Os principais documentos fiscais para o transporte de cargas

Para realizar o transporte de carga, a emissão de documentos fiscais é essencial. Conheça a seguir as obrigações fiscais para trafegar com tranquilidade.

Quais são os documentos fiscais essenciais para o transporte de cargas?

Nota Fiscal Eletrônica

A Nota Fiscal Eletrônica ou NF-e é um tipo de documento emitido pelo embarcador da mercadoria a ser transportada. Sua principal atribuição é registrar a venda de produtos, identificando a figura do vendedor e do comprador.

A existência da NF-e é completamente digital e transmitida pelo emissor para a Receita Federal eletronicamente. Essa é uma vantagem, pois o arquivo em formato XML (formato padrão de Notas Fiscais Eletrônicas), pode ser compartilhado com os destinatários reduzindo, assim, o tempo gasto com a conferência das informações durante o recebimento.

Enquanto a NF-e tem a sua distribuição realizada por meio eletrônico, o DANFE (Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica) tem sua versão em papel. Para as empresas transportadoras o DANFE deve obrigatoriamente acompanhar a carga desde a sua origem até o destinatário.

O documento auxiliar deve conter as seguintes informações para consulta da nota fiscal eletrônica:

  • Código de barras;
  • Valor total das mercadorias;
  • Chave numérica com 44 dígitos;
  • Descrição dos dados do remetente e do destinatário.

É importante destacar que o DANFE não deve ser considerado uma substituição da nota fiscal eletrônica. Essa é apenas uma versão simplificada utilizada para fins de fiscalização.

Conhecimento de Transporte Eletrônico

O CT-e (Conhecimento de Transporte Eletrônico), por sua vez, tem o objetivo de documentar a prestação de serviços de movimentação de cargas. Atualmente, a sua emissão, recepção e autorização ocorre eletronicamente para todas as modalidades de transporte.

Os fabricantes que possuem frota própria devem ser credenciados na Sefaz (Secretaria da Fazenda) do respectivo estado para receberem autorização para emitir o conhecimento de transporte.

No caso do Conhecimento de Transporte Eletrônico, a função do documento auxiliar é acompanhar a mercadoria durante todo o trajeto. Além disso, serve também para comprovar a prestação dos serviços. No momento da entrega, o destinatário deve assinar e carimbar o campo específico para indicar que o serviço foi concluído e os produtos se encontram conforme o pedido.

Em caso de pedidos incompletos, quantidade incorreta ou produtos danificados, o cliente pode recusar a entrega e os produtos devem retornar à origem com o DACTE (Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico) original.

A sua utilização também contribui para as fiscalizações ocorridas em postos. Com o código de 44 dígitos e o código de barras, a veracidade das informações pode ser verificada no sistema da Receita Federal com agilidade.

Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais

O desenvolvimento do MDF-e (Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais) tem como objetivo a simplificação das obrigações fiscais tanto de fornecedores como das prestadoras de serviço. Esse Manifesto deve ser utilizado nos casos em que o veículo está levando mercadorias distintas que requerem a emissão de mais de uma Nota Fiscal e mais de um Conhecimento de Transporte.

A finalidade do manifesto é agilizar o processo de registro de documentos em lote e identificar cada uma das cargas em trânsito.

Uma das novidades sobre esse documento, vigente desde outubro de 2017, é a exigência de informar o seguro de RCTR-C (Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de Carga). Dessa forma, os danos a terceiros decorrentes do transporte rodoviário estão acobertados. Os sinistros que podem ser indenizados são:

  • Colisão;
  • Incêndio;
  • Explosão;
  • Capotagem;
  • Tombamento;

Para o preenchimento do documento devem ser informados o nome da seguradora, CNPJ, número da apólice e número da averbação. A nova regra também determina que os dados devem ser registrados antes do início da viagem para evitar penalizações.

A emissão de documentos fiscais para transporte de cargas é uma obrigação que corresponde a transportadoras e fornecedores. Por tanto, essa exigência surge da necessidade de registrar as transações de compra e de distribuição e são vitais para que a empresa opere dentro da legalidade e previna penalizações.

Fonte: Truckpad

Equipe LMX

Veja também:

ANVISA: transporte de mercadorias segundo o órgão

ANVISA: transporte de mercadorias segundo o órgão

​A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) é o órgão vinculado ao Ministério da Saúde responsável pelo controle sanitário de produtos e estabelecimentos. Em uma de suas vertentes, a agência atua na regulamentação do transporte e armazenagem de mercadorias.

Quais os tipos de produtos amparados pela ANVISA?

A ANVISA ampara muitos produtos e os principais são alimentos, medicamentos e produtos biológicos. Para cada um deles, é feito um tipo de procedimento. Veja a seguir:

Alimentos

A portaria SVS/MS nº 326 de 30/07/1997 estabelece as normas para o transporte de alimentos industrializados.

O controle dos alimentos que entram acontece pelo monitoramento de temperatura. Esta deve se manter no nível recomendado pelo produtor. Fazendo com que não comprometa a qualidade dos alimentos.

Além dos alimentos industrializados, ainda existe o controle dos alimentos in natura, cujo estado de conservação é natural, ou seja, o mesmo de quando é retirado da natureza.

Aliás, é muito simples entender a diferença entre um alimento industrializado e um produto in natura. Vejamos um exemplo: o milho deixa tudo mais simples para o nosso entendimento. Quando você o compra em espiga, ele está em seu estado in natura. Já quando você compra aquelas latinhas de milho solto, ele passou por um processo de industrialização para acabar daquele jeito.

Os produtos in natura podem ainda ter o apoio do ministério da agricultura atuando sobre seu controle.

Medicamentos

Para o transporte de medicamentos, a ANVISA estabelece alguns pré-requisitos que a empresa transportadora precisa cumprir. Dentre eles, podemos destacar a necessidade de um certificado de Autorização de Funcionamento de Empresa (AFE).

Em adição, anteriormente era obrigatória a assinatura de um responsável técnico da empresa detentora do registro do medicamento como cumprimento de exigências do órgão. Entretanto, recentemente, algumas mudanças foram feitas por meio da Resolução de Diretoria Colegiada (RDC) 208/2018, desburocratizando essa etapa, podendo até tornar mais ágil a autorização para transporte após sua liberação perante a Receita Federal.

Produtos biológicos

Como produtos biológicos, podemos classificar os órgãos do corpo humano e até mesmo o sangue, sorte de produtos que precisam de um cuidado rígido no transporte.

A ANVISA possui um manual específico para o transporte de mercadorias de categoria biológica que visa orientar os transportadores e receptores dos produtos sobre como manipular estes itens sem o risco de sua condenação.

Quais são as exigências para a logística dessas mercadorias?

A ANVISA é bem rígida quanto ao controle do transporte de mercadorias. Há uma série de normas que visam esclarecer os cuidados e obrigações para isso. Vamos a algumas delas, começando pela portaria que mencionamos sobre os alimentos:

Portaria SVS/MS nº 326/1997

É a portaria da ANVISA que regulamenta o transporte de alimentos. Nela são observadas todas as condições para boas práticas de higiene, manipulação, desinfecção e conservação dos alimentos durante o transporte, de forma que não comprometa sua validade e que impeça sua contaminação.

Resolução de Diretoria Colegiada (RDC 20/2014)

Estabelece as regras e cuidados para o transporte de sangue. As boas práticas para o transporte desse tipo de mercadoria são fundamentais para que não ocorram divergências no controle de temperatura e nem mesmo que exceda o tempo padrão em transporte. Não observados estes pontos, qualquer desvio pode ocasionar divergências nas análises laboratoriais.

Guia de transporte de medicamentos

Para a garantia de manuseio correto de medicamentos, a agência possui um guia de transporte de medicamentos onde podem ser encontrados os procedimentos para manipulação de embalagens desses produtos.

O objetivo do manual é auxiliar os transportadores e detentores de registro de medicamento a atuarem corretamente para que este chegue ao consumidor final sem alterações em suas propriedades, da mesma forma como saiu da produção.

Fonte: Simplifica

Equipe LMX

Veja também:

Demurrage: entenda do que se trata

Demurrage: entenda do que se trata

Quando se está fechando um embarque marítimo, é estipulado pelo armador  o período de  free time. Durante este período estipulado, não se é pago nada a mais do que já estava acordado em contrato.

Ao ultrapassar este limite, entra em pauta a demurrage.

O que é?

Demurrage é a cobrança que se é feita, caso o contêiner permaneça parado após o período de estadia determinado pelo armador. A partir deste momento, paga-se um valor diário, em dias corridos e em dólar.

Este período conta a partir da data que o contêiner chega ao porto de destino até sua retirada. Este valor vem cobrado separado do frete.

O que pode fazer com que o contêiner fique parado?

– Um canal pode atrasar a saída do contêiner;

– Demora de informação no registro;

– MAPA;

– Liberação de carga;

– Entre outros.

Como funciona?

Um contêiner chega ao terminal com cinco dias limite para sair de lá. Caso ele permaneça no terminal por dez dias, a demurrage é de cinco dias. Ou seja, por mais que o prazo estipulado não seja cumprido, pode-se dar andamento ao processo mediante o pagamento da multa.

É importante que, num contrato, seja especificado:

– o tempo permitido ou o ritmo de trabalho e condição de contagem;

– o valor da sobrestadia;

– as condições para a entrega da notícia de prontidão;

– o início da contagem de tempo.

Como reduzi-la?

Remoção para porto seco

Uma forma de evitar a demurrage é agir junto a seu despachante aduaneiro para remover a mercadoria o mais rápido possível. Havendo atraso na liberação do produto, é possível utilizar um terminal de porto.

O chamado porto seco cobra taxas bem mais baratas, além de ser mais flexível na negociação de descontos.

Troca de container

Uma outra saída é a troca de container. O importador compra um equipamento com as mesmas especificações e o repassa ao armador — nome dado ao transportador — no prazo combinado. Posteriormente, ao desocupar o recipiente, vende-o e recupera o dinheiro da compra.

Desova da mercadoria

Pode-se ainda realizar o pedido de desova da mercadoria. Existem empresas especializadas neste tipo de procedimento, com custo bem menor que o valor da sobrestadia. Desovam-se os produtos e o container é devolvido dentro do prazo contratual.

Equipe LMX

Veja também:

Quais são os tipos de logística que existem?

Quais são os tipos de logística que existem?

O que é logística?

Logística significa contabilidade e organização e é um termo de origem grega. Logística também vem do frânces “logistique” , que significa uma arte que trata do planejamento e realização de vários projetos, muito utilizado durante as guerras.

A logística surgiu, inicialmente, como parte da arte dos militares. Era utilizada na guerra como a área que cuidava do planejamento de vários itens importantes, armazenamento, distribuição e manutenção de vários tipos de materiais. Como, por exemplo, armas, roupas, além de alimentos, saúde, transportes e etc. Mais tarde, também passou a designar a gestão, armazenamento e distribuição de recursos para uma determinada atividade.

A área de logística é encarregada do controle de muitas atividades, que são divididas em quatro tipos:

  • Logística de Suprimentos;
  • Logística de Produção;
  • Logística Reversa;
  • Logística de Distribuição.

Suprimentos

É o processo básico da logística. Este tipo de logística planeja e gerencia os materiais que são necessários para a fabricação de um produto (matéria-prima), mercadorias e materiais essenciais.

Ela garante que a quantidade de suprimentos esteja de acordo com a demanda, inclusive fazendo pesquisas para melhores preços de compra e qualidade do material adquirido.

A logística de suprimentos faz a estocagem e preservação de material, requisita os produtos, dá o fornecimento interno para a empresa, controla o uso dos funcionários, descarta o material quando finalizado e gere todos os processos administrativos desses materiais.

De produção

A logística de produção cuida do processo da confecção e disponibilidade do produto para o mercado, abrangendo todas as esferas internas da empresa. Ela controla o fluxo de materiais dentro da fábrica e da empresa, faz sua armazenagem intermediária, abastece os postos de trabalho e emite a expedição do produto finalizado.

Ela avalia a previsão de demanda externa, com as condições apresentadas pelo mercado, criando um planejamento de longo, médio e curto prazo.

Reversa

Esse tipo de logística tem um estreito laço com a sustentabilidade e a ecologia, já que seu processo é de recuperar suprimentos e materiais, para reintegrar a mercadoria ao estoque.

Suas ações são amplas, inclusive impedir que um material que cause danos à natureza, seja inutilizado de forma errada, dando um destino adequado a ele. Ela evita que haja contaminação do meio ambiente e ainda cria uma economia, já que se há reutilização de material, há menos consumo de matéria-prima.

De distribuição

Seu principal objetivo é ter a quantidade certa de mercadorias e material no estoque, com o equilíbrio entre o tempo e o lugar corretos. Cuida da distribuição do material armazenado, por meio do acompanhamento do estoque e monitoramento de sua utilização.

Ela é subdividida em:

  • Conferência de cargas após expedição;
  • Roteirização de entregas;
  • Administração de transportes;
  • Controle de fretes;
  • Monitoramento.

Equipe LMX

Veja também:

Giro de estoque: um importante indicador de qualidade do depósito

Giro de estoque: um importante indicador de qualidade do depósito

O estoque pode ser considerado a alma de qualquer negócio logístico. Por isso, ele precisa ser muito bem organizado para que garanta a eficiência e o sucesso de seu empreendimento. Para evitar dores de cabeça, é preciso prestar atenção na hora de calcular o giro de estoque. Quando seu estoque é menor do que sua demanda, pode acontecer de você perder vendas por falta de produto. Mercadorias a mais, por outro lado, podem representar dinheiro parado e até desperdício de mercadorias.

Afinal, o que é giro de estoque?

Basicamente, o giro de estoque é a quantidade de vezes em que o produto ou mercadoria é reposto. A velocidade em que acontece este giro é o que faz possível saber a quantidade vendida em determinado período do estoque do momento.

O indicador é considerado a melhor ferramenta para que um empreendedor avalie o desempenho de seu estoque. Afinal, ele mede sua qualidade de forma padronizada e pode ser aplicado independente do porte da empresa.

Como calcular o giro de estoque?

É bem simples, na verdade. Basta somar tudo que foi vendido e dividir pelo que se tem no estoque.

Por exemplo: Se uma loja de calçados vendeu 40 botas ao longo do ano e o estoque médio é de 10 pares em estoque, é só dividir o número de vendas (40) pela quantidade do estoque (10) para saber quantas vezes o estoque girou. No exemplo, o resultado foi 4, o que representa o número de giros do produto no período selecionado.

Já para saber o tempo médio de giro do estoque, é só dividir o número de dias em um ano pelo número de giros. Dividindo 365 dias por 4 giros, temos 91,25 dias. Ou seja, a empresa renovou seu estoque de botas em média 4 vezes ao ano e a cada 91,25 dias.

Vantagens do giro de estoque rápido

Quanto mais o estoque gira, mais o comerciante ganha dinheiro. No entanto, em algumas ocasiões, é necessário diminuir o valor da venda dos produtos para que o estoque gire mais rapidamente. Além da estratégia significar lucro, o produto não corre o risco de se tornar obsoleto ou com a validade vencida, e ainda não é preciso ter muito espaço para armazenamento. Em caso de sinistros (roubo ou incêndio), o prejuízo também é menor.

Equipe LMX

Veja também:

Os diferentes tipos de picking

Os diferentes tipos de picking

Afinal, o que é picking?

Picking é o momento de separação dos pedidos de uma empresa para irem até os seus destinos finais, ou seja, para serem entregues. Durante esta atividade, basicamente, acontece a coleta dos pedidos no estoque. Em um segundo momento, as mercadorias são faturadas, embaladas e despachadas para os consumidores. O processo de separação de produtos é relativamente simples, mas requer alguns cuidados essenciais para garantir a agilidade e minimizar eventuais danos às mercadorias ou seleção de itens errados.

Tipos de picking

Existem vários tipos de picking. Confira abaixo:

  1. Picking por lote

Este tipo de picking é a separação em que o operador realiza a coleta de produtos de diversos pedidos de uma vez só. Este tipo de packing é o que existe o menor deslocamento dos operadores dentro do armazém.

O picking por lote envolve menos pessoas, logo o processo pode ser mais lento e com maior risco de erros.

2. Picking por zona

O picking por zona envolve vários operadores que recebem os produtos que devem separar em uma zona. Ou seja, seu campo de atuação.

A maior vantagem ao utilizar este formato é que cada colaborador se torna especialista na seção onde atua. Por este motivo, costuma fazer o seu trabalho de forma rápida e eficiente. Por outro lado, essa também pode ser uma dificuldade quando esse colaborador precisa ser substituído.

3. Picking por onda

 Semelhante ao picking por lote, neste modelo o operador separa somente um tipo de produto, mas a coleta é feita somente em determinados períodos do dia, considerando os horários em que a demanda por determinados produtos for maior. Uma das vantagens deste tipo de picking é que pode ser feito paralelamente a algum outro formato.

4. Picking discreto

Neste formato cada operador separa um único pedido por vez. A separação dos produtos tende a ser mais lenta neste modelo, pois a separação pode envolver muitos deslocamentos. Dentre os tipos de picking, este costuma ser mais usado em centros de distribuição menores, de pequeno ou médio porte.

Equipe LMX

Veja também:

O que é o Cross-Docking?

O que é o Cross-Docking?

O conceito de cross-docking é um sistema de distribuição. Neste sistema, o produto comprado pelo cliente é despachado num centro de distribuição ou em um armazém.

Nesse armazém, a mercadoria é despachada para o consumidor final imediatamente. Com isso, a redistribuição desse produto é bem mais rápida.

É uma estratégia que revoluciona o ambiente logístico, pois muda os conceitos tradicionais da forma de armazenar produtos. O cross-docking propõe redução máxima e, até, a eliminação do estoque de itens vendidos pela empresa.

O significado literal do termo cross-docking é: cruzando as docas. Isso porque o sistema onde os produtos são desembarcados nos galpões das docas se transportavam pelas esteiras automáticas para veículos já preparados.

Características do Cross-Docking

No total, existem três aspectos bases para operações que envolvam o cross-docking:

  1. Tempo de permanência do produto no lugar do cross-docking: deve ser o mínimo possível. Para os estudiosos, 24h é o tempo máximo tolerado para a estadia da mercadoria. Para outros especialistas, as taxas de estocagem só devem ser cobradas após três dias de permanência.
  2. Despacho: após o recebimento, a mercadoria deve ser despachada imediatamente para o veículo de saída ou mantida na área de picking. A estocagem, no entanto, não pode ser feita, pois não integra o sistema cross-docking.
  3. Necessidade de um sistema eficaz para organizar as trocas de mercadorias e de informações: É importante coordenar os diferentes integrantes do cross-docking. Essa coordenação deve considerar principalmente o período em que a frota alcançará o operador de cross-docking, também conhecido como OCD.

Vantagens do Cross-Docking

A) Redução de custos com estoque

B) Agilidade

C) Os produtos suprem a demanda

D) A integração entre parceiros

E) A ocupação de espaços menores

F) Os prazos de validade dos produtos

G) As chances de furtos caem

H) O maior controle na entrega

I) O capital de giro pode ser melhor aproveitado

Equipe LMX

Veja também:

Inscrições abertas pela PUC-Rio para Mestrado profissional em Logística

Inscrições abertas pela PUC-Rio para Mestrado profissional em Logística

São dois anos de curso e as inscrições serão até o dia 25 de fevereiro.

A PUC-Rio abriu o período de inscrições para o Mestrado profissional em Logística. O início do período letivo será em março e voltado para engenheiros, economistas, administradores e profissionais de nível superior que sejam voltados para a logística.

O objetivo do curso é formar profissionais capacitados para atuar no ambiente produtivo, elaborar novas técnicas e resolver questões referentes a sistemas logísticos.

O mestrado profissional stricto-sensu torna o aluno capaz de desenvolver análises e estudos complexos para a solução de problemas do cotidiano profissional usando métodos científicos e técnicas avançadas. A seleção será feita pela Coordenação Central de Extensão da PUC-Rio baseada no histórico escolar da graduação, cartas de referências, currículo e, caso necessário, entrevista com o candidato. A inscrição custa R$50,00 e vai até o dia 25 de fevereiro.

As aulas acontecem quintas e sextas-feiras, das 19h às 22h e sábado das 9h às 13h na Unidade Gávea da PUC-Rio. Os candidatos podem obter mais informações e se inscrever em 0800-970-9556 ou no site da Coordenação Central de Extensão da PUC-Rio  cce.puc-rio.br

Fonte: Mundo Logístico

Equipe LMX

Veja também:

O que é lead time em logística e qual a sua importância?

Logística x Black Friday – saiba como se planejar!

A Black Friday é um dos períodos mais vantajosos para se aumentar o lucro e lançar produtos. A expectativa de todos os lojistas é de que haja um crescimento alto em suas vendas, pois os brasileiros planejam grandes compras durante essa época. O foco dos consumidores é voltado para eletrônicos e eletrodomésticos, além das compras natalinas sempre serem adiantadas para o mês de novembro.

Para passar essa época com sucesso e lucratividade – além de conquistar novos clientes, você precisa ter um bom planejamento com uma seleção boa de produtos e um trabalho excelente na logística. Se o seu serviço logístico não estiver bem estruturado, você pode colocar tudo a perder e pode criar um desconforto com o cliente.

O que se espera é que haja um alto volume de vendas e, por isso, preparar a logística da sua empresa é tão importante durante a Black Friday. Por isso, pensamos em cinco dicas para que você não passe perrengue durante essa época.

1.  CRIE UM PLANEJAMENTO DE VENDAS

Lucro e planejamento andam de mãos dadas na Black Friday. Por isso, as empresas já começam a se preparam meses antes do evento dos descontos. Nesta época, as equipes precisam estar preparadas juntamente com os estoques da empresa. O gestor precisa checar as condições de seus canais de venda, organizar e estruturar sua logística e investir no marketing.

É preciso entender coisas como:

  • quais são os produtos mais procurados;
  • quais itens possuem maior potencial para lucratividade;
  • quais produtos receberão descontos e como será calculado esse percentual;
  • qual a quantidade de itens em estoque;
  • como todas as promoções serão planejadas e divulgadas

2. CONTROLE O SEU ESTOQUE

Para um trabalho de excelência, é preciso ter controle de estoque durante a Black Friday. É aconselhado fazer um inventário, pois as vendas estarão disparadas. Com o inventário feito antes da data, é possível analisar as quantidades exatas de produto que a empresa possui.

Com essas informações, ficará nítido o que precisa ser reposto e quanto tempo levará para todos os produtos ficarem prontos. Esse período é ideal para liquidar itens que já estão encalhados e comprometem o capital de giro da empresa.

3. SIMULE O FRETE E PRAZOS

Não dar atenção ao cálculo do frete e ao possível prazo de entrega é um erro que não pode ser cometido na Black Friday. Isso é necessário porque atrasos ou mal-entendidos podem afetar negativamente a imagem que o consumidor tem da empresa.

É muito comum, nesse período, que clientes se sintam enganados por falsas promoções. Portanto, de nada adianta oferecer uma oportunidade de compra imperdível se o valor do frete é exorbitante ou se o prazo for muito longo. Assim, seja claro nas suas campanhas ao anunciar o valor do frete e o prazo aproximado.

4. ORGANIZE O TRANSPORTE

Se sua empresa possui logística própria, esse é o momento de verificar as condições e manutenção da frota. Afinal, se as entregas multiplicarem, você precisa ter certeza de que todas as solicitações serão atendidas dentro do prazo.

Caso não possua frota própria, conte com uma transportadora comprometida e de confiança. Para sua empresa, é importante cumprir com o prometido para não perder clientes ou ter a reputação de sua marca manchada.

Na hora de escolher, busque parceiros flexíveis e especializados, que farão entregas com segurança. Para aprimorar ainda mais o fluxo de entregas, conte com empresas que investem em tecnologias como rastreamento e monitoramento de cargas. Informar o consumidor sobre o status do seu pedido em tempo real é certamente um diferencial.

5. FIQUE ATENTO AO PÓS-VENDA E À LOGÍSTICA REVERSA

É natural que, com mais vendas, maiores são as possibilidades de trocas e retornos de mercadorias. O atendimento eficiente e rápido do cliente nesse momento de pós-venda é crucial para garantir sua fidelização.

Portanto, sua empresa precisa estar preparada para receber e atender essas solicitações de trocas e recolher mercadorias. Aposte em boas práticas de logística reversa para facilitar a vida do consumidor e aprimorar ainda mais sua experiência de compra.

Para ter sucesso na Black Friday e cativar clientes, a empresa precisa elaborar uma boa estratégia de vendas e, acima de tudo, manter os processos da cadeia de suprimentos bem-alinhados.

Equipe LMX

Veja também:

Os desafios da logística reversa para o e-commerce na Black Friday

Os desafios da logística reversa para o e-commerce na Black Friday

Processo de trocas e devoluções está entre as principais preocupações de clientes na hora da compra online.

O final do ano está aí e, junto com ele, datas importantes para o varejo, como a Black Friday. Especificamente, falando de e-commerce, é nesta época que fica evidente um dos principais entraves para o setor, a logística reversa.

Esse processo nos negócios passou a ser um ponto decisivo na hora do consumidor fechar a compra. Segundo pesquisa do Conselho de Logística Reversa Brasileira, mais de 75% dos clientes pesquisam os detalhes de como a compra poderá ser realizada, no caso de uma devolução ou troca de produto, para concluir o pedido. Alguns segmentos mais específicos, como vestuário, calçados e eletrônicos, são os que mais tendem a receber pedidos de troca. Por isso, os compradores mais acostumados a utilizar esse tipo de serviço, pesquisam sobre o processo de troca antes mesmo de fechar a compra.

Importância

Com o crescimento do comércio eletrônico no país – em 2017 houve um aumento de 12%, em relação ao ano anterior –, outros dados comprovam a importância da logística reversa para o e-commerce no Brasil. Ainda de acordo com o Conselho de Logística Reversa Brasileiro, 10% dos itens comprados online retornam para as lojas, seja por troca ou devolução do produto, e 27% dos consumidores pagariam a mais se o transporte de logística fosse incluído.

A logística reversa passa a ser não apenas uma questão operacional, mas um fator decisivo, tanto para a compra, como para a experiência do cliente, podendo influenciar na sua decisão em continuar ou deixar de consumir produtos daquela marca. Diante desse cenário desafiador, a tecnologia tem papel fundamental para ajudar na gestão de um e-commerce.

Fonte: Mundo Logística

Equipe LMX

Veja também:

Carga Fracionada x Carga Completa