por volta de R$ 2,5 bilhões em subsídios.

Essa informação foi dada pelo diretor Diogo Piloni da Silva do PPI. Ele é responsável pela área portuária e concedeu a informação em coletiva de imprensa. O objetivo da coletiva era falar sobre o resultado do leilão de áreas portuárias que aconteceu na última sexta-feira (27).

Leilão

Das 17 novas áreas em jogo, quatro já tem data de leilão marcada. Em setembro, serão oferecidos terminais de granéis líquidos em Santos (SP), granéis sólidos de origem vegetal em Santana (AP). E também de GLP em Miramar (PA). Além de área de movimentação e armazenagem em Santos (SP) hoje ocupada pela Rodrimar. Propostas de arrendamento de mais 10 áreas serão encaminhadas ao Tribunal de Contas da União (TCU). Incluindo terminais em Cabedelo (PB) e Miramar e Vila do Conde (PA). A intenção é realizar a licitação neste ano. Adicionalmente, a intenção também é realizar consultas públicas para outras três áreas, incluindo um terminal de contêineres em Suape (PE).

Equipe LMX

Fonte: Portos e Navios

Veja também:

TCU multa direção da Antaq e determina mudança de tarifa

Porto de Santos terá dois novos terminais de líquidos em 2020

Em dois anos, o Porto de Santos terá dois terminais novos com especialização em granéis líquidos combustíveis. Um destes portos será leiloado em setembro. Na última sexta-feira (20), a Antaq anunciou um novo edital, que será publicado no primeiro trimestre de 2019. O objetivo do Governo Federal é de aumentar o volume de tancagem no País. Este volume é, hoje, considerado insuficiente para os portos.

Na sexta, os planos foram debatidos em audiência pública promovida pela ACS – Associação Comercial de Santos. “O Brasil recente tomou um susto, que está fazendo a gente refletir sobre a logística e armazenamento. Isso mostrou para o Governo Federal que o volume de tancagem no País inteiro está insuficiente para dar uma segurança neste setor. Estamos trabalhando várias áreas para líquidos tentando chegar antes para que isso se torne realmente um problema”, justifica o diretor da Antaq, Adalberto Tokarski.

O novo arrendatário deverá investir em torno de R$ 110 milhões na implantação do novo terminal. O maior investimento deve ser em tanques, que pode chegar a R$ 79 milhões.

O montante inclui a compra de equipamentos e a realização das obras necessários para o desenvolvimento da instalação. Sem contar com custos com dragagem dos berços de atracação. Com isso, em 2045, Santos deve movimentar 20 milhões de toneladas de líquidos ao ano.

Dúvidas

Durante a audiência, uma das preocupações levantadas pelos presentes foi a questão da infraestrutura do Porto. “O terminal vai se prestar a fazer expedição, tancagem e recebimento. Só que não podemos esquecer que para tudo isso se precisa de berço. Nessa questão, o berço de líquidos está bastante deficiente. Essa é uma das nossas grandes preocupações”, destacou o presidente da Associação Brasileira de Terminais Líquidos (ABTL), Carlos Kopittke.

“Parece que Santos têm gargalos e essa é uma preocupação, mas sabemos que tem berço para ser construído na Alemoa. Temos um contrato da Transpetro que cabe a construção de um berço e cabe ainda a própria obrigação do arrendatário em terminal fazer o investimento e nós estamos cuidando disso”, ponderou o diretor-geral da Antaq, Mário Povia.

O diretor-presidente da Federação Nacional dos Operadores Portuários (Fenop), Sergio Aquino, deixou registrada a frustração de ver uma instalação portuária desativada. “Não podemos ficar calados e temos que repensar o modelo que temos no País com relação à infraestrutura. Nenhum país sério que queira ser competitivo se dá ao luxo de deixar uma instalação portuária pronta e operando parada durante seis anos, com perda de receitas para o Porto”, afirmou.

Entre 1986 e 2011, a área foi operada pela Vopak Brasil e, hoje, a gleba está inoperante, após a suspensão, pela Justiça, de um processo licitatório realizado em maio de 2012.

Equipe LMX

Fonte: Portos e Navios

Veja também:

Após semana com preço estável, Petrobras volta a baixar gasolina

Uso de ferrovias na movimentação de cargas aumenta em 21% no Paraná

O uso de ferrovias para movimentar cargas no Porto de Paranaguá cresceu em 21% desde 2012. Este ano, foi registrada a maior quantidade de produtos transportados por trens, de janeiro até maio, no cais paranaense.

No primeiro semestre de 2018, foram contabilizadas 4.876.620 toneladas movimentadas pelos trilhos. A expectativa é de que a participação desse tipo de transporte aumente cada vez mais.

Em maio, o desembarque por trem registrou recordes jamais vistos. Foram descarregadas 1,014 milhão de toneladas de produtos no Porto de Paranaguá via ferrovia. Isso representa 28,1% da movimentação total. Este número marca o melhor momento registrado desde janeiro de 2011.

Já no mês passado, em junho, chegaram por trem até Paranaguá cerca de 1.012.224 de toneladas de produtos.

Produtos

No cais paranaense, os principais produtos movimentados pelas ferrovias foram o açúcar (40%), soja (23%), milho (11%) e contêineres (9%). Além destes, destacam-se também farelos (7%), derivados de petróleo (6%) e fertilizantes (3%).

Lourenço Fregonese é diretor-presidente da Appa. Ele diz que integrar porto e ferrovia é fundamental para uma maior competitividade e eficiência nas operações dos clientes do porto. “Os trens oferecem regularidade no fluxo operacional e segurança no transporte”, destaca ele.

Potencial ferroviário

Para entender o impacto positivo que o modal ferroviário causa, um vagão é capaz de transportar 45 toneladas de produtos. Ou seja, cinco toneladas a maios do que um modal rodoviário.

Sem contar que são necessários 1.500 vagões para carregar um navio. Para a mesma quantidade, são necessários 1.800 veículos para carregar um caminhão. Além disso, são necessários 1.500 vagões para carregar um navio. Já o número de caminhões para carregar a mesma quantidade é de 1.800 veículos.

Em Paranaguá, o trem consegue encostar muito próximo dos navios e também da área retro portuária, onde os produtos são armazenados e estocados.

A operação logística por meio da ferrovia é a melhor opção, pois na soma dos custos logísticos com o transporte da carga, o valor pode ficar de 10% a 20% menor pela ferrovia.

De acordo com o diretor de Operações da Appa, Luiz Teixeira Júnior, a capacidade do Porto é para descarga férrea de 32 milhões de toneladas/ano, o que equivale a 1785 vagões por dia ou 89.250 toneladas/dia. “Atualmente Paranaguá conta com 70 quilômetros de linhas férreas, sendo 7,5 quilômetros instalados no Corredor de Exportação do Porto”, informa Teixeira.

Fonte: Portos e Navios

Equipe LMX

Veja também:

Fisco de SP mira operação em armazém geral